Código Florestal Brasileiro: A polêmica proposta de alteração.

13 julho, 2010 por janaina

desmatamento.jpg

Dentre os assuntos mais discutidos recentemente nos jornais, está a proposta de mudança do Código Florestal brasileiro, Lei 4771 criada em 1965. O autor da proposta que foi aprovada por 13 votos a 5 no comissão especial da câmara no dia 06 de julho de 2010 e seguirá para o Senado é o Deputado Aldo Rebelo do PC do B, Para quem até hoje teve pouco acesso ao assunto, o Código Florestal é considerado uma das legislações ambientais mais completas do mundo, na proteção de florestas e da biodiversidade.Porém esse Código ganhou a atenção do Relator Deputado Aldo Rebelo que decidiu fazer um relatório com alterações em seu texto atual. A partir de então, Ruralistas travam uma batalha com Ambientalistas para discutir a real importância e necessidade dessa mudança onde cada lado defende seu ponto de vista.Para o relator, “A mudança proposta é de interesse social do país, pois compatibiliza a proteção do meio ambiente e da agricultura. Com a criação da base de uma legislação que deixe o agricultor em paz”.Para ativistas, “O texto estimula o desmatamento na Amazônia e no Cerrado, tornando impossível a recuperação da Mata Atlântica, pois desaparecerá a obrigação de reflorestar as áreas desmatadas.O fato é que a mudança apresenta vantagens e desvantagens, veremos o que o relator propõe de diferente do que já está escrito:

Desvantagens

  • Retira a obrigatoriedade de reserva legal (área destinada ao uso sustentável dos recursos naturais, à conservação e reabilitação dos processos ecológicos, à conservação da biodiversidade e ao abrigo e proteção de fauna e flora nativa) sem propriedades de até quatro módulos, consideradas pelo documento como pequenos agricultores.
  • Na Amazônia, onde as propriedades de até quatro módulos podem ter até 600 hectares, então a isenção de reserva legal representa 70 milhões de hectares de floresta que equivalem a 70 milhões de campos de futebol, uma quantidade absurdamente grande. A proposta, segundo o Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia, contempla bem mais do que a agricultura familiar.
  • A mata ciliar (área ao redor dos rios) a ser preservada passará de 30 metros para 15 metros, podendo ser reduzida ou aumentada em até 7,5 metros (50%) de acordo com legislação estadual. Entretanto, os Estados terão de respeitar a lei nacional, que exige 20% de preservação na Mata Atlântica, 35% no Cerrado e 80% na Amazônia.
  • Apesar de a proposta dar autonomia aos Estados para modificar a reserva nas margens de rios, também limita sua atuação, segundo o Ministério do Meio Ambiente, porque não permite que a faixa de mata aumente além de 50% – mesmo que isso seja necessário
  • Anistia aos crimes ambientais para quem regularizar sua propriedade.
  • Com a redução das reservas legais e das matas ciliares, a formação dos corredores ecológicos (áreas que unem os remanescentes florestais possibilitando o livre trânsito de animais e a dispersão de sementes das espécies vegetais pois permitem a continuidade das espécies da fauna e flora e a conservação da biodiversidade) fica comprometida.
  • Topos de morros e varzeas deixam de ser Àreas de Preservação Permanente (APP).

 Vantagens

  • Regulariza, dentro de cinco anos, atividades agrícolas iniciadas até 22 de julho de 2008 – mesmo que estejam localizadas em Áreas de Proteção Permanente (APP). Cria uma espécie de moratória para as dívidas e multas ambientais de atividades até então irregulares.
  • Em algumas regiões, isso poderá ser desastroso de acordo com o Ministério do Meio Ambiente (MMA). Para a Associação de Preservação do Meio Ambiente e da Vida, estender o prazo para regularização por mais cinco anos favorece quem nunca cumpriu o código florestal.
  • Mudanças no geral, sugerem melhorias para o desenvolvimento agrícola e rural o que consequentemente impactam no desenvimento econômico do país.

