Posts Tagged ‘Empreendedorismo’

[Artigo] Especialistas apontam dez práticas que podem destruir um pequeno negócio.

segunda-feira, novembro 16th, 2009

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Hi All,

Li esse artigo interessante sobre práticas que podem ser adotadas para ampliar as chances de sucesso de um pequeno negócio.

Cuidados com recursos humanos e segurança são fundamentais.
Tratamento do cliente e compras de produtos devem ser bem pensados.

Essas e outras dicas de especialistas da FGV e do SEBRAE.

É engraçado como, depois de um tempo estudando o assunto, essas matérias começam a parecer livro de auto-ajuda. São sempre dicas que todos sabem mas que precisam ser relembradas o tempo todo porque a rotina do dia-a-dia nos faz esquecer dos processos realmente importantes, como o planejamento estratégico, e isso porque ficamos mergulhados nas prioridades diárias que teriam se resolvido sozinhas caso tivéssemos em uma viagem forçada, por exemplo, mas que pela falta de controle e administração do tempo, deixamos nos tirar das atividades que realmente fariam diferença na condução dos negócios.

Enjoy!

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Por Paula Leite do G1 em São Paulo
Fonte: Gi > Economia e Negócios

O empreendedor que começa seu negócio normalmente espera problemas, como os entraves burocráticos e as dificuldades financeiras dos primeiros meses. Mas o pequeno empresário corre outros riscos, muitas vezes não tão óbvios. O G1 perguntou a especialistas quais as situações a que o empreendedor deve estar especiamente atento.

Veja a lista das principais armadilhas apontadas por quem entende do assunto para manter o sucesso de um pequeno negócio:

1) Contratar pessoas baratas

“Esse não é nem risco, é certeza de derrota”, diz Hélio Rodrigues da Costa, professor da Fundação Getúlio Vargas do Rio (FGV-RJ). Para o especialista, muitas vezes uma pessoa qualificada para a vaga faz o trabalho de dois ou três funcionários. “É preciso identificar onde na empresa você precisa de pessoas-chave [e investir nisso]”, diz Costa.

Reinaldo Miguel Messias, consultor do Sebrae de São Paulo, vai além: “Se você pagar a média do mercado para contratar alguém que está do lado de fora [desempregado], você vai pegar os funcionários que as outras empresas não quiseram”, diz ele. A solução, para o especialista, é pagar mais para tirar bons funcionários de outras empresas.

2) Não reter funcionários e perder conhecimento humano

Esse risco é unânime entre os especialistas e, segundo eles, uma das maiores dificuldades de qualquer empresa é reter bons funcionários. “Hoje em dia é muito difícil achar pessoas comprometidas”, diz Ana Lígia Finamor, professora da FGV-RJ.

Hélio Rodrigues da Costa alerta também que o conhecimento na empresa não pode ficar ligado a uma pessoa ou a um grupo de pessoas, para que o negócio não corra risco caso elas saiam. Ou seja: é preciso evitar aquelas situações em que há tarefas que “só fulano sabe fazer”. “As empresas treinam pessoas, mas têm poucos mecanismos para reter o conhecimento delas”, diz o professor.

3) Não pagar funcionários e tributos dentro da legalidade

Para Messias, não pagar os direitos trabalhistas ou tributos e outras obrigações em dia é “um empréstimo a longo prazo”, já que quase inevitavelmente a empresa vai ter que pagá-los posteriormente e em valor maior.

4) Não trocar fechaduras e cadeados e checar estuque do teto para evitar assaltos

Quando o empresário começa o negócio, alugando uma loja ou galpão, é preciso ficar atento à segurança. “Você não sabe quem alugou o imóvel antes”, diz o consultor do Sebrae, então é preciso trocar fechaduras e cadeados das portas. O consultor do Sebrae também aconselha que os empresários examinem o estuque do teto, para ver se ele é facilmente quebrável, pois ladrões podem entrar retirando telhas e roubar mercadorias e dinheiro.

5) Não respeitar a privacidade do cliente

O empreendedor deve ter cuidado com as boas intenções: às vezes, ao enviar cartões, presentes ou outras gentilezas à casa do cliente, pode causar problemas a ele, já que a compra feita pode ser uma surpresa para alguém ou mesmo um segredo.

Messias dá um exemplo: “O sujeito compra um carro e a concessionária manda flores para a casa dele agradecendo pela compra. O problema é que o sujeito é casado e o carro comprado não era para a família, e sim para outra pessoa.”

6) Comprar para você, não para o cliente

O empresário precisa pesquisar e conhecer o gosto do cliente e fazer as compras com fornecedores de acordo com isso, e não com seu gosto pessoal, alerta o consultor do Sebrae.

