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	<title>Rodrigo Marins</title>
	<link>http://www.biinternational.com.br/aluno/rodrigomarins</link>
	<description>Blog acad&#234;mico - B.I. International</description>
	<pubDate>Wed, 23 Feb 2011 14:07:28 +0000</pubDate>
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	<language>en</language>
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		<title>Futuro da Sociedade Criativa</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Feb 2011 14:07:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rodrigomarins</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Princípios da Gestão da Inovação]]></category>

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		<description><![CDATA[p { margin-bottom: 0.21cm; }a:link { 
Estamos em meio a um colapso moderno, com a difusão do conhecimento através da internet e meios de fácil acesso a informações, vemos a todo momento novas criações, inovações e fracassos.
	A era moderna veio para mostrar como é necessário ser criativo, muitos dizem que a pessoa nasce criativa e que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>p { margin-bottom: 0.21cm; }a:link { </p>
<p>Estamos em meio a um colapso moderno, com a difusão do conhecimento através da internet e meios de fácil acesso a informações, vemos a todo momento novas criações, inovações e fracassos.</p>
<p>	A era moderna veio para mostrar como é necessário ser criativo, muitos dizem que a pessoa nasce criativa e que não aprende a ter criatividade com o tempo.</p>
<p>	No meu ponto de vista este conceito esta totalmente errado, imagine se não tivéssemos condições de evoluir nas fases da vida.</p>
<p>	O dom divino da criação é concebido para todos, claro alguns nascem com a capacidade absurda de criar, outros não conseguem se quer imaginar algo simples.</p>
<p>	Nos anos 60 foram realizadas no Instituto de Tecnologia da Califórnia , importantes pesquisas pelo Dr. Roges Sperry, que lhe valeram o Prêmio Nobel de Medicina. Tais estudos serviram de base para diversas conclusões sobre o funcionamento do cérebro humano . Testes em pacientes mostravam o enorme potencial do lado direito do cérebro.<br />
O conceito do lado direito do cérebro, intuitivo e criativo, em contraste com o lado esquerdo, lógico e racional, é hoje corrente não só no mundo da saúde, mas também dos esportes, da criatividade e da aprendizagem.<br />
Através do Desenho e da pintura poderemos estimular o lado direito do cérebro e buscar a integração entre os dois hemisférios, equilibrando o uso de nossas potencialidades. [1]</p>
<p>	Tudo bem, por que estou falando de indivíduos e não da sociedade?</p>
<p>	As sociedades são formadas por pessoas e indivíduos, o que adianta uma invenção criativa de um indivíduo sem que tenha uma sociedade para usufruir?</p>
<p>O futuro da sociedade criativa é a evolução natural do individuo, as criações e o ato de criar, estão acontecendo naturalmente a medida que a sociedade se depara com as inovações da sociedade moderna.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p> [1]<a href="http://studiodelartes.arteblog.com.br/r1443/Lado-Direito-do-Cerebro/">http://studiodelartes.arteblog.com.br/r1443/Lado-Direito-do-Cerebro/</a></p>
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		<title>Caos</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Feb 2011 12:07:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rodrigomarins</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Princípios da Gestão da Inovação]]></category>