Não queremos ser contra os políticos desde que sejam éticos, até porque o desenvolvimento do país é de vital importância para o progresso, mas deve ser tratado com responsabilidade socioambiental, nós queremos que continuem com a preservação de áreas verdes, a conservação da biodiversidade e recursos hídricos, o controle de enchentes, a qualidade de vida, controle da poluição e a proteção do solo e se alguma mudança na lei propor tal façanha e ajude no desenvolvimento pecuário e agrícola, será perfeito. Dieferente disso, é um suicídio da vida como um todo a médio prazo.Todos nós sabemos que a destruição e a conservação do meio ambiente depende da ação humana (a única espécie que ameaça a natureza) e a responsabilidade de reverter tal destruição está nas mãos de todos. Então basta conciliar a legislação com a realidade e necessidade do país.Os fenômenos causados pelo humano, como aquecimento global, poluição e destruição da camada de ozônio.

Em suma, esse novo código tras inúmeras ameaças para o equilíbrio da vida, vale ressaltar que nós humanos consumistas ao extremo, dependemos acima de tudo das florestas e dos animais que atuam no equilíbrio ambiental propiciando por consequência a qualidade do ar que respiramos, da água potável que bebemos, da terra que colhemos o fruto e do clima que tende piorar com a intervenção do homem que infelizmente só pensa em promover o consumo muitas vezes desnecessário e insustentável. A consciência e o voto são pessoais mas o resultado de qualquer ação ao meio ambiente é vital e global.

Alguns links sobre o assunto estão no texto acima, vale a pena ler e entender tudo que acontece, pois somente a conscientização que parte de cada um pode ajudar as próximas gerações terem qualidade de vida e uma história a contar, seja no momento de escolher os governantes, seja no consumo ou ações sustentáveis. Informação e boa vontade só faz o bem. Pense nisso! 

O que seria importante na análise do mercado consumidor?

18 maio, 2010 por janaina

 Meu caro amigo.

Conforme iniciamos a conversa no último domingo naquele churrasco, seguem os detalhes importantes para uma análise do mercado consumidor, no seu caso, a sua fábrica de fraldas descartáveis:

fraldas.jpg

Entender e conhecer o ramo onde se atua é importantíssimo para obter sucesso no negócio. Seus produtos devem atender às necessidades dos consumidores/compradores. Para atingir esse mercado, você deve ter uma estratégia de marketing. 

Só que para conhecer o comportamento do consumidor, você primeiramente deve agrupar os seus consumidores de acordo com características e hábitos (necessidades e desejos) em comum, eis a chamada segmentação do mercado.

Para tal análise, algumas perguntas devem ser consideradas: 

·        O meu produto é destinado a quem? Para quem ele é interessante? No seu caso, o neném é o consumidor, mas quem compra seu produto é a mãe ou pai, normalmente. 

·        Quem é o meu cliente? Qual seu perfil? (idade, sexo, profissão, educação, ocupação, crenças) no caso de empresas (porte, faturamento, tempo de existência). Alguns desses fatores atrapalham a comercialização? São representantes de venda? 

·        Quais são seus hábitos de compra? Qual a freqüência e forma de compra? Por semana, quinzena ou mês.

·        Qual o seu estilo de vida? (hobbies, passatempo, atividades sociais, renda, profissão, família, personalidade, etc. e no caso de empresas-clientes: elas têm investimentos e benefícios direcionados a funcionários? Tem a filosofia de proteção ao meio ambiente? Têm alguma norma específica de trabalho? 

·        Onde estão localizados meus clientes em potencial? Onde moram? Qual a temperatura da região, Região a ser atendida. 

·        Qual a minha participação nesse mercado em relação aos meus concorrentes? 

·        Existem oportunidades para que meu produto tenha maior participação no mercado? 

·        O que estão comprando? Como é a embalagem? Qual o preço? Há opção de entrega? Quais as características do produto comprado? Além de interna essa pesquisa deve basear-se também no seu concorrente (benchmarking); 

·        Quais mídias os meus produtos estão dispostos? Forneço promoções, descontos, cupons ou algo semelhante aos clientes? Meus produtos/serviços têm garantia, selo de qualidade?  

·        Ofereço serviço de atendimento ao cliente proporcionando sugestões, reclamações e elogios? 

·        Financio? Faturo a prazos maiores? Existe parceria de troca de serviços? Esses fatores são direcionados para o caso em que outra empresa é a cliente.

·        Como distribuo meu produto? Como o meu cliente se depara com a minha marca?  

Resumindo, de quanto, quem e o que preciso para atender o meu mercado consumidor? 

Quanto mais essas características significarem para seus clientes potenciais, maior deverá ser a sua segmentação de um mercado alvo, que é aquele que tem poder de consumir e não o que você deseja alcançar. Ao conhecer melhor o seu consumidor/cliente você pode prestar o melhor serviço. Quem conhece, entende e quem entende, satisfaz e supera as necessidades. 

