5 dicas de empreendedores para unir inovação ao lucro

28 dezembro, 2010 por wfilho

5 dicas de empreendedores para unir inovação ao lucroSão Paulo - A inovação é fundamental para o sucesso de um negócio. É o que indica um estudo feito pela Ernst & Young junto a uma base de 263 empresários que concorreram ao prêmio Empreendedor do Ano, promovido pela consultoria. Segundo o estudo, 82% dos empreendedores acreditam que a inovação foi um fator crítico para o crescimento do seu negócio e o mesmo porcentual acredita que esta é uma vantagem importante que sua empresa possui sobre a concorrência.A pesquisa indicou ainda que 49% dos empreendedores acreditam que fica mais difícil inovar à medida que o negócio cresce e 39% admitem ainda que a inovação está concentrada em uma área do negócio, mas não necessariamente permeia toda a empresa.A pesquisa foi realizada no terceiro trimestre deste ano, com executivos de todas as regiões do globo. Com base nos relatos dos empreendedores, a Ernst & Young destacou ainda as cinco lições para conectar inovação e lucro.Confira:1. Não deixe a inovação de fora da sua estratégia”A inovação é o combustível que vai alimentar o rápido crescimento da sua empresa na sua viagem rumo à liderança do mercado.Muitas empresas falham em definir prioridades estratégicas para inovação, ou o fazem mal. Faça da inovação um assunto prioritário.”2. Seu poder de inovar o torna único - não o perca”Conforme seu negócio cresce, você precisa manter o espírito criativo vivo. O pensamento burocrático pode matar a inovação em um piscar de olhos. É responsabilidade do líder promover uma cultura criativa.”3. Boas ideias são valiosas demais para serem desperdiçadas”Ideias transformadoras são como ouro em pó: difícil encontrar, fácil de perder. Sua busca e seu processo de desenvolvimento devem ser rigorosamente gerenciados e devem permeara empresa inteira. A inovação precisa ser organizada.”4. Encontre o equilíbrio entre a mente aberta e o pé no chão”Empresas de rápido crescimento devem juntar criatividade e lucro. Se você não consegue transformar suas ideias em novos produtos e serviços que contribuam para o negócio, sua trajetória rumo à liderança de mercado vai desacelerar ou parar. Você precisa encontrar o equilíbrio certo entre soltar a imaginação e fazer dinheiro.”5. Repense como o seu modelo de negócios funciona, não só o que ele faz “Os empreendedores muitas vezes são brilhantes para pensar novos produtos e serviços. Mas, para manter o crescimento rápido, você precisa aplicar a mesmo cultura inovadoras à forma como gere o seu negócio, não apenas o que ele faz.”Fonte: Exame

[Sustentabilidade] e-Lixo - Onde descartar seu lixo eletrônico ?

29 novembro, 2010 por wfilho

Lixo EletrônicoMuitas pessoas entendem por lixo eletrônico os SPAM’s que são enviados em seus e-mails. Mas, quando você descarta um equipamento eletrônico que não possui mais utilidade, você está gerando um lixo eletrônico, também conhecido como “e-lixo”. São materiais como pilhas, baterias, celulares, computadores, televisores, DVD’s, CD’s, rádios, lâmpadas fluorescentes e muitos outros, que se não tiverem uma destinação adequada, vão parar em aterros comuns e contaminar o solo e as águas, trazendo danos para o meio ambiente e para a saúde humana.Com o projeto “e-lixo maps”, uma parceria entre a Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo e o Instituto Sergio Motta, o acesso das pessoas aos locais que coletam e/ou reciclam o “e-lixo” fica muito mais fácil. No site, inserindo o CEP e o tipo de “e-lixo” que você precisa descartar, é possível encontrar todos os locais mais próximos de sua casa que recebem e reciclam esse tipo de resíduo eletrônico.Para saber mais acesse: http://www.e-lixo.org/E você ? Faz a sua parte ?Enjoy !

