As estruturas elementares do parentesco

22 janeiro, 2013 por Adm.Barbosa

Freud fala-nos de desejos que nascem conosco e que, para que vivamos bem em sociedade, são reprimidos, reforçando a oposição entre natureza e cultura. Entre esses desejos, encontra-se o do incesto. De acordo com as descobertas desse pensador, as crianças já nascem com instintos sexuais e os pais são os seus objetos de cobiça. Com o objetivo de explicar esses desejos incestuosos reprimidos, Freud utilizou-se do mito de Édipo. Para as pessoas de nosso tempo não há muitas novidades nessas afirmações, pois vamo-nos familiarizando com essas idéias desde que começamos a ter entendimento do mundo que nos cerca. Na época em que elas foram formuladas, entretanto, causaram espanto, já que os indivíduos eram acostumados a pensar nas crianças como seres ?inocentes?, desprovidos de sexualidade. Além disso, talvez por motivos religiosos, talvez porque o homem sinta necessidade de diferenciar-se dos outros animais, o incesto sempre fez parte dos conteúdos sobre os quais não se deseja tomar conhecimento, já que, para viver livre do peso dos pecados, o indivíduo deve voltar-se mais para as questões do espírito, afastando-se da animalidade. Observando-se a trajetória da humanidade no decorrer dos séculos, bem como os registros de ordem histórica e artística, percebe-se que o incesto possui a particularidade de causar horror e despertar a curiosidade simultaneamente. Vários estudos antropológicos demonstram que essa questão vem provocando a preocupação dos homens, no decorrer do tempo, nas mais diversas culturas. Percebe-se que há uma tendência, em quase todos os povos e culturas, a uma certa aversão ao incesto, o que nos remete à universalidade de tal sentimento, ao mesmo tempo em que observamos certas regras que fazem com que pensemos tratar-se de algo proveniente da cultura. Em As estruturas elementares do parentesco, Lévi-Strauss afirma que o ponto de partida para o estudo da proibição do incesto é a distinção entre natureza e cultura, o que não é fácil de estabelecer, pois, ao tentarmos, esbarramos na impossibilidade de determinar o que seja natureza. Por mais que tentemos observar de forma natural a evolução de uma criança, isso sempre ocorrerá artificialmente, essa análise sempre sofrerá a influência da cultura. Além disso, não há registro de um comportamento pré-cultural que se pudesse utilizar como comparação à conduta de uma criança observada. O único critério seguro para diferenciar natureza de cultura é a ausência de regras da primeira. Tudo o que é universal, no homem, decorre da ordem da natureza e tudo o que está submetido a uma norma pertence à cultura. Para Lévi-Strauss o impedimento ao incesto pertence simultaneamente ao âmbito da natureza e ao da cultura, ou seja, a proibição desse instinto apresenta caráter contraditório: por um lado é cultural por constituir-se em uma regra, por outro é natural por possuir universalidade, já que encontramos essa interdição em todos os grupos sociais, ainda que cada um determine as próprias regras. Georges Bataille concorda com Lévi-Strauss no que se refere ao caráter universal do impedimento ao incesto, mas afirma que a forma pela qual essa proibição acontece varia de sociedade para sociedade, isto é, o que é motivo de interdição em uma determinada cultura não o é obrigatoriamente em outra e vice-versa. Se, conforme acredita Lévi-Strauss, o horror ao incesto representa a passagem da natureza para a cultura, essa seria a forma de nos distinguirmos dos demais animais, colocando-nos em oposição a eles, da mesma forma que natureza opõe-se à cultura. A experiência humana nos tem demonstrado que não existe possibilidade de luta vitoriosa contra nossos instintos, nada podemos em relação à sexualidade, a não ser reservar campos nos quais a atividade sexual não possa entrar. Os relacionamentos consangüíneos remetem-nos à questão da busca de explicação para a própria existência. A criança imagina as relações sexuais entre seus pais, tentando assim dar uma resposta ao enigma de suas origens. Dentre todos os tipos possíveis de relação incestuosa, acredita-se que o ato amoroso entre mãe e filho possua um elemento simbólico a mais, a relação sexual entre filho e mãe pode representar um retorno ao útero materno e, portanto, às origens. Analisando a história de Édipo e Jocasta, Lévi-Straus concluiu tratar-se de um mito da origem. O próprio trajeto circular feito por Édipo mostra um regresso do herói ao seu ponto de partida. O filho de Jocasta nasce em Tebas, é levado para o Monte Cíteron e após para Corinto, depois de crescido vai ao Delfos tomar informações sobre a sua filiação. Sabendo que matará o próprio pai e desposará a mãe, foge sem saber que começará a cumprir o seu destino no meio do caminho. Chega ao Monte Ficeu, onde resolve o enigma da esfinge, ganhando o direito de tornar-se rei de Tebas, para terminar de cumprir a profecia e contrair matrimônio com a própria mãe. Aqui se observa um retorno às origens, tanto na volta de Édipo a sua terra natal, quanto no fato de ter-se casado com a mãe. Esse círculo só é rompido com o exílio e com a morte de Édipo. Também na análise estrutural desse mito juntamente com outros relacionados, Lévi-Strauss descobriu vestígios da busca humana pelas origens. Há dois pontos de tensão no mito, um entre a conservação e a destruição das relações de parentesco e o outro entre a negação e a afirmação da animalidade humana, temas que remetem a uma angústia a cerca da origem.