Como diria o Sr. Philip Kotler – Professor e escritor tido como referência na área de Marketing – “As decisões de compra de um consumidor estão diretamente relacionadas às características do comprador, aos estímulos existentes (propagandas, embalagens, sabor) e os seus processos de decisão”. 

O preço de um tipo específico de produto ou serviço tende a criar diferentes grupos de clientes. Os clientes que são sensíveis ao preço estão em um segmento; os que estão dispostos a pagar por um certo nível de qualidade estão em outro. Você pode encomendar pesquisas do seu mercado também, mas para isso seja bem claro na sua intenção quanto aos resultados junto à empresa responsável pela pesquisa.

 Depois de avaliar o seu mercado consumidor, você terá a base para realizar o planejamento do seu negócio como que tipo de matéria-prima a ser utilizada, quais os hardwares e softwares para a produção e até mesmo qual o valor para investir.

E é isso… Se quiser discutir mais, podemos marcar um churrascão de novo garanto que teremos mais assuntos a tratar. Outra dica é sempre pesquisar, seja em sites específicos de sua área, seja em revistas/jornais, concorrentes, ações que deram certo e etc. Informação nunca é demais.

Ah… vou levar os meus CDs da próxima vez!

Abraços

A música no contexto da arte e da educação

14 maio, 2010 por janaina

A Educação conforme a escritora americana Ellen White é o desenvolvimento harmônico das faculdades físicas, mentais e espirituais e a arte contribui muito para esse desenvolvimento integral.

A escritora brasileira Ana Mae Tavares Bastos Barbosa mencionou: Educação é o caminho que leva alguém a realizar as próprias descobertas e alcançar sua expressão própria.

Sabemos que os gregos, desde os tempos remotos, tinham como disciplinas primordiais à educação física e a música. A primeira, para desenvolver um bom físico e a segunda para uma mente sadia, Mente sã em corpo são.

Todos os pais e educadores devem se convencer de que a música é um inestimável beneficio para a formação, desenvolvimento e equilíbrio da personalidade da criança e adolescente.

Segundo o educador Paulo Dourado: A música é a mais abstrata das manifestações do homem. Exprime o que de mais profundo há no espírito humano.

A utilização da música na educação de crianças é um grande estimulo ao desenvolvimento do pensamento criativo, da imaginação e de noção de forma.

Os três elementos fundamentais da música, melodia, harmonia e ritmo, devem ser desenvolvidos cantando, ouvindo e tocando instrumentos até construídos pelos próprios alunos.

O objetivo deve ser o desenvolvimento das faculdades intelectuais e sensoriais e a busca de uma interação enriquecedora entre ambas. Advoga-se a tese de maior intercambio entre arte, ciência e técnica e, de que “toda pessoa é talentosa”, procurando despertar no estudante sua sinceridade de emoção, sua agudeza de observação, sua fantasia e criatividade.

O professor deve estimular os alunos à composição de músicas instrumentais e vocais. Deve permitir em primeiro lugar a exploração livre pelos alunos, depois, à medida que vão realizando as improvisações, professor e aluno selecionam o material, colocam numa ordem, ensaiam bem para que saibam as letras com precisão rítmica e melódica. As músicas podem ser integradas numa peça de teatro, numa coreografia, numa festival ou num recital ou concerto.

Achamos interessante mencionar uma experiência com nossos alunos da Educação Artística do 2º Grau, atual Ensino Médio, onde dividimos a classe em vários grupos, escolhemos um tema onde um grupo escreveu o roteiro da peça, outro pintou e improvisou o cenário, outro cuidou dos efeitos de luz e som, outros interpretaram os papéis, dramatizaram, o grupo dos músicos providenciou os fundos musicais e tocou na abertura, interlúdio e poslúdio.

A classe trabalhou unida e arduamente, e apresentou um programa para pais e alunos da escola. Todos os alunos se realizaram e, felizes, foram coroados pelos seus esforços.

Pela lei 5.692/71 o Brasil instituiu duas horas por semana para Arte nas escolas. Para nosso trabalho muitas vezes era pouco tempo e os alunos não se incomodavam em marcar ensaios extras, pois faziam por prazer e com gosto. O que acontece, é que muitas vezes professores pouco motivados, sem formação especializada ou, ainda pior, alguns pouco interessados em aperfeiçoar-se, sem idéias renovadoras, tornam essas aulas maçantes. Isto e mais o consenso antimusical de alguns pedagogos do nosso país “Música não serve para nada”.