7) Colocar todos os ovos na mesma cesta

Uma situação frequente quando o empreendedor está começando os negócios é depender muito de um único cliente ou fornecedor. A situação deve ser evitada: “É um risco muito grande”, diz Messias.

8 ) Não calcular todos os custos

Tanto antes de abrir o negócio, para preparar o imóvel, fazer contratações e formar estoque, quanto depois, com a empresa funcionando, é muito frequente que os empresários tenham problemas para estimar seus custos. “Normalmente, a pessoa tem uma ideia, mas depois se surpreende com todos os gastos que precisam ser feitos”, diz Costa, da FGV. Resultado: margem de lucro menor e ainda mais dificuldades para a pequena empresa.

9) Não se relacionar bem com fornecedores

“O fornecedor deve ser seu parceiro, ele vai te dar dicas de tendências, de estoque etc. Você vai ter vantagens”, diz Messias, do Sebrae.

10) Usar boas práticas sem adaptá-las à sua empresa

“Um dos maiores erros do pequeno empresário é pegar boas práticas que existem é achar que elas servem para todo mundo”, diz o professor da FGV-RJ. “É preciso entender a lógica por trás da prática e adaptá-la à sua empresa.” Por exemplo, o sistema de pagamentos usado por uma grande empresa de mineração pode ser um exemplo de boa prática, mas dificilmente fará sentido para uma pequena padaria usá-lo.

[Artigo] Pet reciclado chega às roupas de grife.

quarta-feira, outubro 28th, 2009

 Pet Roupa

Hey All,

Me deparei recentemente com essa iniciativa no ramos de sustentabilidade, espero que aproveitem o artigo.

Enjoy!

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O uso de plástico PET reciclado na confecção de roupas está deixando as camisetas promocionais e os uniformes corporativos para entrar nas grandes marcas de moda. Hoje, o mercado têxtil absorve 50% das resinas PET recicladas no Brasil, material que está sendo usado por confecções como a Osklen, Vila Romana, Lucy and The Sky e a esportiva Asics.

As empresas apostam no diferencial ecológico do material, que permite a retirada de embalagens do meio ambiente.

“As marcas querem ser associadas à sustentabilidade, e estão descobrindo que o PET reciclado pode trazer glamour às suas confecções”, afirma Auri Marçon, presidente da Associação Brasileira da Indústria do PET (Abipet). A resina PET foi desenvolvida no fim da Segunda Guerra Mundial para a produção de fibras têxteis. Mas só a partir da década de 1970 passou a ser utilizada em embalagens. Hoje, das garrafas descartadas, é possível produzir fibra de poliéster, que misturada a outros materiais, como o algodão, garantem um tecido mais leve, que caiu no gosto dos estilistas.

Uma das marcas que desencadeou esse movimento foi a carioca Osklen, que pesquisa desde 2000 novos materiais com apelo de sustentabilidade, em um projeto batizado de E-Fabrics. A malha de PET entrou nas coleções no ano passado, e o plano é crescer o uso a cada nova coleção. “Na coleção que chegou às lojas em setembro temos seis camisetas em PET reciclado. Para 2010, também estão previstos novos modelos”, diz Nina Braga, coordenadora do projeto E-Fabrics.

Ao lado da malha de PET reciclado, brim orgânico, couro de tilápia e lona de juta estão entre os tecidos que já vêm sendo aplicados. “Os materiais são apresentados também a outros estilistas, de modo a incentivar a indústria de moda a usar tecidos com esse apelo”, diz Nina.

EXPANSÃO

A Textilfio, malharia de Jaraguá do Sul (SC), aposta em uma malha composta por PET reciclado misturado ao algodão desde 2006. A demanda começou a crescer em 2008, quando a empresa passou a fornecer para o projeto E-Fabrics. Na esteira, vieram grifes como Vide Bula, Cobra dÁgua, Lucy in the Sky e outras, que fizeram a produção da malha PET dobrar em um ano. “Como sustentabilidade não é modismo, cada vez mais as bases PET vêm fazendo parte das coleções”, diz Daniela Kuhn Pamplona, gerente comercial da Textilfio.

O Brasil recicla 230 mil toneladas de plástico PET por ano, o equivalente a 54% do total produzido. A indústria de reciclagem do material movimenta R$ 1,08 bilhão, mas opera com ociosidade de 30%. “Há demanda, mas falta coleta do material”, diz Marçon, da Abipet.

 

Fonte:  Último Segundo

Contratar um consultor — prós e contras

terça-feira, outubro 27th, 2009

Rede EXAME PME

Hi All !!!

Participando recentemente de uma discussão na Rede Social EXAME PME me deparei com o título deste post e a questão abaixo:

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Publicado por Luisa Mendes, REVISTA EXAME PME em 1 julho 2009 às 20:56:

Em minhas conversas com outros empreendedores conheci entusiastas de consultorias que, no momento certo, os ajudaram. E conheci também os que querem distância delas. O que vocês, empreendedores, acham da idéia de contratar consultorias? Acham boa? Discordam por princípio? Depende da consultoria? Depende do problema? Depende do preço?

