Posts Tagged ‘entrepreneurship’

[Vídeo] Jogos de Negócios - Gratuito

quarta-feira, outubro 14th, 2009

Hi All,

Segue um vídeo explicativo sobre jogos de negócios (o que são e como são). Uma importante ferramenta na formação de empreendedores.

Abaixo do vídeo, um link para o IndustryMasters, uma simulação que inclui 240 indústrias distribuídas entre 16 setores, baseado em dados reais das Industrias. No IndustryMasters você consegue se inscrever e participar gratuitamente, acompanhando realtime e online o andamento do mercado, baseado no que a concorrência está fazendo.

Como vimos nas aulas, não se “aprende” experiência, mas temos maneiras de adiantarmos o acumulo de experiências através de ferramentas como simuladores. Não deixem de participar !

Enjoy!

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IndustryMasters Realtime. O jogo de negócios on-line.

 

Palestras debatem inovação e empreendedorismo - Diário de Taubaté

segunda-feira, outubro 5th, 2009

Evento interessante para quem puder participar, os eventos do SEBRAE são sempre muito bons e focados, além dos assuntos discutidos, vale a oportunidade de expandir seu networking.

Enjoy !

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O objetivo do evento é divulgar a cultura empreendedora e discutir sobre a inovação como um fator importante para o desenvolvimento do País

O Sebrae-SP de Guaratinguetá realiza de 5 a 9 de outubro a 1ª Semana do Empreendedorismo e Inovação. O evento, que faz parte do Mês do Empreendedor, comemorado em outubro, contará com a participação de Ozires Silva e do prefeito de São José dos Campos, Eduardo Cury, entre outros.

O evento tem o objetivo de disseminar a cultura empreendedora entre os universitários e também ao público em geral, além de discutir a importância de introduzir o conceito de tecnologia e inovação no dia-a-dia dos pequenos negócios, para torná-los mais competitivos no mercado globalizado.

Ao todo, o evento será composto por cinco palestras e o curso Aprender a Empreender, com carga horária de 24 horas. Todas as atividades são gratuitas.

A 1ª Semana do Empreendedorismo e Inovação será realizada em parceria com a Unisal (Centro Universitário Salesiano de São Paulo), Fatea (Faculdades Integradas Thereza D´Ávila) e USP (Universidade de São Paulo), e com apoio da Acial (Associação Comercial e Industrial de Lorena), Cecompi, Oikos e Prefeitura de Lorena.

Data: 05 a 09 de Outubro
UNISAL: 8h às 12h
EEL-USP: 14h às 18h
Inscrições: www.eel.usp.br/inoveel

onte: http://www.diariotaubate.com.br/display.php?id=15277

Como montar uma empresa em 30 dicas.

domingo, outubro 4th, 2009

Navegando por um dos blogs que acompanho, o do Eduardo Carvalho, encontrei essa “coletânea” de dicas para quem quer montar um negócio. Com um tom que pode parecer “engraçado” no primeiro momento, as dicas são realmente aplicáveis e, para quem já empreendeu, saberá medir o valor desses conselhos, pois, com certeza, passou por diversas vezes por algumas dessas “dicas”.

 

Vale a leitura e pesquisa sobre os autores citados no Disclaimer, pois são pessoas que colaboram muito com quem é empreendedor nos dias de hoje.

 

Enjoy !

 

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Empreendedorismo Dicas

 

 