Opinião assim e, música, como arte turva, instintiva, impulsiva, sexualizada, pouco compatível com a sublimação cultural e mais a radiocacofonia, cotidiana e permanente, que provocam fenômenos de rejeição acústica, ensinam a desouvir.

Todas estas idéias negativas de música formadas no século XX e a vinda de músicas ruidoras que, cansam e desgastam grandemente o sistema nervoso, deixam as pessoas irritadas e extremamente cansadas.

Por outro lado, as músicas eruditas em geral, têm um efeito terapêutico muito grande, ajudando na cura de várias enfermidades, daí o termo musicoterapia.

O conceito de ensino da arte como adorno para as moças da classe alta até meados deste século, fixou a idéia que as belas artes e o estudo do piano e canto são só para o sexo feminino, concepção esta inteiramente errada.Instrumentos e Belas Artes não possuem sexo. São apropriados a todos independentemente de sexo. Tanto que os pianistas, cantores e pintores de maior projeção de todos os séculos são homens. Talvez, devido ao machismo existente em todo o mundo, em todas as épocas…

Portanto as generalizações aos músicos e artistas são simplesmente absurdas! A música no decorrer de nossa vida e, na experiência artística-musical, sempre representou uma forma de libertação emocional, uma grande auxiliadora pedagógica par se aprender as demais matérias. Também para desenvolver: a coordenação motora, leitura dinâmica, criatividade, senso estético, concentração, desinibição, afetividade, auto-afirmação, equilíbrio, confiança, fluência, flexibilidade e originabilidade.

É nosso objetivo reforçar que a música e, as artes em geral, podem contribuir para o equilíbrio emocional, psicológico e social do educando. Igualmente, que o ensino da música na arte educação, por pessoas devidamente especializadas, é de suma importância a fim de proporcionar uma melhor integração do indivíduo na família, escola e sociedade.

Ana Maria N. Gorski Damaceno
Mestre, Pianista Concertista

FONTE: http://www.folhadafamilia.com/musica_adoracao004.asp

Use o cinto de segurança

13 maio, 2010 por janaina

Você nem imagina o quanto esta proteção é importante!

Abraços

WEB 2.0 – Mídias sociais, em especial, o Blog

7 abril, 2010 por janaina

midias-sociais.jpg

O que a Web 2.0 vem agregando em sua vida? Mas o que é a Web 2.0 mesmo?

A Web 2.0 se apresenta como a segunda geração da internet de comunidades e serviços que se interagem. Não é uma atualização da Internet em si, mas uma nova forma de ser utilizada, encarada e tratada.

“Web 2.0 é a mudança para uma internet como plataforma e um entendimento das regras para obter sucesso nesta nova plataforma. Entre outras, a regra mais importante é desenvolver aplicativos que aproveitem os efeitos de rede para se tornarem melhores quanto mais são usados pelas pessoas, aproveitando a inteligência coletiva” Tim O’Reilly – um dos criadores do termo em 2007. Diários eletrônicos, documentários, correspondências eletrônicas, chats, buscas de temas ou histórias, propagandas, mapas, pagamentos on-line, tradução, agendas, leitura de notícias, vídeos, fotos e muito mais que existe e está por vir.

Eis algumas das mídias sociais mais famosas: Facebook, My Space, Flickr, Orkut, YouTube, Linkedin, Fóruns, Twitter, blogs entre outros.              

O Twitter é um dos meios de comunicação mais utilizados e comentados ultimamente dentro das mídias sociais da web 2.0. Com seu simples conceito de interagir usando somente 140 caracteres (tweets), não deixa de ser criativo e de certa forma interessante, já que mais da metade do que é publicado é praticamente inútil.

Os blogs são mencionados como ícones da Web 2.0. Entretanto interfaces colaborativas e participativas sempre existiram desde que a Internet dava seus primeiros passos (no berço das universidades). Listas e fóruns de discussão são exemplos antigos de colaboração e participação. Desta forma, o blog seria um dos pilares mais antigos da Internet, permitindo que virtualmente qualquer indivíduo ou empresa publique e compartilhe informações na rede. Ele permite a atualização rápida a partir de inserção dos chamados artigos, ou “posts”.  Os blogs começaram como uma espécie de diário online. Hoje, são indispensáveis como fonte de informação e entretenimento. O que era visto com certa desconfiança pelos meios de comunicação virou até referência para sugestões de reportagem e debates. Agora são ferramentas lucrativas, promocionais e até mesmo de auto-ajuda.