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Abaixo, segue resposta que enviei para a questão, fiquem a vontade para criticar e sugerir !

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Olá Pessoal, boa noite !

Bom, confesso não ter lido TODOS os comentários, mas li muitos deles e acredito que seja mais uma daquelas perguntas, “quem nasceu primeiro ?…”, ou seja, importantes, porém, sem uma resposta certa !

Gosto muito de debater a idéia desta piada que ouvi quando me disseram que eu me tornara um consultor:

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Piada do Consultor

Sujeito para o BMW ao lado de um pastor, na montanha, e pergunta:

- Pastor, se eu adivinhar quantas ovelhas tem no seu rebanho, o sr. me dá uma?

- Sim, responde o pastor

O sujeito puxa o notebook, acopla o celular, acessa A INTERNET, o GPS, enfim, aciona toda sua parafernália tecnológica e atira:

- Pastor, o sr. tem 313 ovelhas.

- Acertou, responde o Pastor. Pode pegar sua ovelha.

O sujeito apanha um animal e volta para o BMW, quando o Pastor retruca:

- Se eu adivinhar a sua profissão, o sr. devolve meu animal?

- Sim, responde o sujeito.

- O sr. é consultor !!!, afirma convicto o pastor.

- Como adivinhou ? responde surpreso o consultor.

- Por três razões. Primeiro, o sr. se meteu onde não foi chamado. Segundo, falou o que eu já sabia. Terceiro, não entende nada do meu negócio. Devolva o meu cachorro, por favor !!!!!

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Infelizmente essa piada retrata MUITO do que os empresários passam na mão de profissionais menos qualificados e também, sob um outro prisma, retrata muito do que os consultores capacitados passam nas mãos de empresários de pouca visão !!!

Concordo um pouco com os que defenderam os pontos positivos da consultoria quando se precisa de uma visão de especialista e não se pode contratar um profissional para ser interno na empresa (serviço pontual) e também a visão daqueles que não gostam da idéia de profissionais de multinacionais se oferecerem como possíveis consultores para as PMEs ! Todas os “causos” têm um fundo de razão !!!

Na minha vivência, sou um profissional especialista em TIC (Tecnologia da Informação) com “n” formações e muitos anos de experiência na área, mas minha experiência como consultor veio na área de Estratégia Empresarial, assunto no qual também tenho duas faculdades na área, mas não é a área em que tenho maior experiência !!! Sou empresário da área de tecnologia e me deparei com um cliente que já tentava pelo sétimo ano ter um sistema que lhe desse as informações de que precisava. Resolvi ajudá-lo, uma vez que já tinha um contrato para prestação de serviços na área de TI (administração de ambiente tecnológico, não a área de sistemas). O “diagnóstico” foi que a empresa precisava melhorar os “processos de negócio” para aceitar a adesão de um sistema completo e profissional. Entraria em mais um assunto “sem fim” sobre dificuldades no sucesso de implantação de ERP nas PMEs, deixemos para depois. Enfim, passei por várias fases da consultoria, desde a fase de tentar treinar a todos até a fase da necessidade de moldarmos o serviço de consultoria para o conhecido Coaching e por último o Mentoring.

Esta experiência só foi um sucesso devido à confiança gerada desde o processo de contratação. Como sou empresário, de mais de um negócio, tive experiência na compra de serviços e tento sempre fazer um exercício de empatia antes de vender algo. Propus o pagamento com cláusula de sucesso. Se der certo, ganho parte dos lucros, se não der certo, não ganho nada ! Com métricas bem definidas, continuo achando que essa é a mais arriscada e a mais lucrativa forma de negócios, principalmente no mercado das PMEs.

Resumindo, CONSULTORIA FUNCIONA, mas como todo negócio, deve se atentar a alguns fatores:

. Deve conseguir descobrir por si próprio o problema principal do seu negócio, saber ao menos apontar o caminho, senão cai na armadilha de deixar um consultor especialista na área X encontrar um sem número de problemas a serem resolvidos e melhorados na área X quando o gargalo principal do seu negócio está na área Y. Aconselho veemente a leitura do livro A META do Ely Goldratt (pai da TOC – Theory of Constraints – Teoria das Restrições)

. É importante o consultor ter uma visão EMPREENDEDORA, ou seja, ver o seu negócio como DONO e não na visão apenas de um funcionário/colaborador. Isso impede a visão do consultor que só resolve as coisas te convencendo de que precisa assinar os cheques para mudar sua empresa, sem ver se o cheque terá fundo.