[Video] Empreendedor de Sucesso - SEBRAE

29 setembro, 2010 por wfilho

Hi All,Um vídeo simples com algumas dicas básicas do SEBRAE sobre o perfil de um empreendedor de sucesso. Nesta jornada, em que muitos não sabem se são empreendedores ou se apenas não querem ser funcionários, vale lembrar alguns conceitos sempre que possível.

Enjoy !!!

Investimento na Bolsa: derrubando os oito maiores mitos do mercado de ações

7 setembro, 2010 por wfilho

Mercado de Ações 

Por: Equipe InfoMoney23/01/06 - 17h34InfoMoney Para muita gente, o investimento em Bolsa ainda é cercado por mitos e mistérios. A percepção de muitos potenciais investidores é negativa, sempre associando o maior perfil de risco - quando comparado à renda fixa - com o “elitismo” e dificuldades de aplicar neste mercado.Na verdade, investir em ações é mais simples e menos arriscado do que a maioria acredita. Assim, vale a pena desmistificar algumas afirmações que afastam novos investidores e que evitam que muitos que já aplicam ganhem mais e corram menos riscos. Para isso, nada melhor que destruir os oito principais mitos do mercado de ações.Cassino, só para profissionais e “tubarões”

  • Bolsa é um Cassino - investir na Bolsa de Valores não tem nada a ver com especular em um cassino. Quando você compra uma ação, está adquirindo uma parte de uma empresa. Portanto, o desempenho desta ação acaba seguindo de perto o comportamento desta companhia. Em um cassino, você está apostando seu dinheiro em alg o que segue um padrão aleatório, sem associação com a economia.
  • Só ganham os profissionais e os grandes investidores - outra afirmação incorreta. Três fatores têm que ser levados em conta: investir no longo prazo dá mais resultados - algo que é até mais fácil para investidores não institucionais - devido à democratização das informações pela internet e do desenvolvimento de produtos específicos para o pequeno investidor.

Informação e conselhos

  • Ter alguma informação é melhor que nada - errado, pois investir em ações envolve riscos. Portanto, não aplique em ações sem ter as condições necessárias. Se você não tiver tempo ou vocação para se aprofundar neste mercado, opte por aplicar em fundos de ações.
  • Siga de olhos fechados os gurus de mercado - não faça isso, sempre chegue a conclusões por conta própria. Não adianta seguir a opinião de um analista, amigo ou guru. Busque entender o que o mercado está discutindo e colha opiniões de diversas fontes. O dinheiro é seu, portanto se informe e esteja preparado para correr riscos se quiser investir em ações.

Ações em alta e “anjos caídos”

  • Toda a ação que sobe acaba caindo - outro mito que não deve ser levado a sério. Ações de empresas com bons fundamentos podem seguir em alta por períodos longos de tempo, embora correções possam e devam ocorrer. Não venda simplesmente reagindo a uma valorização de curto prazo, analise as perspectivas.
  • Anjos caídos vão se recuperar - incorreto. Um papel que acumula uma queda significativa pode não subir. Não é porque ele é considerado barato que não pode cair mais. Fortes quedas têm a ver com os fundamentos e, somente com mudanças destes, as ações podem se recuperar.

Especulação e oportunidades

  • Ganha dinheiro quem especula no curto prazo - errado. Estudos mostram que 90% dos ganhos no mercado de ações vêm da escolha da composição correta de carteira, ou seja, escolher os papéis certos. Apenas 10% se relacionam ao timing de negociação.
  • Um pequeno ganho já resolve - não espere indefinidamente pela notícia que fará uma ação subir, considere o custo de oportunidade. Em ambientes de taxas de juros elevadas, uma ação que não sobe significa que o investidor está deixando de ganhar em uma aplicação de menor risco. Sempre leve isso em conta.

Finalmente, não se esqueça de uma regra importante: emoções e investimentos não combinam. Boa sorte!

Fonte: INFOMONEY - http://web.infomoney.com.br/templates/news/view.asp?codigo=439092&path=/suasfinancas/&backnro=-3

[Vídeo] Inovação em 3 minutos - Guy Kawasaki: What Makes Innovation?