De qualquer forma, a Web 2.0 marcou o amadurecimento no uso do potencial colaborativo da Internet. No jornalismo, por exemplo, a produção colaborativa tem sido usada para aumentar a gama de assuntos abordados em portais de notícias. Vários canais de notícias permitem a qualquer usuário publicar suas próprias notícias. Então, além de dar ao usuário a sensação de fazer parte do portal, essas empresas conseguem ter um volume de notícias que não conseguiriam caso tivessem de remunerar profissionais para produzi-las e propagá-las.

Assim, a web 2.0 pode ser usada como uma importante ferramenta pedagógica para a construção de conceitos, oferecendo além de um ambiente de fácil publicação e espaço para debates, recursos para a gestão coletiva do trabalho comum com a “arquitetura de participação”. Resumidamente, dentre suas principais atividades a Web 2.0 traz uma nova forma de lucrar, marketing e publicidade, jornalismo, críticas, novas tecnologias e a computação em nuvem.

Computação em nuvem é uma tendência integrante da Web 2.0 de se levar todo tipo de dados de usuários - inclusive os próprios sistemas operacionais - a servidores online, tornando desnecessário o uso de pendrives, cds, dvds ou qualquer outro dispositivos de armazenamento além de possibilitar o compartilhamento de um conteúdo com qualquer plataforma de acesso à web. Tornando-o totalmente portátil. Não somente computadores, mas também notebooks, celulares e até iPods. Já existem diversos serviços online que tentam aproximar tais funções de um sistema operacional. EyeOS, Glide, DesktopTwo como exemplo.

Em suma, todo e qualquer conteúdo e nova tecnologia que surgem, tem suas vantagens e desvantagens, uma das características principais e benéficas da web 2.0 é o acesso e troca de informações na palma da mão e do outro lado, com toda essa praticidade, essas informações podem ser corrompidas e não tão confiáveis, então a fonte deve ser questionada. Mesmo com seus questionáveis defeitos, dentre as mídias sociais citadas, qual delas você não vive sem? Porque em um mundo tão comunicativo e informatizado alguma delas já te fisgou, não é mesmo? 

computer_addiction.jpg

As pequenas grandes coisas

15 março, 2010 por janaina

Só ouvir o seu cliente não basta, você deve escutá-lo!

E para descontrair…

Trate bem seu cliente.

O que achou dos vídeos? Deixe seu comentário, por favor!

30 razões que levam uma empresa a fechar as portas

13 março, 2010 por janaina

        falencia.jpg

Confira quais são os 30 erros mais comuns das empresas, seja na administração de pessoas, processos ou finanças. Provavelmente nunca ninguém lhe falou as principais falhas que você micro ou pequeno empresário pode estar cometendo na gestão financeira da sua empresa. Aproveite este artigo, o qual foi sugerido por um aluno e empresário.

“Eu já montei e tive que fechar cinco empresas, depois dessa cruel experiência decidi voltar para a sala de aula”. Este foi o desabafo que um dos alunos do curso de Planejamento e gestão  financeira, fez no primeiro dia de aula. A resistência para sair da rotina de trabalho, originada quase sempre pelo conforto é grande, mas chega uma hora que não tem outra saída. Foi o caso deste empresário, que depois dessa triste experiência, que aconteceu entre os 33 e 58 anos de idade, decidiu buscar conhecimento e se atualizar.

Vejamos as principais falhas que temos percebido na área financeira, tanto em trabalhos de consultoria e assessoria, como em cursos abertos e fechados:

1. Acreditar que basta colocar um software de gestão financeiro para controlar as contas da empresa.

2. Acreditar que somente um funcionário pode tomar conta das finanças, dependendo do tamanho da empresa.

3. Acrescentar às contas da empresa, suas contas particulares e até as contas da família, para o funcionário controlar.

4. Misturar as contas da empresa com as contas particulares, inclusive com cartões de crédito pessoal, transferências de contas (pessoa física/pessoa jurídica), etc.