. Ter uma visão e AÇÃO voltada a resultados. O que vejo, principalmente nas PMEs, é que a necessidade não está em apontar o problema, mas sim em encontrar alguém que ajude a “jogar o lixo fora”, colocar a mão na massa !

. TENHA um contrato bem definido. A consultoria não pode virar um casamento sem data pra acabar, deve ter etapas bem definidas e resultados bem definidos, sempre com uma visão clara do término do projeto.

. ACOMPANHAMENTO! Não busque um consultor para dirigir seu negócio porque já está cansado de levá-lo nas costas. Se estiver desanimado e esse for o motivo das coisas não estarem progredindo, primeiro saia da procrastinação, ou busque um COACHING, não uma consultoria. Cansei de ver casos em que o empresário cansado busca a consultoria como um “último recurso”, entrega a chave mas não se responsabiliza pelo ACOMPANHAMENTO diário para que a consultoria dê resultados práticos.

Bom, existem “n” outras dicas, mas já está extenso demais, gostaria de aguardar pelas opiniões de todos para terminarmos a lista, se a mesma for coerente para todos.

Abs e boa noite a todos.

Wellington Watanabe Filho

Empresário, Consultor, Apaixonado pela dinâmica dos negócios!

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Abs a todos !

[Vídeo] História do Google em 2 minutos!

segunda-feira, outubro 26th, 2009

Hi All,

Quer melhor história de empreendedorismo e inovação do que a do gigante GOOGLE ?

Google UK publicou um vídeo no youtube com a história de 11 anos do Google, desde que seus fundadores estavam em Stanford até os últimos lançamentos de Google Wave, StreetView e Chrome. O melhor para quem não tem muito tempo, o vídeo tem apenas 2 (dois) minutos.VALE A PENA !!!

Enjoy!

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[Artigo] Quantas opções você fornece ao seu cliente ?

domingo, outubro 25th, 2009

 Muliple Choice

Todo empreendedor deve ser um vendedor na maior parte do tempo, por isso, seguirão alguns posts sobre dicas de vendas e marketing para ajudá-los a se manter atualizados. Para os executivos de negócios, acreditam que, mesmo em outras áreas, o que importa para sua empresa é algo diferente de vendas ? Atualizem-se, mudem o discurso, mostrem nas próximas apresentações o que seu “projeto” mudará nas vendas futuras da empresa ! Segue entrevista com o Mauro Amaral sobre o tema.

Enjoy!

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Mauro Amaral é editor chefe do portal Carreirasolo, que apresenta dicas para profisionais freelancers, sobretudo da área de criação. Ele acredita que opções demais só confunde a cabeça do cliente. De um lado, todo cliente gosta de ter opções de escolha, mas, ao se deparar com muitas opções começam, naturalmente a surgirem inúmeras dúvidas. Cabe, nisso tudo, oferecer ao cliente um caminho menos tortuoso.

Confira a íntegra da entrevista que Mauro Amaral deu à revista VendaMais.

O ideal para o mercado de criação, segundo o especialista, é apresentar três alternativas. “Quando você para para pensar sobre opções de layout, de título e de textos na área de criativa e marketing você tem de levar no máximo três alternativas”, opina Amaral. Entenda o porquê nesta entrevista exclusiva com o consultor.

Quantas opções no máximo e no mínimo devo levar ao cliente?

Quando me refiro a opções de layout, de título e de texto na área de criativa do marketing, como propaganda e jornalismo, você deve levar no máximo três alternativas porque o cliente já está inseguro. A gente costuma dizer que ele lhe contratou para solucionar um problema e, você está levando outro quando leva 15 alternativas para o cliente escolher. Ele fica inseguro e confuso – precisa de uma consultoria e você está devolvendo um problema. Você deve levar duas ou três opções no máximo, de preferência, com algumas linhas bem marcadamente diferentes para o cliente não ficar em dúvida. Um mais focado em varejo, um mais institucional e um terceiro em ser ecologicamente correto, por exemplo. Você deve levar solução, e não mais problema para a escolha do cliente.

Por que três é um bom número?

Baseei-me em alguns conceitos, por exemplo: uma família parte de três membros, pelo menos classicamente, uma ideia se sente mais sustentada quando você oferece três razões na argumentação de vendas ou no texto publicitário, teoricamente é isso. Agora, na parte prática, nos possibilita ter uma opção mais profissional, uma bem ousada, totalmente inusitada e uma meio termo – por isso três opções. Você segue o briefing, fica ali no meio do caminho, que geralmente será o aprovado. Mas tem de ser três opções bem marcadas para mostrar sua segurança na criação, e não apenas repetir uma mesma fórmula, com pequenas variações.

Quais são as etapas fundamentais para garantir três boas opções ao cliente?

