Archive for the ‘Ética e Sustentabilidade’ Category

Confiança / Confidence

quarta-feira, dezembro 1st, 2010

Ola!

Hoje trataremos de um assunto que recentemente presenciei e que, vez ou outra, aparece em conversas entre amigos quando a pauta é relacionamentos. Muitos falam que a base de um relacionamento entre homem e mulher é o amor, outros dizem da importância do dinheiro, outros dizem que respeito é imprescindível ou que o bom humor é uma obrigação ou que fidelidade é o tópico número um e, por fim, surge a palavra confiança e grandes discursos sobre a importância da mesma. Mas, não vou dissecar esses itens nem falar de relacionamentos amorosos, mas quero me ater ao ultimo ponto, confiança. Porem confiança, vejam vocês, no mundo empresarial.

Muitos podem discordar, mas o bom andamento de uma empresa não se da simplesmente sobre bons faturamentos, ou uma margem liquida invejável, ou seja  lá qual termo contábil você quiser usar. Mas sim, o bom andamento de uma empresa, antes de tudo isso, precisa de  relacionamentos. Relacionamentos com seus fornecedores, parceiros, clientes,superiores, pares, subordinados, toda uma cadeia que forma uma grande rede.

Quando tratamos de relacionamentos, várias são as características que podem ser citadas como compromisso, honestidade, respeito, atitude positiva, dentre muitos outros. Mas quero focar esse texto em uma característica em especifico: Confiança. Você confia em seus fornecedores? Confia em seus superiores? Existe uma relação de confiança com seus pares? Sente confiança nas atitudes de seus subordinados?

Creio que estando inseridos nesse complexa estrutura de inter-relações do mundo corporativo, precisamos, invariavelmente, seguir alguns valores que imagino ser pré requisitos para qualquer empresa no mundo e, confiança, apesar de não ser um pré requisito, se trata da conseqüência de bons trabalhos e, principalmente, ações condizentes com o discurso.

Não podemos negar que entregar resultados, ser super focados em metas seja importantíssimo, mas ao final de um período em uma empresa queremos ser lembrados apenas por entregar resultados e sermos pessoas de confiabilidade dúbia e, constantemente vendo portas se fechando atrás de nós, ou queremos, além do bom trabalho, sermos lembrados como pessoas de real confiança e em total comprometimento com a empresa, que apesar do fim de um período, vemos diversas portas sempre abertas atrás de nós?

Criarmos boas redes de relacionamento e dentro dessas redes desenvolvermos bons ambientes em que a confiança prospere, aplicarmos constantemente empatia com o próximo, tentando sempre que possível servir ao invés de explodirmos com  inúmeras cobranças, servirão sem duvida para que a palavra confiança tenha real sentido.

É isso meus amigos, pensem nisso.

Abraços!

Hi there!

Today we’ll treat about a subject that I recently witnessed and, occasionally, appears in talks between friends when the ruling it’s about relationship. Lots talk that the basis of a relationship between man and woman is the love, other tell about the importance of money, other tell  that respect is indispensable or that the humor it’s an obligation or that fidelity is the topic number one and, finally, arises the confidence word and big speeches about the importance of this one. But, I won’t dissect this items even talk about love relationship, but I want to put focus at the last item, confidence. But confidence, see you guys, at the business world.

Lots may disagree, but a good performance of a company doesn’t happen just on good billing, or an enviable net margin, or whatever buzzword you want to use. But, the good progress of a company, before everything, needs relationship. Relationship with suppliers, partners, customers, board, pairs, employees, a chain that forms a relationship network.

When we talk about relationship, many are the characteristics that can be named like commitment, honesty, respect, positive attitude, among many others. But I want to focus this text in one specific characteristic: Confidence. Do you trust in your suppliers? Do you trust in the board of the company? There’s a confidence relationship with you pairs? Feel confidence in your employees attitudes?

I believe when we are inserted in a complex structure of business world inter relationship, we need, invariably, to follow some values that I wonder be a prerequisite to any company in the world and, confidence, despite not to be a prerequisite, it is a consequence of good jobs and, mainly, actions that are consistent with the speech.

We can’t deny that deliver results, be super focused in goals be very important, but at the end of period in a company we want to be remembered just for deliver results and be persons of a questionable reliability and, constantly seeing closed doors behind our back, or we want, beside the good job, be remembered as real confidence people and in totally commitment with the company, that despite the end of a period, we can see many doors always opened behind us?

Create good network and inside this networks, develop good environment where the confidence thrive, apply constantly empathy to the next, try always that possible serve instead explode with numerous demands, will serve, no doubt, to the real meaning of the confidence word.

That’s it my friends, think about.

Regards!

Sustentabilidade - Produção Etanol

sexta-feira, novembro 12th, 2010

Analisando um processo de produção do etanol, devemos olhar para diferentes tipos de etapas para se chegar ao produto final.  Dentre esses processos podemos citar alguns deles de extrema importância, como por exemplo a colheita, a moagem da cana, a produção do melaço,  a fermentação do melaço e a destilação do moço fermentado.

Porém, tão importante quanto a produção em si, é o impacto que isso gera ao meio ambiente e os principais aspectos que podem ser citados são:

  • O impacto na qualidade do ar e o clima decorrente da queima da palha;
  • Os impactos no suprimento e na qualidade da água;
  • A expansão das fronteiras agrícolas pondo a biodiversidade em risco;
  • Utilização de fertilizantes agrícolas e a conseqüente contaminação do solo e recursos hídricos;
  • O desgaste do solo causado pelas queimadas.