1 setembro, 2010 por wfilho

Inovação

Hi All,Dá para explicar como ser mais inovador em três minutos? Pois o Guy Kawasaki tentou, durante uma apresentação realizada no Cisco Fórum, em São Francisco, na qual ele explica de maneira bem simplificada quais são as quatro características que possibilitam a criação de soluções disruptoras.Enjoy!

[Video] Theory of Constraints (TOC) - Teoria das Restrições

11 junho, 2010 por wfilho

Teoria das Restrições

Hi All,Já faz alguns anos que tive contato com a Teoria das Restrições. No início, quando meu amigo Ilson Pereira me apresentou ao mundo Goldratt, como faço hoje, julguei pouco útil e mais um “modismo” com fundamentação simples e pouco prática. Depois de ler os livros básicos como A META, NÃO É SORTE, CORRENTE CRÍTICA entre os demais livros do Goldratt, aumentei a minha produtividade e passei a ver os problemas de uma maneira completamente diferente. No início, não havia relacionado essa mudança de visão à TOC, porém, depois de ler novamente alguns dos livros citados acima, percebi que muito do que estava aplicando, na prática, nas minhas consultorias e diagnósticos, estava embasado na TOC.Não vou estender muito o assunto pois exigiria páginas e páginas a respeito, além da leitura dos livros do Goldratt. Recomendo a leitura do livro A META para qualquer profissional que se envolva com processos e tem de diagnosticar problemas no seu dia-a-dia, ou seja, para praticamente todas as funções.Abaixo um vídeo muito simples sobre os conceitos principais da TOC:

[Artigo] Especialistas apontam dez práticas que podem destruir um pequeno negócio.

16 novembro, 2009 por wfilho

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Hi All,

Li esse artigo interessante sobre práticas que podem ser adotadas para ampliar as chances de sucesso de um pequeno negócio.

Cuidados com recursos humanos e segurança são fundamentais.
Tratamento do cliente e compras de produtos devem ser bem pensados.

Essas e outras dicas de especialistas da FGV e do SEBRAE.

É engraçado como, depois de um tempo estudando o assunto, essas matérias começam a parecer livro de auto-ajuda. São sempre dicas que todos sabem mas que precisam ser relembradas o tempo todo porque a rotina do dia-a-dia nos faz esquecer dos processos realmente importantes, como o planejamento estratégico, e isso porque ficamos mergulhados nas prioridades diárias que teriam se resolvido sozinhas caso tivéssemos em uma viagem forçada, por exemplo, mas que pela falta de controle e administração do tempo, deixamos nos tirar das atividades que realmente fariam diferença na condução dos negócios.

Enjoy!

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Por Paula Leite do G1 em São Paulo
Fonte: Gi > Economia e Negócios

O empreendedor que começa seu negócio normalmente espera problemas, como os entraves burocráticos e as dificuldades financeiras dos primeiros meses. Mas o pequeno empresário corre outros riscos, muitas vezes não tão óbvios. O G1 perguntou a especialistas quais as situações a que o empreendedor deve estar especiamente atento.

Veja a lista das principais armadilhas apontadas por quem entende do assunto para manter o sucesso de um pequeno negócio:

1) Contratar pessoas baratas

“Esse não é nem risco, é certeza de derrota”, diz Hélio Rodrigues da Costa, professor da Fundação Getúlio Vargas do Rio (FGV-RJ). Para o especialista, muitas vezes uma pessoa qualificada para a vaga faz o trabalho de dois ou três funcionários. “É preciso identificar onde na empresa você precisa de pessoas-chave [e investir nisso]”, diz Costa.

Reinaldo Miguel Messias, consultor do Sebrae de São Paulo, vai além: “Se você pagar a média do mercado para contratar alguém que está do lado de fora [desempregado], você vai pegar os funcionários que as outras empresas não quiseram”, diz ele. A solução, para o especialista, é pagar mais para tirar bons funcionários de outras empresas.

2) Não reter funcionários e perder conhecimento humano

Esse risco é unânime entre os especialistas e, segundo eles, uma das maiores dificuldades de qualquer empresa é reter bons funcionários. “Hoje em dia é muito difícil achar pessoas comprometidas”, diz Ana Lígia Finamor, professora da FGV-RJ.