  1. Não monte uma empresa. O mundo está cheio de mega-corporações dispostas a te pagar bom um salário, uma volta ao mundo e, de repente, até uma secretária.
  2. Não monte sozinho. Tenha bons sócios. Ou não apenas bons: sócios que te complementem: você precisa de gente que seja excepcional no que você não é. (São raríssimos os casos de empreendedores solitários; às vezes você não vê, mas procure que você vai achar o sócio que toca a empresa enquanto o outro aparece no jornal.) Acho que uma afinidade profunda entre os sócios é fundamental para a empresa funcionar bem.
  3. Escolha um mercado grande, que já exista e, de preferência, que esteja crescendo. A escolha do seu mercado pode ser o fator mais importante para definir o seu sucesso/fracasso. O erro de muita empresa é entrar no mercado errado.
  4. Tenha um mantra - e não missão, visão e valores. (Você não tem tempo para pensar nisso agora.) Três palavras têm que resumir o que você está fazendo. E, se você e seus sócios não estão alinhados nisso, desista rápido. Desista também se você não consegue resumir em três palavras o que vocês querem fazer.
  5. Resolva um problema do cliente, e não seu. Saiba exatamente o qual é o problema que o seu produto vai resolver, conheça quem tem esse problema e quanto essa pessoa pagaria para vê-lo resolvido. Não monte um bar só porque ainda não existe na sua cidade um bar igual àquele de Berlim. (Bares e restaurantes são os negócios relativamente fáceis de abrir e extremamente difíceis de tocar, aliás. Evite.)
  6. Fluxo de caixa é (muito) mais importante do que business plan. Você não morre se não seguir o planejamento estratégico - às vezes, cresce até mais rápido. Mas errar no fluxo de caixa pode te matar ou, pior, deixar você numa situação de tensão permanente, que impede que você pense no fundamental: equipe, desenvolvimento de produto e vendas.
  7. Esqueça o business plan. Tenha uma meta clara ligada a vendas. Desenvolva o seu produto, tenha os seus deadlines e trabalhe. Flexibilize seu foco/nicho se for para gerar caixa. (Isso pode te ajudar a descobrir um perfil novo de clientes que você não enxergava antes de montar a empresa.) É muito raro uma grande empresa que faz hoje o que ela nasceu para fazer.
  8. Velocidade é mais importante do que tudo. Corra para colocar o seu produto na prateleira. Ganhe tempo onde puder. Leia sobre produtividade pessoal e gestão de projetos. Não comprometa a qualidade para ir mais rápido: trabalhe em menos produtos, em menos versões, faça o que você já sabe, foque no fundamental, etc.
  9. Vendas é mais importante do que velocidade. Quer dizer: velocidade só importa para gerar vendas. A sua empresa só existe depois da primeira venda. Antes, por mais que você trabalhe, ela é no máximo um businessplan com CNPJ.
  10. Comece com serviço e escale com produto. Serviço tem matéria-prima barata (a sua hora), exige pouco investimento e você só começa a trabalhar com receita garantida. Mas serviço depende de gente, um non-scaleble resource: ou seja, é muito difícil escalar, crescer rápido, prestando serviço. Enquanto presta serviço, desenvolva o seu produto e monte uma plataforma (equipe, sistemas e processos). Aí, em cima dessa plataforma, comece a vender o seu produto - que você consiga produzir em milhares, milhões de unidades.
  11. Monte processos agora. Não pare depois para fazer isso. Escreva os processos enquanto executa. Abra o Google Docs e mande bala. Um bom processo é inimigo da burocracia - e não seu orinigador. Se eles estão parecidos, é porque (1) o processo está mal desenhado ou (2) você ainda não percebeu o benefício dele quando for trabalhar em escala.
  12. Use web-based-softwares. Google Apps, Basecamp, Highrise, Remember the milk, Salesforce, etc. Porque são acessíveis de qualquer lugar, flexíveis, fáceis de usar, baratos, escaláveis - você paga mais no ritmo em que cresce - e não precisam de um cara de TI.
  13. Não contrate. Faça tudo você mesmo e seus founding partners. Se sentir que precisa contratar, olhe tudo que você está fazendo - técnicas de produtividade te ajudam a deixar isso transparente - e (1) pense se tudo isso precisa ser feito, (2) se tudo isso precisa ser feito agora e (3) se não tem uma forma de fazer essas coisas de uma forma mais eficiente.
  14. Monte a melhor equipe do mundo, quando precisar contratar. Uma empresa de 5-10 pessoas não pode se dar ao luxo de contratar uma pessoa média. Considere - quase apenas - curiosidade, drive e ética.