O ser….

22 janeiro, 2013 por Adm.Barbosa

A pessoa tem acesso a todos tipos de coisas que o dinheiro pode proporcionar, para no final das contas, terminar igual a todos. Por isso, o que importa não é o que você tem, mas o que você faz de positivo no mundo. Vai por mim, a alma não precisa de nada material, apenas de amor e energia positivas.

Junior Barbosa

A liberdade na visão de John Stuart Mil e Tocqueville.

4 outubro, 2012 por Adm.Barbosa

John Stuart Mill, nascido em Londres aos 20 dias de maio do ano de 1806, John Stuart Mill, filho de James Mill, desde a tenra idade realizava leituras e aprendizados filosóficos. Na adolescência enveredou-se em outras áreas da ciência, como a Botânica, a Matemática e ao Direito. Fundou, com amigos, uma sociedade que chamou de “utilitarista”. Lutou pela liberdade de expressão e pela extensão do direito ao voto. Após seu casamento com Mrs. Taylor, escreveu artigos sobre a emancipação da mulher e sobre o voto feminino. Em 1858 escreveu o Ensaio sobre a Liberdade. Para Mill, a luta entre a liberdade e o poder (autoridade) inicia-se nos primórdios da história, onde os reis e governantes ditavam o poder, as leis, exercendo no povo a influência das suas ações e de seus pensamentos. Os mais fracos eram sobrepujados pelos mais fortes, esses tinham a “liberdade” de exercerem sua força. Estes limites impostos pelos governantes eram concebidos por “liberdade”.

No progresso e evolução do homem pensante, ele se tornou livre pensante, do pensamento veio à ação e o comportamento livre. Para Mill a liberdade é entendida como consequência de decisões individuais e numa determinada etapa do progresso de uma sociedade, o governo não ditava mais os limites, e sim, uma maioria de indivíduos ativos, ou uma maioria, se achava no direito de pensar e ditar normas de comportamentos pela minoria não ativa da sociedade. No ensaio ele preocupou-se em apontar a legislação e a interferência do governo como possível abuso de poder sobre a sociedade. Seu principal objetivo de esclarecer liberdade foi à preocupação em não ultrapassar o direito do outro indivíduo, ou a prevenção de danos a terceiros devido à liberdade de um indivíduo.

Na sociedade moderna temos o exemplo do governo ditar a quilometragem máxima numa estrada de rodagem, mas o indivíduo tem a liberdade de ter um automóvel, de tirar uma carteira de habilitação para dirigi-lo, mas se ultrapassar um limite de segurança em velocidade ele pode causar danos a outro indivíduo, ferindo assim a liberdade do outro de trafegar pela mesma rodovia sem correr o risco de acidente. Mill professa: “Não há sociedade livre, se não houver pensamentos e ações individuais livres”. Para ele, também as liberdades de pensamento, de ação, de opinião, de gostos, de costumes, de sentimentos, devem ser reconhecidas por todos sem qualquer impedimento de outrem, que não envolva dano a terceiros. …” sendo essas as razões…tenham os homens liberdade de formar opiniões e de exprimi-las sem reservas…” (pag.97) …” a liberdade do indivíduo deve ser, assim, limitada – ele não deve tornar-se prejudicial aos outros…”  (pag.98) Mill defendia o livre desenvolvimento da individualidade na essência do bem-estar, da formação de caráter, da educação e da cultura.

Alexis de Tocqueville, (29 de Julho de 1805 - 16 de Abril de 1859) foi um

Só no Brasil mesmo!

22 setembro, 2012 por Adm.Barbosa

Não estou entendendo mais nada: as provas podem ser tênues para condenar uma pessoa, mas denúncia anônima, mesmo que o crime seja comprovado com fatos não tem validade!