Hélio Rodrigues da Costa alerta também que o conhecimento na empresa não pode ficar ligado a uma pessoa ou a um grupo de pessoas, para que o negócio não corra risco caso elas saiam. Ou seja: é preciso evitar aquelas situações em que há tarefas que “só fulano sabe fazer”. “As empresas treinam pessoas, mas têm poucos mecanismos para reter o conhecimento delas”, diz o professor.

3) Não pagar funcionários e tributos dentro da legalidade

Para Messias, não pagar os direitos trabalhistas ou tributos e outras obrigações em dia é “um empréstimo a longo prazo”, já que quase inevitavelmente a empresa vai ter que pagá-los posteriormente e em valor maior.

4) Não trocar fechaduras e cadeados e checar estuque do teto para evitar assaltos

Quando o empresário começa o negócio, alugando uma loja ou galpão, é preciso ficar atento à segurança. “Você não sabe quem alugou o imóvel antes”, diz o consultor do Sebrae, então é preciso trocar fechaduras e cadeados das portas. O consultor do Sebrae também aconselha que os empresários examinem o estuque do teto, para ver se ele é facilmente quebrável, pois ladrões podem entrar retirando telhas e roubar mercadorias e dinheiro.

5) Não respeitar a privacidade do cliente

O empreendedor deve ter cuidado com as boas intenções: às vezes, ao enviar cartões, presentes ou outras gentilezas à casa do cliente, pode causar problemas a ele, já que a compra feita pode ser uma surpresa para alguém ou mesmo um segredo.

Messias dá um exemplo: “O sujeito compra um carro e a concessionária manda flores para a casa dele agradecendo pela compra. O problema é que o sujeito é casado e o carro comprado não era para a família, e sim para outra pessoa.”

6) Comprar para você, não para o cliente

O empresário precisa pesquisar e conhecer o gosto do cliente e fazer as compras com fornecedores de acordo com isso, e não com seu gosto pessoal, alerta o consultor do Sebrae.

7) Colocar todos os ovos na mesma cesta

Uma situação frequente quando o empreendedor está começando os negócios é depender muito de um único cliente ou fornecedor. A situação deve ser evitada: “É um risco muito grande”, diz Messias.

8 ) Não calcular todos os custos

Tanto antes de abrir o negócio, para preparar o imóvel, fazer contratações e formar estoque, quanto depois, com a empresa funcionando, é muito frequente que os empresários tenham problemas para estimar seus custos. “Normalmente, a pessoa tem uma ideia, mas depois se surpreende com todos os gastos que precisam ser feitos”, diz Costa, da FGV. Resultado: margem de lucro menor e ainda mais dificuldades para a pequena empresa.

9) Não se relacionar bem com fornecedores

“O fornecedor deve ser seu parceiro, ele vai te dar dicas de tendências, de estoque etc. Você vai ter vantagens”, diz Messias, do Sebrae.

10) Usar boas práticas sem adaptá-las à sua empresa

“Um dos maiores erros do pequeno empresário é pegar boas práticas que existem é achar que elas servem para todo mundo”, diz o professor da FGV-RJ. “É preciso entender a lógica por trás da prática e adaptá-la à sua empresa.” Por exemplo, o sistema de pagamentos usado por uma grande empresa de mineração pode ser um exemplo de boa prática, mas dificilmente fará sentido para uma pequena padaria usá-lo.

[Mídia] Qual o melhor notebook de entrada?

15 novembro, 2009 por wfilho

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Hi All,

Hoje (15/11/2009) passou o quadro Laboratório Digital no programa Olhar Digital da Rede TV. Nesse quadro são feitos comparativos diversos sobre Tecnologia, Telecom e Gadgets.

No programa deste domingo foi tratado sobre um comparativo entre os notebooks  mais baratos do mercado.

Fui o responsável técnico pelo comparativo, que foi bastante interessante de ser feito. Como sempre, o pessoal da edição do programa surpreendeu com o resultado final editado. É muito legal ver algo que você preparou no escrito ser convertido em um programa de TV, com roteiro, imagens, vídeos, etc.