Dentre os aspectos sociais gravemente afetados por essa produção, podemos citar dois, também de extrema importância:

  • Mão de obra migrante e temporária com condições precárias de trabalho e por intermédio de contratos ilegais;
  • Os resíduos produzidos pelas queimadas, afeta diretamente regiões vizinhas causando grandes problemas respiratórios e até morte.

O fato dessa prática ser muito mais sustentável ao planeta do que o uso de energia fóssil, pois , obviamente, sua renovação é mais rápida, mais importância e cuidado deveria ser dado a essa produção. Em se tratando de um meio de produção tão importante vários aspectos devem ser melhorados, vamos a eles:

  • Reutilização do bagaço da cana para geração de energia na produção do etanol
  • Reutilização de água na produção
  • Crescimento de áreas de plantio com responsabilidade, respeitando a bio diversidade
  • Melhoria na tecnologia, no que tange o uso de fertilizantes, para que possa-se reduzir drasticamente o uso dos mesmos
  • Forte fiscalização frente a Lei nº 6.171, de 04 de julho de 1988 referente ao uso de terras e disciplina quanto o uso de agentes quimicos
  • Condições dignas aos trabalhadores rurais com os devidos beneficios regidos pela constituição brasileira, para que o trabalho escravo e pessimas condições acabem de vez. (Hoje, o setor sucro-acooleiro responde a 3% dos registros de trabalho escravo no Brasil.)

Finalizando, o setor sucro-alcooleiro trata-se de um setor importantissimo para o desenvolvimento do Brasil e apesar dos executivos do setor demonstrarem uma imagem de produção limpa, existem evidencias de sérios problemas que vem ocorrendo e que, com certeza, devem ser melhorados e sanados para que sua expansão não cause mais danos de proporções catastróficas ao país e ao planeta.

Felicidade-Liberdade / Happiness-Freedom

quinta-feira, setembro 30th, 2010

Ola, estou de volta…

Quero tratar de um assunto interessante hoje: liberdade gerando felicidade no mundo corporativo.

Existem inúmeros filmes e literaturas que tratam do assunto liberdade, na verdade não saberei citar aqui algum que fale de liberdade no ambiente corporativo, mas existem com certeza. Se souberem podem me ajudar.

Quando procurar o significado para liberdade que o dicionário nos dá, temos: “(…) a autonomia e a espontaneidade de um sujeito racional. (…) que qualifica e constitui a condição dos comportamentos humanos voluntários.”.  Em outras palavras, fazer o que quiser na hora que quiser, só incluiria aí, desde que respeitando o espaço do próximo e com a devida ética e respeito.

Devemos entender que existem diversos tipos de profissionais, aqueles que realmente gostam de um chefe mostrando como fazer tudo, creio que esse é um tipo de profissional que talvez goste de rotina e constantes tarefas que se repetem. E, existem profissionais que não se sentem bem em ter que executar tarefas repetitivas, e se o tivessem que fazer, aos poucos se sentiriam entediados e infelizes com seu trabalho, tornando-se cada vez mais improdutivos.

Não estou aqui apontando qual é o melhor tipo de profissional, não é minha função nesse blog, mas simplesmente dar meu ponto de vista sobre diferentes tipos de profissionais e o que supostamente os faz feliz.

Falemos um pouco mais sobre o cara que não gosta de tarefas repetitivas. Essa pessoa, provavelmente, além de não gostar de rotinas, também não deve gostar de pentelhação, ou seja, o que ele menos precisa é de um chefe pegando na mão e mostrando detalhes de coisas que ele já sabe fazer . Um gestor, tendo um profissional desse em sua equipe, deve simplesmente mostrar para qual lado a empresa está indo, norte , sul, ou ambos, não importa, e deixar que o intelecto desse profissional aja a favor da equipe, da empresa, enfim, de todos.

O fato é, ambos estilos profissionais são ótimos e as empresas precisam deles. Cada um com seu perfil, cada um com sua tarefa, cabe ao gestor reconhecer esses estilos e direcioná-los da melhor maneira para que sempre sintam-se felizes e satisfeitos com seus trabalhos.

I’m back…

Today I want to talk about an interesting subject: freedom generating happiness at work.

There’s numerous movies and literature that deal about freedom, really talking I dont know to cite any that talks about freedom at corporative environment, but there are, definitely.

When I search for the meaning of the freedom word, the dictionary gives to us: “(…) the autonomy and spontaneity of a rational subject. (…) that qualify and constitute the conditioning of the human behavior volunteers.”. In other words, “do what you want to do any time you want”, I just include,  since you respect the other, applying ethic and respect.

We have to understand, that there’s lots kinds of professional, that really likes a boss who shows everything he have to do, I believe this kind of professional maybe likes routine and tasks that repeats. And, there’s profesional who doesn’t feel good when, sometimes, have to execute some repetitive tasks, and if he have to do, slowly will feel boring and unhappy, becaming increasingly unproductive.

I’m not here pointing what kind of professional is better, is not my function in this blog, but simply give my point of view about any different kinds of professional and what supposedly makes him happy.

Let’s talk a little bit about the guy that doesn’t like of repetitive tasks. This person probably, besides of doesn’t like routines, doesn’t likes too of annoying people, in other words, what he less need is a boss taking his hands and showing details of what he already knows. A manager, having a professional like that in his team, have simply to show what way the company is going, north, south, both, doesn’t matter, and let the intellect of this one work to the team, to the company, in the end, to everybody.

The fact is, both professional styles are great and the company needs them. Each one with his profile, each one with his tasks, is the job of the manager, to know this styles and directs them to the better way to always feel happy and satisfied with their jobs.