		<category><![CDATA[caos]]></category>

		<category><![CDATA[rodrigo marins]]></category>

		<category><![CDATA[rodrigo marins piaba]]></category>

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		<description><![CDATA[
p { margin-bottom: 0.21cm; }a:link {  }
Quando falamos em caos ouvimos falar sobre teorias e os mais diversificados nomes de famosos e estudiosos como Einstein, Langevin, Edward Lorenz que de alguma forma tentam através de meios matemáticos e da dinâmica caótica e sistemas lineares e não lineares provar que nada acontece por acaso.
A teoria [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://mob190.photobucket.com/albums/z166/finaendor/butterfly-effect-poster-2.jpg?t=1279620645" height="240" width="168" align="absmiddle" /></p>
<p>p { margin-bottom: 0.21cm; }a:link {  }</p>
<p>Quando falamos em caos ouvimos falar sobre teorias e os mais diversificados nomes de famosos e estudiosos como <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Einstein">Einstein</a>, <a href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Langevin&amp;action=edit&amp;redlink=1">Langevin</a>, <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Edward_Lorenz">Edward Lorenz</a> que de alguma forma tentam através de meios matemáticos e da dinâmica caótica e sistemas lineares e não lineares provar que nada acontece por acaso.</p>
<p>A teoria estabelece que uma pequena mudança no inicio de um evento qualquer pode ter consequências desconhecidas no futuro. Isto é, se você realizar uma ação nesse exato momento, essa ação terá um resultado amanhã, embora desconhecido.</p>
<p>Neste trabalho o professor quer uma abordagem de como o caos pode influenciar o progresso da sociedade e do indivíduo.</p>
<p>Baseado na teoria do caos se o bater das asas de uma borboleta no Brasil causasse, tempos depois, um tornado no Japão podemos dizer que toda ação de uma sociedade ou de um indivíduo trarão reações/consequências a imediato, médio ou longo prazo.</p>
<p>A sociedade em geral esta passando por diversas mutações em vários sentidos, um exemplo é a forma como ela vem utilizando os recursos naturais de maneira desenfreada sem se importar se a natureza consegue repor na mesma velocidade de consumo e expurgando de maneira aniquiladora os insumos[1].</p>
<p>Podemos falar das grandes nações e o que elas fazem para se manter na liderança impondo seu respeito através de ameças e manipulações, um exemplo é os Estados Unidos da América X China que vivem trocando alfinetadas querendo mostrar quem tem a melhor tecnologia, quem é o mais esperto, resumindo quem é o mais fodão!!!</p>
<p>A maneira de alguma sociedades agirem geram diferenças que em algum momento irá regar um conflito levando a uma possível guerra.</p>
<p>Levando em conta que toda ação cria uma reação podemos enquadrar os dois exemplos acima na teoria do caos, chegará um momento que a forma de conduzir as atitudes da sociedade ou sua forma de consumir tudo aquilo que é oferecido pela natureza, levará a um ponto que se tornará insustentável ao “CAOS”.</p>
<p>Nações brigando por pedaços de terras ou por recursos naturais é um futuro que para alguns estudiosos é certo, o ser humano em algum momento passará por um crivo existencial onde terá que decidir a melhor conduta para garantir o futuro da sociedade.</p>
<p>[1] http://www.youtube.com/watch?v=3c88_Z0FF4k</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Place of the Creations</title>
		<link>http://www.biinternational.com.br/aluno/rodrigomarins/2011/02/18/place-of-the-creations/</link>
		<comments>http://www.biinternational.com.br/aluno/rodrigomarins/2011/02/18/place-of-the-creations/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 18 Feb 2011 15:15:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rodrigomarins</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Princípios da Gestão da Inovação]]></category>

		<category><![CDATA[criação]]></category>

		<category><![CDATA[inovação]]></category>

		<category><![CDATA[principios]]></category>

		<category><![CDATA[rodrigo marins]]></category>

		<category><![CDATA[rodrigo marins piaba]]></category>

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		<description><![CDATA[
O  trabalho visa falar sobre onde ou em qual local minha mente se abre a ponto de ser criativa, posso começar falando que na primeira aula do modulo sobre Princípios da Gestão da Inovação minha mente criou asas, tivemos que descobrir quem eram os professores, tarefa muito difícil levando em conta que os dois [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://i.picasion.com/pic38/a62633c1d96a56d2842b67289921d8f4.gif" height="385" width="300" /></p>
<blockquote><p>O  trabalho visa falar sobre onde ou em qual local minha mente se abre a ponto de ser criativa, posso começar falando que na primeira aula do modulo sobre Princípios da Gestão da Inovação minha mente criou asas, tivemos que descobrir quem eram os professores, tarefa muito difícil levando em conta que os dois tinham cara e jeito de nerds ao estremo!!!</p></blockquote>
<blockquote>
<p align="left"> Quanto ao meu refugio de inspiração, foi difícil identificar um local, pois afinal nunca estou parado em um único lugar, e quando estou parado significa que estou resolvendo algum problema, dormindo ou no modo stand-by; stand-by? Sim em stand-by, vai me dizer que a maioria das vezes estando no trabalho ou em casa com o bebê chorando, a mulher gritando e a filha mais nova pedindo $$ e ainda notificando que vai dormir na casa da amiga o final de semana inteiro “vou fingir que acredito” você não entra em stand-by?! Tem ainda o fato que 99% do tempo que estou em casa, fico na frente da televisão, com tudo isso já posso descartar que em algum momento o meu lar é fonte de inspiração para novas ideias.</p>
</blockquote>
<blockquote>
<p align="left">	No trabalho é ainda mais difícil, hoje em dia é muito complicado uma pessoa atuar somente naquilo que foi contratada para fazer, assumindo diversas funções e responsabilidades e no final das contas todo “free time” fica para resolver problemas e nunca inventar soluções.</p>
</blockquote>
<blockquote>
<p align="left">	Na minha concepção sobre o meu maior momento de criação acontece quando estou na cozinha inventando algo, adoro cozinhar, e no final observar o prazer nas faces daqueles que contemplam a dadiva criada por mim.</p>
</blockquote>
<blockquote>
<p align="left">	O que posso dizer?</p>
</blockquote>
<blockquote>
<p align="left">	A vida moderna nos ocupa de forma que não temos mais a função de criar ou inventar mas consumirmos tudo aquilo que é criado por um mercado consumista, tantas facilidades atrofiam nossa capacidade cognitiva nos levando a viver pelo olhar de outras pessoas que não nasceram para  seguir mas sim para criar.</p>
</blockquote>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Jogo do Avião</title>
		<link>http://www.biinternational.com.br/aluno/rodrigomarins/2011/01/05/jogo-do-aviao/</link>
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		<pubDate>Wed, 05 Jan 2011 11:52:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rodrigomarins</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Outros]]></category>