Confiram a matéria da integra clicando na imagem abaixo:

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[Video] História da Toyota e o surgimento do Lean Manufacturing

14 novembro, 2009 por wfilho

TOYOTA - Lean Manufacturing

Olá pessoal,

Estava viajando e fiquei um bom tempo longe, mas já estou de volta ! ;)

Na consultoria que estou prestando a um cliente que vende para o setor automobilístico, precisei de um material para uma palestra sobre Lean Manufacturing e encontrei um vídeo muito legal no youtube que aconselho a visualização.

Enjoy!

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Este é um vídeo sobre a história da Toyota e o surgimento do Lean Manufacturing, que mostra também como alguns conceitos de Just in Time, Kaizen, Kanban, Autonomação foram desenvolvidos e implementados na empresa trazendo benefícios de produtividade e qualidade. O arquivo possui legendas em português e foi dividido em duas partes.PARTE I -

[ PARTE I ] TOYOTA - Lean Manufacturing

[ PARTE II ] TOYOTA - Lean Manufacturing

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[Artigo] Pet reciclado chega às roupas de grife.

28 outubro, 2009 por wfilho

 Pet Roupa

Hey All,

Me deparei recentemente com essa iniciativa no ramos de sustentabilidade, espero que aproveitem o artigo.

Enjoy!

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O uso de plástico PET reciclado na confecção de roupas está deixando as camisetas promocionais e os uniformes corporativos para entrar nas grandes marcas de moda. Hoje, o mercado têxtil absorve 50% das resinas PET recicladas no Brasil, material que está sendo usado por confecções como a Osklen, Vila Romana, Lucy and The Sky e a esportiva Asics.

As empresas apostam no diferencial ecológico do material, que permite a retirada de embalagens do meio ambiente.

“As marcas querem ser associadas à sustentabilidade, e estão descobrindo que o PET reciclado pode trazer glamour às suas confecções”, afirma Auri Marçon, presidente da Associação Brasileira da Indústria do PET (Abipet). A resina PET foi desenvolvida no fim da Segunda Guerra Mundial para a produção de fibras têxteis. Mas só a partir da década de 1970 passou a ser utilizada em embalagens. Hoje, das garrafas descartadas, é possível produzir fibra de poliéster, que misturada a outros materiais, como o algodão, garantem um tecido mais leve, que caiu no gosto dos estilistas.

Uma das marcas que desencadeou esse movimento foi a carioca Osklen, que pesquisa desde 2000 novos materiais com apelo de sustentabilidade, em um projeto batizado de E-Fabrics. A malha de PET entrou nas coleções no ano passado, e o plano é crescer o uso a cada nova coleção. “Na coleção que chegou às lojas em setembro temos seis camisetas em PET reciclado. Para 2010, também estão previstos novos modelos”, diz Nina Braga, coordenadora do projeto E-Fabrics.

Ao lado da malha de PET reciclado, brim orgânico, couro de tilápia e lona de juta estão entre os tecidos que já vêm sendo aplicados. “Os materiais são apresentados também a outros estilistas, de modo a incentivar a indústria de moda a usar tecidos com esse apelo”, diz Nina.

EXPANSÃO

A Textilfio, malharia de Jaraguá do Sul (SC), aposta em uma malha composta por PET reciclado misturado ao algodão desde 2006. A demanda começou a crescer em 2008, quando a empresa passou a fornecer para o projeto E-Fabrics. Na esteira, vieram grifes como Vide Bula, Cobra dÁgua, Lucy in the Sky e outras, que fizeram a produção da malha PET dobrar em um ano. “Como sustentabilidade não é modismo, cada vez mais as bases PET vêm fazendo parte das coleções”, diz Daniela Kuhn Pamplona, gerente comercial da Textilfio.

O Brasil recicla 230 mil toneladas de plástico PET por ano, o equivalente a 54% do total produzido. A indústria de reciclagem do material movimenta R$ 1,08 bilhão, mas opera com ociosidade de 30%. “Há demanda, mas falta coleta do material”, diz Marçon, da Abipet.

 

Fonte:  Último Segundo