  15. Jovens e/ou estagiários se acham os melhores profissionais do mundo. Acredite neles. Por vários motivos: (1) porque não tem vícios de como trabalhar, (2) porque ainda não tiveram as ambições profissionais frustradas pela burocracia de mega-corporações, (3) porque tem estagiários excelentes por aí e (4) porque são mais baratos. (Mesmo se fossem o mesmo preço de um cara com cinco anos de experiência, em muitos casos eu preferiria estagiários.) Isso não significa montar uma indústria de mão-de-obra barata: pague mais caro pelos melhores estagiários e contrate-os quando se formarem (porque, se você estiver funcionando até lá, provavelmente vai poder fazer isso.)
  16. Procure cabelo branco, se você não tem. Não adianta passar talco. Tenha poucas pessoas mais velhas na sua equipe que te oriente no mercado, que conheça as pessoas, te ajude a evitar problemas que voê enfrentará pela primeira vez, abra contato em grandes empresas (clientes, fornecedores, etc.), etc.
  17. Organize-se em peers - e não em subordinados. E numa estrutura matricial. Coloque pessoas trabalhando ao lado uma da outra e não como subordinados - o que é uma tendência natural. Mesmo que uma pessoa seja Phd e a outra esteja no primeiro ano da faculdade. Assim, você multiplica a capacidade de execução da empresa (mais responsabilidade, menos gente esperando autorização para fazer as coisas), estimula a uma colaboração entre a equipe e uma pressão/ competição peer-to-peer que, entre pessoas civilizadas, é saudável.
  18. Empresa = Pessoas, Sistemas e Processos. É em cima dessa plataforma que você vai escalar. Pense em como você está evoluindo nesses três aspectos sempre.
  19. Esqueça o seu salário. E remunere a sua equipe agressivamente em cima de metas que gerem caixa. Reinvista, enquanto puder, a sua retirada.
  20. Plante sementes. Você não precisa resolver todos os problemas e executar todas as idéias agora. Mas anote as idéias para serem aperfeiçoadas e executadas no futuro.
  21. Seja obcecado por técnicas de produtividade. Você precisa produzir umas 20 vezes mais do que uma pessoa normal, então não tente só trabalhar vinte vezes mais. (Você não tem horas no dia para isso). E isso não significa ser organizado - nem sempre organização é voltada à produtividade.
  22. Saiba o que é fundamental. Esqueça o resto. O dia-a-dia é lotado de distrações disfarçadas de urgências.
  23. Monte uma estrutura no-cost. Não gaste em nada supérfluo. (Se você não sabe o que é supérfluo, melhor não montar uma empresa.) Hoje, de sistemas a escritório físico, existem várias opções muito baratas, gratuítas e flexíveis. Peça para a sua irmã designer desenhar o logo, o seu primo arquiteto desenhar o lay-out do escritório e seu padrinho advogado montar o contrato social.
  24. Enfie a mão na graxa e execute. Esqueça a separação entre trabalho nobre (apresentação para investidores) e monkey-job (pedir para o administrador do prédio deixar o ar-condicionado no domingo). Três benefícios: (1) economia com assistente num primeiro momento, (2) você já vai desenhando processos para esse trabalho ser feito da forma mais rápida pelas próximas pessoas (economia de assistentes de assistentes num segundo momento) e (3) as coisas acontecem mais rápido.
  25. Lave a mão e esteja preparado para tomar decisões mais sofisticadas. Negociar um aporte de capital, escolher um canal de vendas, etc.
  26. Esqueça assistentes e secretárias. Faça a sua agenda, as suas ligações, organize as suas viagens, etc. Você vai ver - isso ainda é mais eficiente e aproxima você de cliente, fornecedores, etc.
  27. Compartilhe as suas idéias com outras pessoas. Isso te ajuda a pensar melhor no seu produto e na forma se organizar. As pessoas adoram ajudar quem pede ajuda. É bobagem evitar contar uma idéia supostamente genial porque a pessoa vai roubá-la. Qualquer empreendedor tem um milhão de idéias geniais na cabeça, mas só executa uma ou outra. A diferença está na execução.
  28. Persistência é tudo. A princípio, todo mundo é inimigo de uma empresa nova: os fornecedores tem gente mais importante para atender, concorrentes não querem ver você tomar espaço, os clientes não te conhecem, ninguém quer trabalhar numa empresa que está nascendo, etc. Você precisa partir desse pressuposto e saber explicar para as pessoas que não é bem assim (que você sabe o que está fazendo, que existe mercado, que os clientes querem o seu produto, etc.).
  29. Trabalhe alucinadamente. Não adianta: uma empresa não é montada só em horário comercial.
  30. Divirta-se. Ninguém quer trabalhar num clima cinza, chato. E um ambiente divertido é também muito mais transparente, rápido e produtivo.