A gente divide em três. Já pulando que você ganhou o cliente, não vamos entrar na questão da prospecção, você tem o briefing, que é onde você tem de sentar com seu cliente e fazer o que eu chamo de tomografia de necessidade. Ao mesmo tempo em que você vai ao médico fazer uma tomografia e descobre coisas que não sabia, o briefing é essa tomografia, porque você vai com o cliente descobrir coisas que, muitas vezes, ele não sabe que precisa. Feito esse briefing, você volta para dentro de casa e tem a fase de desenvolvimento, que então você vai trabalhar todas as suas habilidades, sejam elas em que área for, ao redor desse briefing e levar um produto próprio para a aprovação, que seria um terceiro passo dessa questão do trabalho criativo, que tem toda uma técnica de apresentação. É claro que essa fase pode se quebrar como se fosse um ciclo interativo, ela se quebra em um rebriefing, um redesenvolvimento e uma reapresentação, mas em termos didáticos são esses três momentos que podem se repetir até você chegar na solução final.

Fonte consultada: ThinkOutSide

[Vídeo] Jogos de Negócios - Gratuito

quarta-feira, outubro 14th, 2009

Hi All,

Segue um vídeo explicativo sobre jogos de negócios (o que são e como são). Uma importante ferramenta na formação de empreendedores.

Abaixo do vídeo, um link para o IndustryMasters, uma simulação que inclui 240 indústrias distribuídas entre 16 setores, baseado em dados reais das Industrias. No IndustryMasters você consegue se inscrever e participar gratuitamente, acompanhando realtime e online o andamento do mercado, baseado no que a concorrência está fazendo.

Como vimos nas aulas, não se “aprende” experiência, mas temos maneiras de adiantarmos o acumulo de experiências através de ferramentas como simuladores. Não deixem de participar !

Enjoy!

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IndustryMasters Realtime. O jogo de negócios on-line.

 

[Vídeo] Prime - Programa Primeira Empresa Inovadora

quinta-feira, outubro 8th, 2009

Uma excelente iniciativa de Pernambuco buscando a inovação e empreendedorismo das empresas é o PRIME. Vale a pena conferir!Enjoy!

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Palestras debatem inovação e empreendedorismo - Diário de Taubaté

segunda-feira, outubro 5th, 2009

Evento interessante para quem puder participar, os eventos do SEBRAE são sempre muito bons e focados, além dos assuntos discutidos, vale a oportunidade de expandir seu networking.

Enjoy !

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O objetivo do evento é divulgar a cultura empreendedora e discutir sobre a inovação como um fator importante para o desenvolvimento do País

O Sebrae-SP de Guaratinguetá realiza de 5 a 9 de outubro a 1ª Semana do Empreendedorismo e Inovação. O evento, que faz parte do Mês do Empreendedor, comemorado em outubro, contará com a participação de Ozires Silva e do prefeito de São José dos Campos, Eduardo Cury, entre outros.

O evento tem o objetivo de disseminar a cultura empreendedora entre os universitários e também ao público em geral, além de discutir a importância de introduzir o conceito de tecnologia e inovação no dia-a-dia dos pequenos negócios, para torná-los mais competitivos no mercado globalizado.

Ao todo, o evento será composto por cinco palestras e o curso Aprender a Empreender, com carga horária de 24 horas. Todas as atividades são gratuitas.

A 1ª Semana do Empreendedorismo e Inovação será realizada em parceria com a Unisal (Centro Universitário Salesiano de São Paulo), Fatea (Faculdades Integradas Thereza D´Ávila) e USP (Universidade de São Paulo), e com apoio da Acial (Associação Comercial e Industrial de Lorena), Cecompi, Oikos e Prefeitura de Lorena.

Data: 05 a 09 de Outubro
UNISAL: 8h às 12h
EEL-USP: 14h às 18h
Inscrições: www.eel.usp.br/inoveel

onte: http://www.diariotaubate.com.br/display.php?id=15277

Como montar uma empresa em 30 dicas.

domingo, outubro 4th, 2009

Navegando por um dos blogs que acompanho, o do Eduardo Carvalho, encontrei essa “coletânea” de dicas para quem quer montar um negócio. Com um tom que pode parecer “engraçado” no primeiro momento, as dicas são realmente aplicáveis e, para quem já empreendeu, saberá medir o valor desses conselhos, pois, com certeza, passou por diversas vezes por algumas dessas “dicas”.

 

Vale a leitura e pesquisa sobre os autores citados no Disclaimer, pois são pessoas que colaboram muito com quem é empreendedor nos dias de hoje.

 

Enjoy !