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		<description><![CDATA[p { margin-bottom: 0.21cm; }
    	Na ultima aula de 2010 o professor passou um “jogo” que envolveria todos presentes em sala de aula, dividindo a classe em duas equipes de aproximadamente 9 integrantes cada equipe, tendo dois jurados monitorando as atividades das duas equipes e dois professores supervisionando todos os presentes em sala de aula.
&#160;
PRIMEIRA ETAPA
&#160;
    	A [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>p { margin-bottom: 0.21cm; }</p>
<p>    	Na ultima aula de 2010 o professor passou um “jogo” que envolveria todos presentes em sala de aula, dividindo a classe em duas equipes de aproximadamente 9 integrantes cada equipe, tendo dois jurados monitorando as atividades das duas equipes e dois professores supervisionando todos os presentes em sala de aula.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>PRIMEIRA ETAPA</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>    	A primeira etapa dos exercícios consistiam em utilizar o sistema linear convencional em lotes.</p>
<p>    	Ao iniciar a primeira etapa vimos que que cada célula de trabalho dentro da equipe tinha um papel definido, por ser uma produção linear em lote logo pudemos notar que algumas células tinham uma demanda maior de trabalho que outras.</p>
<p>   	Outro grande impacto foi o nível de expertise de cada célula, por ser a primeira etapa do jogo ninguém tinha qualquer conhecimento de suas tarefas ou rotina de trabalho.</p>
<p>   	Nessa primeira etapa não notei qualquer ponto forte, por que não havíamos empregado nenhum tipo de conceito e normalização dos processos.</p>
<p>   	Notei os seguintes pontos fracos nessa primeira etapa:</p>
<p>   		Falta de normalização dos processos.</p>
<p>   		Falta de capacitação de cada célula de trabalho.</p>
<p>   		Falta de gestão do conhecimento.</p>
<p>   		Gestão dominante baseada em coagir visando somente o resultado.</p>
<p>   		Falta de envolvimento do gestor com as células.</p>
<p>   		Falta de envolvimento entre as células.</p>
<p>   		Falta da distribuição de conhecimentos entre as céluas.</p>
<p>   		Etc&#8230;</p>
<p>   	No final dessa etapa tivemos como resultado um ambiente conturbado emocionalmente, integrantes nervosos e irritados, aviões fora de padrões gerados pela pressão do gestor e muita discussão sobre todo o processo.</p>
<p>   	Essa primeira etapa serviu como ponto de partida “Base Line” para as outras 2 etapas de 10 minutos cada.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>SEGUNDA ETAPA</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>	Nessa etapa o professor solicitou que empregássemos alguns conceitos adquiridos durante as aulas, o primeiro conceito foi a produção por demanda e o segundo conceito foi a implantação do Kaban.</p>
<p>	Em resumo cada célula só poderia produzir algo quando o kaban estivesse com a matéria-prima que seria utilizada, com a utilização do kaban cada célula tinha uma limitação de produção impedindo que houvesse o uso desenfreado de material.</p>
<p>	Mesmo com a utilização de padrões e normalização do processo ainda tínhamos muitos problemas na linha de produção.</p>
<p>	Com a implantação dos conceitos tivemos que observar os novos fluxos de trabalho de cada célula individual e como um todo.</p>
<p>	Notamos que com a implementação do kaban melhorou muito o fluxo de trabalho e uniformidade entre cada etapa.</p>
<p>	Mas ainda notamos que algumas células ainda estavam com sobrecarga de trabalho e algumas com um grande nível de ociosidade.</p>
<p>	Conseguimos melhorar bastante o tempo na produção dos aviões e na qualidade dos mesmos.</p>
<p>	Deve-se levar em consideração que a primeira etapa serviu também como uma oficina de treinamento prático o que levou a um ótimo desempenho nesta etapa.</p>