5. Fazer retiradas avulsas das contas da empresa durante o mês de acordo com sua necessidade particular.

6. Valor do pró-labore crescente e/ou indefinido (variável) todo mês.

7. Não registrar as entradas e saídas de dinheiro com precisão e no instante do fato.

8. Não dispor de um plano de contas gerencial (não tributário) que identifique e agrupe as principais contas da empresa (entradas e saídas no caixa e receita e despesa no demonstrativo de resultados).

9. Exigir do funcionário melhor controle, sem este dispor das condições da segurança e da autonomia para controlar o caixa.

10. Colocar o funcionário do financeiro para fazer outros serviços ou serviço externo.

11. Pegar dinheiro do caixa, sem comunicar o responsável pelo controle.

12. Acreditar que o saldo do caixa no final do mês é o lucro da empresa.

13. Não controlar e fazer inventários periódicos, valorizando o estoque.

14. Não dispor de controles a fim de conhecer com precisão o estoque inicial, estoque final e o custo da mercadoria vendida (ou custo da matéria prima).

15. Gastar o saldo do caixa para pagar contas particulares e outros negócios.

16. Não fazer uma reserva de caixa para despesas eventuais de final e inicio de ano.

17. Acreditar que é difícil (ou impossível) fazer uma previsão de fluxo de caixa.

18. Confundir lucratividade com rentabilidade.

19. Confundir fluxo de caixa com demonstrativo de resultados.

20. Confundir custos fixos com variáveis e vice-versa.

21. Acreditar que acrescentando uma porcentagem “X” aos custos operacionais, é a forma correta de formar o seu preço de venda.

22. Não considerar descontos, devoluções, garantias e as despesas escondidas como: encargos sociais, depreciação, seguros, etc, na apuração de resultados.

23. Confundir contas de caixa com contas de resultados.

24. Confundir regime de caixa com regime de competência.

25. Não calcular e atualizar o capital de giro necessário para a empresa.

26. Não conhecer e nem calcular o seu ponto de equilíbrio para controle, tomada de decisões e criação de estratégias sazonais.

27. Não saber com precisão qual o lucro (ou prejuízo) da empresa.

28. Acreditar que são os funcionários que precisam da empresa (emprego).

29. Contratar mais parentes baseado somente pela confiança e/ou por pena.

30. Prescindir das novas tecnologias da informação.

Como consequência dessas inconformidades, a empresa estagna, não consegue mais crescer e logo em seguida passa a pagar seus compromissos com atraso. Depois passa a depender de empréstimos bancários e por último passa a demitir funcionários para diminuir a folha de pagamentos. Com isso cai a produtividade e a qualidade dos serviços.

Daí os clientes começam a migrar para os concorrentes mais atualizados e agressivos, terminando com o fechamento do negócio. Essa é a triste história deste aluno e de milhares de empreendedores e pequenos empresários do Brasil e do planeta inteiro.  O negócio era bom em quanto era pequeno – dava para administrar e ganhar dinheiro.

Agora, as condições externas e internas estão muito diferentes, os clientes estão cada vez mais exigentes, existem muito mais opções no mercado para atender as mesmas necessidades. Depois que a empresa começa a crescer, a situação fica mais difícil de administrar.

Se pelo menos cinco destas situações estiverem acontecendo com você (ou com seu amigo), sua situação é delicada e muito perigosa. A tendência é piorar cada vez mais.

Federico Amory (Consultor da Eficaz consultoria de gestão, especialista em reestruturação organizacional e empresas familiares. http://www.empresa-eficaz.com.br - ee@empresa-eficaz.com.br )

HSM Online
10/03/2010

Juramento do Administrador

12 fevereiro, 2010 por janaina

 

  juramento.jpg

 

O juramento retrata o momento solene em que o profissional na plenitude de sua formação profissional, de sua conscientização como membro de uma categoria, de seu amadurecimento como cidadão investido de responsabilidade para com toda  comunidade, afirma, livre mas enfaticamente, sua integral dedicação aos postulados da profissão e total respeito aos seus valores técnicos, legais e morais.

A Assembléia de Presidentes de Conselhos de Administração, Federal e Regionais, aprovou em sua 2ª. reunião, realizada em Brasília no dia 8 de maio de 1978, o juramento do “ADMINISTRADOR”, nos termos propostos pelo Conselho Regional de Administração de São Paulo.