 

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Empreendedorismo Dicas

 

 

  1. Não monte uma empresa. O mundo está cheio de mega-corporações dispostas a te pagar bom um salário, uma volta ao mundo e, de repente, até uma secretária.
  2. Não monte sozinho. Tenha bons sócios. Ou não apenas bons: sócios que te complementem: você precisa de gente que seja excepcional no que você não é. (São raríssimos os casos de empreendedores solitários; às vezes você não vê, mas procure que você vai achar o sócio que toca a empresa enquanto o outro aparece no jornal.) Acho que uma afinidade profunda entre os sócios é fundamental para a empresa funcionar bem.
  3. Escolha um mercado grande, que já exista e, de preferência, que esteja crescendo. A escolha do seu mercado pode ser o fator mais importante para definir o seu sucesso/fracasso. O erro de muita empresa é entrar no mercado errado.
  4. Tenha um mantra - e não missão, visão e valores. (Você não tem tempo para pensar nisso agora.) Três palavras têm que resumir o que você está fazendo. E, se você e seus sócios não estão alinhados nisso, desista rápido. Desista também se você não consegue resumir em três palavras o que vocês querem fazer.
  5. Resolva um problema do cliente, e não seu. Saiba exatamente o qual é o problema que o seu produto vai resolver, conheça quem tem esse problema e quanto essa pessoa pagaria para vê-lo resolvido. Não monte um bar só porque ainda não existe na sua cidade um bar igual àquele de Berlim. (Bares e restaurantes são os negócios relativamente fáceis de abrir e extremamente difíceis de tocar, aliás. Evite.)
  6. Fluxo de caixa é (muito) mais importante do que business plan. Você não morre se não seguir o planejamento estratégico - às vezes, cresce até mais rápido. Mas errar no fluxo de caixa pode te matar ou, pior, deixar você numa situação de tensão permanente, que impede que você pense no fundamental: equipe, desenvolvimento de produto e vendas.
  7. Esqueça o business plan. Tenha uma meta clara ligada a vendas. Desenvolva o seu produto, tenha os seus deadlines e trabalhe. Flexibilize seu foco/nicho se for para gerar caixa. (Isso pode te ajudar a descobrir um perfil novo de clientes que você não enxergava antes de montar a empresa.) É muito raro uma grande empresa que faz hoje o que ela nasceu para fazer.
  8. Velocidade é mais importante do que tudo. Corra para colocar o seu produto na prateleira. Ganhe tempo onde puder. Leia sobre produtividade pessoal e gestão de projetos. Não comprometa a qualidade para ir mais rápido: trabalhe em menos produtos, em menos versões, faça o que você já sabe, foque no fundamental, etc.
  9. Vendas é mais importante do que velocidade. Quer dizer: velocidade só importa para gerar vendas. A sua empresa só existe depois da primeira venda. Antes, por mais que você trabalhe, ela é no máximo um businessplan com CNPJ.
  10. Comece com serviço e escale com produto. Serviço tem matéria-prima barata (a sua hora), exige pouco investimento e você só começa a trabalhar com receita garantida. Mas serviço depende de gente, um non-scaleble resource: ou seja, é muito difícil escalar, crescer rápido, prestando serviço. Enquanto presta serviço, desenvolva o seu produto e monte uma plataforma (equipe, sistemas e processos). Aí, em cima dessa plataforma, comece a vender o seu produto - que você consiga produzir em milhares, milhões de unidades.
  11. Monte processos agora. Não pare depois para fazer isso. Escreva os processos enquanto executa. Abra o Google Docs e mande bala. Um bom processo é inimigo da burocracia - e não seu orinigador. Se eles estão parecidos, é porque (1) o processo está mal desenhado ou (2) você ainda não percebeu o benefício dele quando for trabalhar em escala.
  12. Use web-based-softwares. Google Apps, Basecamp, Highrise, Remember the milk, Salesforce, etc. Porque são acessíveis de qualquer lugar, flexíveis, fáceis de usar, baratos, escaláveis - você paga mais no ritmo em que cresce - e não precisam de um cara de TI.
  13. Não contrate. Faça tudo você mesmo e seus founding partners. Se sentir que precisa contratar, olhe tudo que você está fazendo - técnicas de produtividade te ajudam a deixar isso transparente - e (1) pense se tudo isso precisa ser feito, (2) se tudo isso precisa ser feito agora e (3) se não tem uma forma de fazer essas coisas de uma forma mais eficiente.
  14. Monte a melhor equipe do mundo, quando precisar contratar. Uma empresa de 5-10 pessoas não pode se dar ao luxo de contratar uma pessoa média. Considere - quase apenas - curiosidade, drive e ética.