<p>	Nesta etapa houve um tipo de gerenciamento do coordenador diferente, não era mais na base da pressão e stress por resultados mas sim um tipo de gerenciamento como base em parceria, onde o coordenador acompanhava todas etapas dos processos entre as células oferecendo ajuda e aconselhando no caso de falhas e alguma anomalia no momento da produção.</p>
<p>	Com isso o coordenador conseguiu em primeiro momento um maior comprometimento de todos envolvidos, aumentando a uniformidade entre todos.</p>
<p>	 Notei os seguintes pontos:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>		<font size="4"><em><u><strong>Fracos</strong></u></em></font></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>		Normalização especifica de processos.</p>
<p>		Falta de envolvimento entre as células.</p>
<p>		Falta da distribuição de conhecimentos entre as células.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>		<font size="4"><em><u><strong>Fortes</strong></u></em></font></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>		Normalização de alguns processos.</p>
<p>		Implementação do kaban</p>
<p>		Comprometimento das células.</p>
<p>		Participação ativa do coordenador</p>
<p>		Melhora na qualidade</p>
<p>		Aumento de Produção</p>
<p>		Menor desperdício de matéria prima</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>	Ao termino o professor fez um balanço e constatou que o desempenho havia aumentado e solicitou que fizéssemos um estudo baseando-se nos indicadores para melhorar todo processo e  aumento da produção.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>TERCEIRA ETAPA – ETAPA FINAL</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>	Nesta etapa reunimos todos os integrantes da equipe para alinharmos e discutirmos a melhor solução a ser adotada, sabemos que analisar e propor novas soluções em um processo existente é muito complicado, imagine com uma equipe de 10 pessoas, um outro agravante foi o pouco tempo para execução e implementação te tudo que foi discutido.</p>
<p>	No final das contas conseguimos um esquema de trabalho e normalização do processo.</p>
<p>	Na primeira e segunda etapa o layout da mesa de trabalho estava junta em uma linha reta, juntamos as duas mesas formando uma especie de “U”, somente esta implementação já nos garantiu um bom rendimento no processo.</p>
<p>	Para um maior aproveitamento diminuímos as células de trabalho de 6 para 4, levando em conta o aproveitamento do expertise de cada membro do grupo pudemos agrupar e dividir melhor os trabalhos, mantivemos a linha de produção com o kaban, estas implementações nos garantiram um grande aumento na linha de produção e na qualidade dos aviões desenvolvido na linda de produção.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>		<font size="4"><em><u><strong>Fortes</strong></u></em></font></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>		Normalização de todos processos.</p>
<p>		Implementação do kaban</p>
<p>		Comprometimento total das células.</p>
<p>		Participação ativa do coordenador</p>
<p>		Melhora na qualidade</p>
<p>		Aumento de Produção</p>
<p>		Menor desperdício de matéria-prima</p>
<p>		Uniformidade no conhecimento de todos os envolvidos</p>
<p>		Comunicação entre as células</p>
<p>		Divisão do Trabalho</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>A Obrigação de Inovar</title>
		<link>http://www.biinternational.com.br/aluno/rodrigomarins/2010/12/08/a-obrigacao-de-inovar/</link>
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		<pubDate>Wed, 08 Dec 2010 16:32:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rodrigomarins</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Outros]]></category>