Disclaimer: você vai reconhecer várias dessas dicas lendo e/ou ouvindo estes caras: Paul Graham, Marc Andreessen, Hugh MacLeod, Michael E. Gerber, Ben Casnocha, Guy Kawasaki, Seth Godin, Marc Cuban, Brad Feld, Jason Calacanis, Marcel Telles.

Leo Kuba: 10 lições que aprendi como empreendedor

sábado, outubro 3rd, 2009

Um post maravilhoso sobre SER EMPREENDEDOR. Leo Kuba compartilha conosco as lições que aprendeu em sua vida empreendedora. Compartilhar conhecimento, sem medos e receios, já mostram o nível de empreendedorismo do autor. Vale realmente a pena a leitura e, porque não, fazer sua própria lista e compartilhar conosco ? Vou escrever a minha.

Enjoy

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Hoje, parei um pouco para pensar sobre lições importantes que aprendi nesses vários anos de vida empreendedora. Há 14 anos, tenho participado da formação e gestão de negócios ligados a tecnologia e internet. Tive vários sócios e parceiros, acertei e errei muito, ganhei e perdi dinheiro.

Uma grande lição, talvez a maior, é de que estamos aprendendo e recomeçando todos os dias.

Abaixo, estão 10 lições que ordenei ao pensar nestes anos que passaram:

 

  1. Convicção
    A sua percepção é única. Sua formação e experiências levam você a ter uma visão que faz parte da sua identidade. Portanto, muitas vezes uma idéia que seja óbvia para você, não ressoará nas pessoas ao seu redor. Ouça e avalie as opiniões e críticas, mas confie na sua convicção.
  1. Perfil x Valores
    Esteja cercado de pessoas com perfis e competências complementares. Porém, não confunda perfil complementar com valores e objetivos diferentes. No médio prazo, estas características mais sutis, que muitas vezes não avaliamos no início, podem ser críticas para os negócios.
  1. Aprendizado Horizontal
    Continue aperfeiçoando suas habilidades e aprendendo competências adjacentes. Aprender não significa tornar-se especialista num determinado assunto. O empreendedor deve aprender o suficiente para saber identificar novas oportunidades, reconhecer talentos e saber se sua equipe está na direção correta.
    A execução operacional de atividades técnicas nunca deveria ser sua prioridade (fácil falar, difícil fazer).
  1. Persistência
    Na maioria dos casos, a estabilidade e sucesso de um negócio vem após anos de persistência. Mas, é bom não confundir persistência com insistência em produtos e/ou modelos de negócios que não funcionam. Faz parte da persistência a habilidade de reinventar, sempre.
  1. Vocação
    Pode parecer contraditório com a dica acima, mas já presenciei e, eu mesmo vivi, casos onde investe-se energia no negócio errado. Às vezes, seu perfil pode ser mais adequado a outro mercado e, ao mudar, você pode experimentar uma fluência maior e uma melhor sinergia de suas competências, o mercado, sua rede de contatos, etc. Descubra sua vocação!
  1. Cuidado com produtos muito inovadores
    Mesmo com um bom produto, serviço e equipe, às vezes, o negócio não vai pra frente. Um exemplo que acontece frequentemente na área de tecnologia, é um excelente técnico desenvolver um produto que o mercado ainda não está preparado para consumir. Muitos empreendedores subestimam o custo de tempo e recursos para criação de cultura para uma nova tecnologia. O problema não é o produto, e sim, o timing do mercado.
  1. Acelere!
    Cuidado para não se acomodar em seus negócios. Às vezes, atingimos uma estabilidade confortável e, naturalmente, podemos reduzir o ritmo. Nenhum negócio anda por inércia por muito tempo. Veja se, ao seu redor, você não está cercado por sócios ou funcionários com tendência a parar no tempo e, se tiver, não se influencie por eles.
    Parafraseando Aleksandar Mandic: - “Se tudo está sob controle, você não está indo rápido o suficiente.”
  1. Networking do bem
    Pense sempre na relação “ganha-ganha” com sua rede de contatos. Sempre que puder, ajude algum colega, provendo aconselhamento, sugestões ou críticas construtivas. Apresente contatos que possam ter sinergias nos negócios. Seja um facilitador para negócios entre terceiros. Uma hora, da forma mais inesperada, alguém fará o mesmo por você.
  1. Negócios paralelos x Foco
    Às vezes, o empreendedor não se contenta com apenas um negócio. A fome por novos desafios trará, em algum momento, a vontade de iniciar projetos paralelos. Avalie se a necessidade por um novo projeto não é uma fuga de seu negócio principal. Caso siga em frente, gerencie bem seu tempo e foco para não desbalancear os negócios e, se tiver sócios, fale abertamente sobre o assunto para evitar desconfortos ou perda de confiança.
  1. Aconselhamento tributário e jurídico
    Desde o começo do seu negócio, procure ter uma boa assessoria contábil, tributária e jurídica. Serão estes profissionais que terão acesso a informações “íntimas” de seu negócio, e você precisará confiar muito neles. Já vi empresas passarem dificuldades consideráveis por terem economizado na qualidade de contadores e advogados.