  15. Jovens e/ou estagiários se acham os melhores profissionais do mundo. Acredite neles. Por vários motivos: (1) porque não tem vícios de como trabalhar, (2) porque ainda não tiveram as ambições profissionais frustradas pela burocracia de mega-corporações, (3) porque tem estagiários excelentes por aí e (4) porque são mais baratos. (Mesmo se fossem o mesmo preço de um cara com cinco anos de experiência, em muitos casos eu preferiria estagiários.) Isso não significa montar uma indústria de mão-de-obra barata: pague mais caro pelos melhores estagiários e contrate-os quando se formarem (porque, se você estiver funcionando até lá, provavelmente vai poder fazer isso.)
  16. Procure cabelo branco, se você não tem. Não adianta passar talco. Tenha poucas pessoas mais velhas na sua equipe que te oriente no mercado, que conheça as pessoas, te ajude a evitar problemas que voê enfrentará pela primeira vez, abra contato em grandes empresas (clientes, fornecedores, etc.), etc.
  17. Organize-se em peers - e não em subordinados. E numa estrutura matricial. Coloque pessoas trabalhando ao lado uma da outra e não como subordinados - o que é uma tendência natural. Mesmo que uma pessoa seja Phd e a outra esteja no primeiro ano da faculdade. Assim, você multiplica a capacidade de execução da empresa (mais responsabilidade, menos gente esperando autorização para fazer as coisas), estimula a uma colaboração entre a equipe e uma pressão/ competição peer-to-peer que, entre pessoas civilizadas, é saudável.
  18. Empresa = Pessoas, Sistemas e Processos. É em cima dessa plataforma que você vai escalar. Pense em como você está evoluindo nesses três aspectos sempre.
  19. Esqueça o seu salário. E remunere a sua equipe agressivamente em cima de metas que gerem caixa. Reinvista, enquanto puder, a sua retirada.
  20. Plante sementes. Você não precisa resolver todos os problemas e executar todas as idéias agora. Mas anote as idéias para serem aperfeiçoadas e executadas no futuro.
  21. Seja obcecado por técnicas de produtividade. Você precisa produzir umas 20 vezes mais do que uma pessoa normal, então não tente só trabalhar vinte vezes mais. (Você não tem horas no dia para isso). E isso não significa ser organizado - nem sempre organização é voltada à produtividade.
  22. Saiba o que é fundamental. Esqueça o resto. O dia-a-dia é lotado de distrações disfarçadas de urgências.
  23. Monte uma estrutura no-cost. Não gaste em nada supérfluo. (Se você não sabe o que é supérfluo, melhor não montar uma empresa.) Hoje, de sistemas a escritório físico, existem várias opções muito baratas, gratuítas e flexíveis. Peça para a sua irmã designer desenhar o logo, o seu primo arquiteto desenhar o lay-out do escritório e seu padrinho advogado montar o contrato social.
  24. Enfie a mão na graxa e execute. Esqueça a separação entre trabalho nobre (apresentação para investidores) e monkey-job (pedir para o administrador do prédio deixar o ar-condicionado no domingo). Três benefícios: (1) economia com assistente num primeiro momento, (2) você já vai desenhando processos para esse trabalho ser feito da forma mais rápida pelas próximas pessoas (economia de assistentes de assistentes num segundo momento) e (3) as coisas acontecem mais rápido.
  25. Lave a mão e esteja preparado para tomar decisões mais sofisticadas. Negociar um aporte de capital, escolher um canal de vendas, etc.
  26. Esqueça assistentes e secretárias. Faça a sua agenda, as suas ligações, organize as suas viagens, etc. Você vai ver - isso ainda é mais eficiente e aproxima você de cliente, fornecedores, etc.
  27. Compartilhe as suas idéias com outras pessoas. Isso te ajuda a pensar melhor no seu produto e na forma se organizar. As pessoas adoram ajudar quem pede ajuda. É bobagem evitar contar uma idéia supostamente genial porque a pessoa vai roubá-la. Qualquer empreendedor tem um milhão de idéias geniais na cabeça, mas só executa uma ou outra. A diferença está na execução.
  28. Persistência é tudo. A princípio, todo mundo é inimigo de uma empresa nova: os fornecedores tem gente mais importante para atender, concorrentes não querem ver você tomar espaço, os clientes não te conhecem, ninguém quer trabalhar numa empresa que está nascendo, etc. Você precisa partir desse pressuposto e saber explicar para as pessoas que não é bem assim (que você sabe o que está fazendo, que existe mercado, que os clientes querem o seu produto, etc.).
  29. Trabalhe alucinadamente. Não adianta: uma empresa não é montada só em horário comercial.
  30. Divirta-se. Ninguém quer trabalhar num clima cinza, chato. E um ambiente divertido é também muito mais transparente, rápido e produtivo.