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		<description><![CDATA[p { margin-bottom: 0.21cm; }
As empresas estão tendo que enxergar que novos conceitos estão nascendo de acordo com as novas oportunidades e negócios, competitividade não é mais o carro chefe para se dar bem, a capacidade de inovar e sofrer mutações de acordo com sua época esta sendo crucial para garantir a sobrevivência nesta globalização.
As [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>p { margin-bottom: 0.21cm; }</p>
<p>As empresas estão tendo que enxergar que novos conceitos estão nascendo de acordo com as novas oportunidades e negócios, competitividade não é mais o carro chefe para se dar bem, a capacidade de inovar e sofrer mutações de acordo com sua época esta sendo crucial para garantir a sobrevivência nesta globalização.</p>
<p>As empresas que ainda se adaptam sofrem prejuízos conceitual e tecnológico, levando prejuízos financeiros macicos.</p>
<p>Veja o caso da Cisco por não enxergar novas oportunidades provenientes do avanço tecnológico, teve que contabilizar um prejuízo de US$ 2,5 Bilhões de dólares.</p>
<p>Na onda da inovação entraremos “estamos” no capitalismo sem atrito, com a difusão da internet, as empresas estão abrindo canais diretos com seus clientes,  criando ferramentas que auxiliam os consumidores.</p>
<p>Na atual globalização tecnológica vemos que riquezas imensuráveis estão sendo exploradas e adquiridas.</p>
<p>Com isso não há mais atravessadores ou processos que antes geravam um aumento no valor final e subiam o valor da operação significantemente.</p>
<p>Com a facilidade da renovação tecnológica as empresas estão criando novos produtos com ciclos de vida menores, forçando assim a um tendência consumista na humanidade de sempre estar comprar e usar as tecnologias de ponta.</p>
<p>Grande parte dos os conceitos usados por décadas  estão sendo adaptados ou extintos,  as empresas tem que inovar, hoje elas não precisam mais se preocupar em gastar internamente milhões com treinamentos  ou manter uma equipe só para estudar os conceitos estratégicos e de marketing, com essa onda as empresas contratam empresas de consultorias especializadas e atualizadas com os conceitos atuais.</p>
<p>Um dos conceitos inovadores foram evolução dos capitais que geram riquezas, os antigos conceitos estrutural, financeiro e intelectual evoluíram para o imaginativo, risco e relacionamento.</p>
<p>Um dos requisitos para estar sempre antenado é a criação do vicio das novidades.</p>
<p>Antigamente as empresas sempre se baseavam no plano estratégico de acordo com as necessidades internas como a lucratividades e capacidade, hoje há empresas que antes de mais nada se baseiam nas real necessidades dos clientes realizando pesquisas e se colocando no lugar deles.</p>
<p>A ameaça é real, os conceitos sofrem mutações, as empresas tem que sempre inovar através de ideias revolucionaria onde não à limite, trabalho ou segmento, ou elas se adaptarão ou estão fadadas a falência e esquecimento.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Trabalho Sobre Técnicas de Negociação</title>
		<link>http://www.biinternational.com.br/aluno/rodrigomarins/2010/05/26/trabalho-sobre-tecnicas-de-negociacao/</link>
		<comments>http://www.biinternational.com.br/aluno/rodrigomarins/2010/05/26/trabalho-sobre-tecnicas-de-negociacao/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 26 May 2010 14:10:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rodrigomarins</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Técnicas de Negociação]]></category>

