Consequências do aquecimento global X agravamento da exclusão X desenvolvimento da sociedade global
A abordagem do presente se estabelece nas contradições do mundo globalizado que conformam uma série de problemas à sociedade. Nesse ambiente, existem ameaças que, por terem também caráter global, transcendem a capacidade dos estados de combatê-las de forma autônoma e eficaz. São as ameaças transnacionais, que têm aspectos difusos e ultrapassam com facilidade as fronteiras físicas dos estados permeabilizadas pelo inevitável processo da globalização.
Em uma visão prospectiva do crescimento da pobreza, da desigualdade social e da desigualdade de riquezas entre países, questiona-se como sendo estas as verdadeiras causas das ameaças no mundo globalizado, que devem ser exaustivamente combatidas. Em conformidade com o desenvolvimento do trabalho, constata-se que, sem atacar as verdadeiras causas, será difícil reverter o quadro de crescimento das chamadas ameaças transnacionais.
Conclui-se o trabalho, realçando aspectos do combate às ameaças transnacionais que valorizam a raça humana e o meio ambiente, como forma consistente e legítima para a solução das mazelas de um mundo globalizado.
Uma das características básicas do atual fenômeno da globalização, que o diferencia de processos similares de outras épocas, é a diminuição da autonomia do Estado para condução de políticas públicas, bem como a diminuição de seu poder relativo diante do surgimento de outros atores e forças no cenário internacional.
Essas novas realidades se expressam também no campo da política interna. Na verdade, com a globalização há uma aproximação entre as esferas interna e internacional da política, afetando a condução de políticas públicas e tornando estas mais complexas e dependentes de variáveis internacionais.
O homem tem transformado profundamente a natureza, destruindo espécies animais e vegetais, desviando cursos de rios, cortando montanhas, drenando pântanos e despejando toneladas de detritos no ar, na água e no solo. A saúde e o bem-estar do homem estão diretamente relacionados com a qualidade do meio ambiente, isto é, com suas condições física, química e biológica. A relação homem-ambiente é muito desfavorável para o meio ambiente. Desde o advento da Revolução Industrial e do Capitalismo, a degradação ambiental vem ganhando impulso e apesar do homem depender da natureza para tudo, ele a destrói.
Os efeitos danosos ao meio ambiente gerados pelos dejetos de resíduos do processo industrial atingem vários bens ambientais, entre eles: o ar - mais precisamente a atmosfera terrestre. A grande preocupação atual de cientistas e ambientalistas do mundo todo é a manutenção do equilíbrio térmico da atmosfera terrestre, gradativamente comprometido pelos gases, principalmente o dióxido de carbono (CO2), causador do efeito estufa – ou do aquecimento da atmosfera terrestre. Este gás é produzido pelo homem, como resultado da queima de combustíveis fósseis nas atividades industriais e nos veículos movidos por combustível à base de petróleo e, também, pela queima, em grande escala, da biomassa da terra. O ozônio (O3), um dos gases que compõem a camada atmosférica, impede a penetração livre e em grande escala dos raios ultravioleta que fazem mal à vida humana. Entretanto, a camada de ozônio vem sofrendo diminuição pelo crescimento da concentração de gases do tipo clorofluorcarbono (CFC) produzido pelo homem, em laboratório. Esse tipo de gás, acaba consumindo o ozônio, criando uma espécie de “buraco na atmosfera” conhecido como “buraco de ozônio”, por onde passam os raios ultravioleta que, em excesso, produzem efeitos nocivos para os seres vivos.
Referências:
Ronaldo da Mota Sardenberg, então Embaixador e Secretário de Assuntos Estratégicos da Presidência da República do Brasil; matéria Globalização verdadeira (ou falsa)?, (internet) do Jornal Correio Brasiliense, de 26 de abril de 1996, sem numeração de páginas.
Referência Bibliográfica nº 1
G-7: Grupo dos Sete, formado pelos Ministros da Fazenda das sete potências industriais (Alemanha, Japão, Itália, França, Grã-Bretanha, Canadá e Estados Unidos), que se encontram anualmente para coordenar a política econômica e monetária mundial.