 Fonte: Blog Leo Kuba

Como decidir se Empreendedorismo é para você ?

quarta-feira, setembro 30th, 2009

Navegando, encontrei um documento do Wall Street Journal sobre 5 perguntas que aconselham fazer para saber se empreendedorismo é ou não é a “sua praia”.  Vale aqui o peso do Wall Street Journal para corroborar com algumas idéias já tratadas em outros posts e por outros autores. Leitura interessante !

Enjoy !

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Empreendedorismo Pensando

How to decide if entrepreneurship is right for you

by Colleen DeBaise

Adapted from the upcoming book THE WALL STREET JOURNAL COMPLETE SMALL BUSINESS GUIDEBOOK (Three Rivers Press, Dec. 29, 2009).

Starting a business is a lot like becoming a parent. Not only do you have to prepare for your start-up emotionally and financially, but you have to be committed to its constant needs until it’s mature enough to hum along on its own. And even then (much like a child) it will always need you in some capacity, no matter how old it gets.

Here are five questions to ask before you start your own business:

1. Am I passionate about my product or service?

Let’s face it: the start-up phase is stressful. You will find yourself questioning whether you’ve made the right decision, especially when the hours are long and the initial profits (if any) are lean. As the business owner, you’re also chief salesperson for your company. Your enthusiasm for your product or service- whether it’s hand-knit sweaters or top-notch tax preparation- is often the difference that hooks customers, lands deals and attracts investors. It’s unwise to start down the path of entrepreneurship unless you’ve got a zeal that will get you through rough patches and keep you interested long after the initial enthusiasm has faded.

2. What is my tolerance for risk?

Whether it’s quitting your day job or signing a lease on a new space, nothing about starting a business is for the faint of heart. Just ask Ina Garten, who bought a specialty-foods store called The Barefoot Contessa in East Hampton, New York, in 1978 and has since branched out into cookbooks, television and a line of products. Garten tells aspiring entrepreneurs that you have to “be willing to jump off the cliff and figure out how to fly on the way down.” Even with enough passion to launch a thousand ventures, you could find any number of circumstances hastening your failure: a location that turns out to be less than ideal, a problem with city or state zoning boards or a kink in the supply chain that can’t easily be ironed out. There’s no guarantee of success, or even a steady paycheck. If you’re risk-averse, entrepreneurship probably isn’t the right path for you.

3. Am I good at making decisions?

No one else is going to make them for you when you own your own business. Consider how you might handle these early decisions: Do I work from home or do I lease office space? Do I hire employees? Do I pursue high-end clients or sell to the masses? Do I incorporate? Do I advertise? Do I borrow money from friends or family? Do I use my entire savings? Keep in mind that the decision-making process only gets more complicated as time goes on, once you have employees or clients depending on you. The choices you make can lead to success or downfall, so you must feel confident in your ability to make the right call.

4. Am I willing to take on numerous responsibilities?

While a corporate employee focuses on a special skill or role within the larger corporation, a business owner must contribute everything to the business. Solo entrepreneurs in particular must be versatile and play a number of roles, from chief salesperson and bookkeeper to head marketer and bill collector. If juggling many roles doesn’t suit you, entrepreneurship probably won’t, either. The recent economic downturn has made it more important than ever for business owners to have a good working knowledge of their companies’ finances. While you will undoubtedly learn much on this topic from getting your hands dirty, the more knowledge you have in advance, the better prepared you’ll be.