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		<description><![CDATA[







&#160;


&#160;

“Sorry, Mr.  and Mrs. Binney.
As  your accountant, I wasn’t prepared for this 
kind  of negotiation.” 
&#160;


&#160;





   	 	 	 	 	

 	 	 	
 O que podemos dizer de uma situação como esta?
 Um bom negociador e estrategista sempre prepara uma boa apresentação ou tática antes de começar sua negociação.
 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><title></title></p>
<h2 align="center">
<table width="100%" border="0" cellpadding="4" cellspacing="0">
<tr valign="TOP">
<td width="9%">
<h2 align="center">
<p align="CENTER"><img src="http://www.biinternational.com.br/aluno/ricardodavini/files/2010/05/preparacao1.JPG" height="200" width="150" align="left" border="0" /></p>
</h2>
<p align="CENTER">&nbsp;</p>
</td>
<td width="82%">
<p align="center">&nbsp;</p>
<h2 align="center"></h2>
<h5 align="center"><strong><font color="#ff6309">“<font face="Times New Roman"><em>Sorry, Mr.  and Mrs. Binney.</em></font></font></strong></h5>
<h5 align="center"><strong><font color="#ff6309"><font face="Times New Roman"><em>As  your accountant, I wasn’t prepared for this </em></font></font></strong></h5>
<h5 align="center"><strong><font color="#ff6309"><font face="Times New Roman"><em>kind  of negotiation.”</em></font><font face="Times New Roman"> </font></font></strong></h5>
<p align="CENTER">&nbsp;</p>
</td>
<td width="9%">
<p align="CENTER">&nbsp;</p>
</td>
</tr>
</table>
</h2>
<h2 align="center">
<p align="CENTER">   	 	<title></title> 	 	 	<!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } 	--></p>
</h2>
<p><title></title> 	 	 	<!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } 	--></p>
<p align="JUSTIFY"> <font size="2"><em>O que podemos dizer de uma situação como esta?</em></font></p>
<p align="JUSTIFY"> <font size="2"><em>Um bom negociador e estrategista sempre prepara uma boa apresentação ou tática antes de começar sua negociação.</em></font></p>
<p align="JUSTIFY"> <font size="2"><br />
<em>	Vemos que os Binney&#8217;s desempenharam uma péssima escolha ao contratar seu negociador.</em><br />
</font></p>
<p align="JUSTIFY"> <font size="2"><em>	Na verdade faltou comunicação entre os Binney&#8217;s e seu consultor, se os Binney&#8217;s tivessem analisado o perfil do consultor e solicitado um plano de negociação, MASA, ZOPA, alternativas e opções, eles teriam notado que seu consultor não tem o mínimo gabarito para começar uma negociação.</em></font></p>
<p align="JUSTIFY"> <font size="2"><em>	Esta é uma negociação distributiva e a meta é atingir objetivos opostos visando ganhar a negociação ou no final dela sair com a maior vantagem possível.</em></font></p>
<p align="JUSTIFY"> <font size="2"><em>	Neste caso vemos claramente que o consultor esta com larga desvantagem, sendo manipulado, persuadido e em um ambiente que não lhe é familiar.</em></font></p>
<p align="JUSTIFY"> <font size="2"><em>	Todos esses fatores mostram claramente que sua negociação esta fadada ao fracasso.</em></font></p>
<table width="100%" border="0" cellpadding="4" cellspacing="0">
<tr valign="TOP">
<td width="9%">
<h2 align="center">
<p align="CENTER">&nbsp;</p>
</h2>
<p align="CENTER">&nbsp;</p>
</td>
<td width="82%" align="center">
<h4></h4>
<p><strong> </strong></p>
<h4></h4>
<p><strong><em><br />
</em></strong></p>
<h4></h4>
<h4></h4>
<h4></h4>
<h4></h4>
<h4></h4>
<h4></h4>
<p><strong><em><font color="#ff6309">“</font></em><em><font color="#ff6309"><font face="Times&lt;br&gt;&lt;/font&gt;  New Roman">Your  time is almost up.</font></font></em></strong></p>
<h4><strong><em><font color="#ff6309"><font face="Times&lt;br&gt;&lt;/font&gt;  New Roman"> If you don’t agree to our terms, </font></font></em></strong></h4>
<h4><strong><em><font color="#ff6309"><font face="Times&lt;br&gt;&lt;/font&gt;  New Roman"> I’m gonna head back  to the corral.”</font></font></em></strong></h4>
<h2></h2>
</td>
<td width="9%">
<p align="right"><img src="http://www.biinternational.com.br/aluno/ricardodavini/files/2010/05/abuso.JPG" height="200" width="150" align="right" /></p>
</td>
</tr>
</table>
<h2 align="center">
<p align="CENTER">   	 	<title></title> 	 	 	<!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } 	--></p>
</h2>
<p><strong><font color="#ff6309"> </font></strong></p>
<p align="right">   	 	<title></title> 	 	 	<!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } 	--></p>
<p align="JUSTIFY"><font size="2"><em>O titulo consegue claramente declarar que se trata de uma negociação integrativa “</em></font><em><font face="Times New Roman"><font size="2"><em>If you don’t agree to </em></font></font></em><strong><em><font face="Times New Roman"><font size="2"><em>our terms</em></font></font></em></strong><font size="2"><em>” onde tem vários interesses em jogo.</em></font></p>
<p align="JUSTIFY"> <font size="2"><em>Apesar do impositor estar em maior desvantagem, pode-se ver que ele é um ótimo negociador, mesmo estando em desvantagem ele esta ditando as regras da negociação, presume-se com isso que ele esteja com algo de valor que a outra parte almeje muito.</em></font></p>
<p align="JUSTIFY"> <font size="2"><em>Para o impositor ditar as regras e declarar com tanto afinco seus termos, posso presumir que  ele tenha  estudado o cenário e tem claramente a sua ZOPA e traçou MASA.</em></font></p>
<p align="JUSTIFY">
<table width="491" border="0" cellpadding="2" cellspacing="0">
<tr>
<td colspan="2" width="100%" bgcolor="#bbbbbb">
<p align="CENTER"><strong>Vocabulário</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="19%" bgcolor="#ffffff">
<p align="CENTER">ZOPA</p>
</td>
<td width="81%" bgcolor="#ffffff">Zona de Possível Acordo</td>
</tr>
<tr>
<td width="19%" bgcolor="#dddddd">
<p align="CENTER">MASA</p>
</td>
<td width="81%" bgcolor="#dddddd"><em>Melhor alternativa sem Acordo</em></td>
</tr>
</table>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Os Mitos da Negociação</title>
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		<pubDate>Tue, 25 May 2010 18:14:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rodrigomarins</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Técnicas de Negociação]]></category>