Disclaimer: você vai reconhecer várias dessas dicas lendo e/ou ouvindo estes caras: Paul Graham, Marc Andreessen, Hugh MacLeod, Michael E. Gerber, Ben Casnocha, Guy Kawasaki, Seth Godin, Marc Cuban, Brad Feld, Jason Calacanis, Marcel Telles.

Leo Kuba: 10 lições que aprendi como empreendedor

sábado, outubro 3rd, 2009

Um post maravilhoso sobre SER EMPREENDEDOR. Leo Kuba compartilha conosco as lições que aprendeu em sua vida empreendedora. Compartilhar conhecimento, sem medos e receios, já mostram o nível de empreendedorismo do autor. Vale realmente a pena a leitura e, porque não, fazer sua própria lista e compartilhar conosco ? Vou escrever a minha.

Enjoy

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Hoje, parei um pouco para pensar sobre lições importantes que aprendi nesses vários anos de vida empreendedora. Há 14 anos, tenho participado da formação e gestão de negócios ligados a tecnologia e internet. Tive vários sócios e parceiros, acertei e errei muito, ganhei e perdi dinheiro.

Uma grande lição, talvez a maior, é de que estamos aprendendo e recomeçando todos os dias.

Abaixo, estão 10 lições que ordenei ao pensar nestes anos que passaram:

 

  1. Convicção
    A sua percepção é única. Sua formação e experiências levam você a ter uma visão que faz parte da sua identidade. Portanto, muitas vezes uma idéia que seja óbvia para você, não ressoará nas pessoas ao seu redor. Ouça e avalie as opiniões e críticas, mas confie na sua convicção.
  1. Perfil x Valores
    Esteja cercado de pessoas com perfis e competências complementares. Porém, não confunda perfil complementar com valores e objetivos diferentes. No médio prazo, estas características mais sutis, que muitas vezes não avaliamos no início, podem ser críticas para os negócios.
  1. Aprendizado Horizontal
    Continue aperfeiçoando suas habilidades e aprendendo competências adjacentes. Aprender não significa tornar-se especialista num determinado assunto. O empreendedor deve aprender o suficiente para saber identificar novas oportunidades, reconhecer talentos e saber se sua equipe está na direção correta.
    A execução operacional de atividades técnicas nunca deveria ser sua prioridade (fácil falar, difícil fazer).
  1. Persistência
    Na maioria dos casos, a estabilidade e sucesso de um negócio vem após anos de persistência. Mas, é bom não confundir persistência com insistência em produtos e/ou modelos de negócios que não funcionam. Faz parte da persistência a habilidade de reinventar, sempre.
  1. Vocação
    Pode parecer contraditório com a dica acima, mas já presenciei e, eu mesmo vivi, casos onde investe-se energia no negócio errado. Às vezes, seu perfil pode ser mais adequado a outro mercado e, ao mudar, você pode experimentar uma fluência maior e uma melhor sinergia de suas competências, o mercado, sua rede de contatos, etc. Descubra sua vocação!
  1. Cuidado com produtos muito inovadores
    Mesmo com um bom produto, serviço e equipe, às vezes, o negócio não vai pra frente. Um exemplo que acontece frequentemente na área de tecnologia, é um excelente técnico desenvolver um produto que o mercado ainda não está preparado para consumir. Muitos empreendedores subestimam o custo de tempo e recursos para criação de cultura para uma nova tecnologia. O problema não é o produto, e sim, o timing do mercado.
  1. Acelere!
    Cuidado para não se acomodar em seus negócios. Às vezes, atingimos uma estabilidade confortável e, naturalmente, podemos reduzir o ritmo. Nenhum negócio anda por inércia por muito tempo. Veja se, ao seu redor, você não está cercado por sócios ou funcionários com tendência a parar no tempo e, se tiver, não se influencie por eles.
    Parafraseando Aleksandar Mandic: - “Se tudo está sob controle, você não está indo rápido o suficiente.”
  1. Networking do bem
    Pense sempre na relação “ganha-ganha” com sua rede de contatos. Sempre que puder, ajude algum colega, provendo aconselhamento, sugestões ou críticas construtivas. Apresente contatos que possam ter sinergias nos negócios. Seja um facilitador para negócios entre terceiros. Uma hora, da forma mais inesperada, alguém fará o mesmo por você.
  1. Negócios paralelos x Foco
    Às vezes, o empreendedor não se contenta com apenas um negócio. A fome por novos desafios trará, em algum momento, a vontade de iniciar projetos paralelos. Avalie se a necessidade por um novo projeto não é uma fuga de seu negócio principal. Caso siga em frente, gerencie bem seu tempo e foco para não desbalancear os negócios e, se tiver sócios, fale abertamente sobre o assunto para evitar desconfortos ou perda de confiança.
  1. Aconselhamento tributário e jurídico
    Desde o começo do seu negócio, procure ter uma boa assessoria contábil, tributária e jurídica. Serão estes profissionais que terão acesso a informações “íntimas” de seu negócio, e você precisará confiar muito neles. Já vi empresas passarem dificuldades consideráveis por terem economizado na qualidade de contadores e advogados.

 Fonte: Blog Leo Kuba