5. Will I be able to avoid burnout?

Working seven days a week, losing touch with friends, abandoning old hobbies and interests and not making time for loved ones can quickly lead to burnout in the midst of starting up- and ultimately to business failure. That’s what happened to James Zimbardi, an entrepreneur in Orlando, Florida, who says he didn’t know any better when he started his first company in 1997 and worked as hard as possible, for as long as possible, until his creativity, enthusiasm and energy were sapped. By 2002, he was a broken man- the business took a downturn, and so did his personal life. Now Zimbardi is at work on his second company, Allgen Financial Services, and sticking to better habits to maintain work/life balance, such as not working on Sundays, making time for hobbies such as sailing and salsa dancing, and building close ties with other business owners through a faith-based support network.

Take some time to mull over these questions, do some soul-searching, and then if you think you have what it takes, go for it.

Write to Colleen DeBaise at colleen.debaise@wsj.com

Empreendedorismo: 10 dicas para ser um empreendedor!

terça-feira, setembro 29th, 2009

Replico um artigo interessante sobre empreendedorismo, simples e direto ao ponto, o que acham ?

Enjoy !

Empreendedorismo

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Nunca como hoje, as empresas precisaram de verdadeiros “empreendedores”. Cada funcionário deve ter a atitude e comportamentos de “dono do negócio” e as empresas de sucesso são aquelas que tem em seus quadros verdadeiros “empreendedores”. Quais as principais características de um “empreendedor”? Aqui vão elas:>

 

  • Boas idéias são comuns a muitas pessoas. A diferença está naqueles que conseguem fazer as idéias transformarem-se em realidade, isto é, implementar as idéias. A maioria das pessoas fica apenas na “boa idéia” e não passa para a ação. O empreendedor passa do pensamento à ação e faz as coisas acontecerem.
  • Todo empreendedor tem uma verdadeira paixão por aquilo que faz. Paixão faz a diferença. Entusiasmo e Paixão são as principais características de um empreendedor!
  • O empreendedor é aquele que consegue escolher entre várias alternativas e não fica pensando no que deixou para trás. Sabe ter foco e fica focado no que quer
  • O empreendedor tem profundo conhecimento daquilo que quer e daquilo que faz e se esforça continuadamente para aumentar esse conhecimento sob todas as formas possíveis
  • O empreendedor tem uma tenacidade incrível. Ele não desiste!
  • O empreendedor acredita na sua própria capacidade. Tem alto grau de auto-confiança
  • O empreendedor não tem fracassos. Ele vê os “fracassos” como oportunidades de aprendizagem e segue em frente
  • O empreendedor faz uso de sua imaginação. Ele imagina-se sempre vencedor
  • O empreendedor tem sempre uma visão de vários cenários pela frente. Tem, na cabeça, várias alternativas para vencer
  • O empreendedor nunca se acha uma “vítima”. Ele não fica parado, reclamando das coisas e dos acontecimentos. Ele age para modificar a realidade!

Pense nisso. Você tem estas características? Como é o seu pessoal? Você já pensou em criar programas para desenvolver no seu pessoal o necessário espírito empreendedor para enfrentar os desafios deste novo século?

Luiz Marins, Ph.D.

fonte: http://www.doceshop.com.br/blog/?p=38

Vídeo: Entrepreneurs can change the world

segunda-feira, junho 22nd, 2009

Realmente os empreendedores podem mudar o mundo !!!

Acho que o que precisamos passar a encontrar em cada idéia de melhorar a humanidade são os pontos em que precisamos parar de apenas sonhar e passar a “fazer”. No meu ponto de vista, a palavra mais importante do vídeo é “doers”, mais do que “thinkers”.

Você está num momento de crise ? Não ? Será que não ver as oportunidades do momento não é a sua crise ? Lembre-se, a procrastinação já é o estado imediato de uma crise e identificá-la, já é uma oportunidade de fazer a diferença em sua vida, em minha vida, em nossas vidas e na vida de todo o mundo.

Enjoy and have a good week !