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		<description><![CDATA[ 	 	 	 	
 Negociação é um Jogo

 	Vamos comparar um jogo e os processos antes da tomada de decisão. Um jogo é projetado para ter vencedores e perdedores. 


 	Considerando que os dois em uma negociação podem obter seus 	objetivos individuais.


 	Todo jogo são projetados em cima de regras que determinam o que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> 	<title></title> 	 	 	<!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } 	--></p>
<p align="JUSTIFY"> <font color="#ff6309"><em><u><strong>Negociação é um Jogo</strong></u></em></font></p>
<p><font color="#ff6309"><em><u></u></em></font></p>
<p align="JUSTIFY"> <em>	Vamos comparar um jogo e os processos antes da tomada de decisão. Um jogo é projetado para ter vencedores e perdedores. </em></p>
<ol>
<li>
<p align="JUSTIFY"> 	<em>Considerando que os dois em uma negociação podem obter seus 	objetivos individuais.</em></p>
</li>
<li>
<p align="JUSTIFY"> 	<em>Todo jogo são projetados em cima de regras que determinam o que 	o jogador pode ou não fazer, enquanto as negociações não possuem 	absolutamente normas que regem a conduta ou comportamento.</em></p>
</li>
<li>
<p align="JUSTIFY"> 	<em>Além disso, todos os jogos tem tempo limite ou tempo extra caso 	precise, enquanto negociações cessam quando terminam, 	independentemente de quanto tempo poderá demorar.</em></p>
</li>
</ol>
<p align="JUSTIFY"> <em>	Talvez podemos chegar a outras diferenças, mas eu acredito que com esses três itens são suficiente para perceber que a negociação definitivamente não é um jogo&#8230;Mas um processo, como a vida.</em></p>
<p align="JUSTIFY">&nbsp;</p>
<p align="JUSTIFY">   	 	<title></title> 	 	 	<!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } 	--></p>
<p align="JUSTIFY"> <font color="#ff6309"><em><u><strong>Concluir Negociações Com Contrato ou Aperto de Mão</strong></u></em></font></p>
<p><em>Outro mito é que as negociações terminam quando as pessoas apertam as mãos ou assinam os acordos. </em></p>
<p align="JUSTIFY"> <em>Em muitas situações, E quando a &#8220;Pós-Negociação&#8221; começa, este é o período quando as pessoas não cumprem com os </em></p>
<p align="JUSTIFY"><em>termos e condições do acordo, e temos que sentar com eles para discutir a razões das inconformidades. Isto aparenta ocorrer mais frequentemente com as negociações trabalhistas. </em></p>
<p align="JUSTIFY">&nbsp;</p>
<table width="506" border="0" cellpadding="2" cellspacing="0">
<tr>
<td colspan="2" width="100%" bgcolor="#bbbbbb">
<p align="CENTER"><strong>Fontes</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="19%" bgcolor="#ffffff"><strong><em>by Henry H. Calero</em></strong></td>
<td width="81%" bgcolor="#ffffff">
<p align="JUSTIFY">http://www.negotiations.com/articles/negotiation-myths/</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="25%" bgcolor="#dddddd"></td>
<td width="70%" bgcolor="#dddddd">
<p align="JUSTIFY">&nbsp;</p>
</td>
</tr>
</table>
<p align="JUSTIFY">&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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