“Prometo DIGNIFICAR minha profissão, consciente de minhas responsabilidades legais, observar o código de ética, objetivando o aperfeiçoamento da ciência da administração, o desenvolvimento das instituições e a grandeza do homem e da pátria”.

Fazer o juramento ao ingressar na profissão, constitui o dever inicial de todo o Administrador; respeitá-lo, obedecendo-o, constitui o dever de sempre do Administrador.

Façamos de nossa profissão razão de nosso orgulho. Façamos que seja respeitada, admirada, valorizada. O profissional reflete o conceito que sua categoria goza. Elevemos, cada vez mais, a profissão de ” Administrador “, honrando a escolha que fizemos.

Visite o site do Conselho Regional de Administração de São Paulo : http://www.crasp.com.br/ 

 

A inovação pode tornar sonhos reais

12 fevereiro, 2010 por janaina

Caros colegas, 

Achei interessante as opiniões de grandes executivos sobre metas, inovação e principalmente sonhos de um empreendedor. Para mim, estes são combustíveis primordiais para o sucesso de uma empresa e a idealização de sonhos traçados por metas e objetivos reais. 

Técnicas e métodos são aprendidos, repassados e compartilhados, porém sua ideologia, seu modo de ver e acreditar no mundo e em você são particulares e de sua total responsabilidade.

 Pense nisso.

Até a próxima!

“Toda negociação integrativa contém uma negociação distributiva”

6 fevereiro, 2010 por janaina

A negociação é fundamental para se chegar ao objetivo por meio de um acordo e este acordo pode ser integrativo ou distributivo ou até com artifícios mesclados dos dois modos. 

                                            martelo.gif

Na negociação integrativa, a satisfação das necessidades de uma parte não faz com que a outra parte tenha uma diminuição em sua satisfação, tornando a situação colaborativa e fortalecendo a empatia. Dessa maneira, os ganhos são maximizados, pois cada um visa obter equivalência e é importante ressaltar que a participação individual na busca do consenso é determinante na finalização do acordo. Isso ocorre em sociedades e partidários de uma causa comum, por exemplo.

Já em uma negociação distributiva, o valor ganho por uma das partes torna-se inviável para a outra, no caso da venda de um imóvel, por exemplo. Disputa-se um bem fixo ou restrito, originando então uma situação competitiva e acirrada, pois a intenção de cada um é de obter o maior ganho possível. Não se busca em primeiro momento a identificação de interesses alheios, mas se estes forem válidos para que se chegue ao objetivo, isso pode acontecer sem que os participantes percebam, e nessa situação ocasionar então um ganho maior também para a outra parte.

Tendo em vista que na negociação integrativa o acordo acontece quando as partes saem ganhando igualmente em relação aos seus interesses, até que se descubram os interesses, as partes se utilizam da negociação distributiva para os descobrirem e fecharem o negócio. Logo, toda negociação integrativa contém partículas de uma negociação distributiva.

Exemplos:

Dois irmãos ao negociarem um abacaxi.

Eles podem negociar metade do abacaxi, partes dele ou somente o suco, porém ao ser oferecida somente a casca para o primeiro, é aceita imediatamente, pois para o segundo, o que interessa é a polpa. Então na negociação em que eles queriam obter a maior quantidade do abacaxi, eles se satisfizeram com a casca para um e com a polpa para o outro. Nesse caso, cada um com sua importância saiu ganhando mais pois, os interesses de cada um foram supridos e o outro aparentemente não fez um bom negócio.

Aluguel de um apartamento.

No primeiro instante, o “inquilino” quer ganhar um bom desconto no valor e o proprietário quer obter maior ganho na mensalidade, porém ao conversarem muito entre concessões e discussões, descobrem que o ideal para o dono do imóvel é obter serviços mecânicos e hidráulicos do inquilino ao invés do pagamento em dinheiro e para o inquilino, esse é o modo ideal para ter onde morar e ao mesmo tempo prestar serviços e a divulgação de seu trabalho, dessa forma as partes se realizaram igualmente por suas posições em relação ao negócio.

Não estou colocando em jogo que isso é regra, que toda negociação distributiva tem ganhos mútuos iguais, porque o ideal mesmo é o equilíbrio e a satisfação igual dos negociadores integrativamente, porém se o caminho a ser seguido para fechar o acordo é barganhar o máximo possível e ainda manter a outra parte realizada numa equação, então que seja feita a negociação distributiva com finos traços de uma negociação integrativa e negócio fechado!