TEORIA DO ESTADO

26 julho, 2012 por Adm.Barbosa

“… O Estado é um ente social constituído de um povo organizado sobre um território, sob o comando de um poder, para fins de ordem, defesa…” (Alexandre Groppalli, Doutrina do Estado). Para Dallari: “… se poderá conceituar o Estado com a ordem jurídica soberana, que tem por fim o bem comum de um povo situado em um determinado território…” (Dalmo Dallari, O Futuro do Estado). Já para Bastos: “… o Estado é a organização política sob a qual vive o homem moderno…”(Celso Ribeiro Bastos, Curso de Teoria do Estado). Percebe-se que as três definições de Estado citada acima, leva a sempre a questão da ordem e da organização social. Foi o Homem que criou a organização, a sociedade com regras, normas, numa complexidade de conceitos e conclusões, e o Estado é a mais complexa destas criações, ele é heterogêneo na sua natureza e é bem mais que um agrupamento humano organizado em um território. O Estado é uma sociedade que se constituí de um grupo de indivíduos unidos e organizados para realizar um objetivo comum, tendo sua organização determinada por normas e hierarquizada na forma de governantes e governados. O Estado é um fato social e ao mesmo tempo um fenômeno normativo, constituído por três elementos essenciais: território, povo e poder.  O Território é o elemento material do Estado, o povo é o conjunto de pessoas que fazem parte deste território, o povo é o substrato humano do Estado. E não existe sociedade sem poder. Todas as formas de sociedade são organizadas hierarquicamente e obedecem ao seu direito social próprio, que são normas e as leis. Portanto, para constituir o Estado, não basta a existência de um povo fixado em um território, é essencial que exista um governo, um poder estatal, supremo, mais alto em relação aos indivíduos e independente. E o objetivo e a legitimidade do deste poder é manter a ordem, assegurar a defesa e promover o bem-estar da sociedade realizando assim o bem público. O poder político é natural, necessário e variável, pois as sociedades são divergentes em suas exigências e necessidades.

O problema do poder é considerado por muitos como o mais importante para qualquer estudo da organização e do funcionamento da sociedade, havendo mesmo quem o considere o núcleo de todos os estudos sociais. Na verdade, seja qual for a época da história da Humanidade ou o grupo humano que se queira conhecer, será sempre indispensável que se dê especial atenção ao fenômeno do poder. Essa ocorrência do fenômeno em circunstâncias infinitamente variáveis toma extremamente difícil chegar-se a uma tipologia do poder. É possível e conveniente apontar algumas características gerais, úteis para que se chegue a uma noção, mais ou menos precisa, do poder. A primeira característica é a socialidade, significando que o poder é um fenômeno social, jamais podendo ser explicado pela simples consideração de fatores individuais. Outra importante característica é a bilateralidade, indicando que o poder é sempre a correlação de duas ou mais vontades, havendo uma que predomina. É importante que se tenha em conta que o poder, para existir, necessita da existência de vontades submetidas. Pode-se considerar o poder sob dois aspectos: como relação, quando se procede ao isolamento artificial de um fenômeno, para efeito de análise, verificando-se qual a posição dos que nele intervêm, ou como processo, quando se estuda a dinâmica do poder. Essas características estão implícitas na consideração de um aspecto fundamental, que interessa muito à Teoria Geral do Estado, que é o que se relaciona com a necessidade ou desnecessidade do poder social. Esta última é de substancial importância, porque tem influência direta nas considerações sobre a legitimidade e a legalidade do poder. O Estado Democrático é um ideal possível de ser atingido, desde que seus valores e sua organização sejam concebidos adequadamente. Para atingi-lo, é imprescindível que sejam atendidos pressupostos como a eliminação da rigidez rigidez formal. A idéia de Estado Democrático é essencialmente contrária à exigência de uma forma preestabelecida. Tanto uma estrutura capitalista quanto uma socialista podem ser democráticas ou totalitárias, o mesmo acontecendo quando o poder é concentrado ou formalmente dividido, quando o governo é parlamentar ou presidencial, monárquico ou republicano. O Estado Democrático, para que realmente o seja, depende de várias condições substanciais, que podem ser favorecidas ou prejudicadas pelos aspectos formais, mas que não se confundem com estes. Para que um Estado seja democrático precisa atender à concepção dos valores fundamentais de certo povo numa época determinada. Como essas concepções são extremamente variáveis de povo para povo, de época para época, é evidente que o Estado deve ser flexível, para se adaptar às exigências de cada circunstância. Isso já demonstra que, embora a idéia de Estado Democrático seja universal quanto aos elementos substanciais, não é possível a fixação de uma forma de democracia válida para todos os tempos e todos os lugares.

Um dos elementos substanciais da democracia é a prevalência da vontade do povo sobre a de qualquer indivíduo ou grupo, é a chamada supremacia da vontade do povo. Quando um governo, ainda que bem intencionado e eficiente, faz com que sua vontade se coloque acima de qualquer outra, não existe democracia. Democracia implica autogoverno, e exige que os próprios governados decidam sobre as diretrizes políticas fundamentais do Estado. O argumento de que o povo é incapaz de uma decisão inteligente não pode ser aceito, porque contém o pressuposto de que alguém está decidindo se a orientação preferida pelo povo é boa ou não. Assim sendo, a orientação será considerada boa ou má de acordo com as preferências de quem a estiver julgando. Qualquer que seja a decisão popular, sempre haverá grupos altamente intelectualizados e politizados que irão considerá-la acertada, como haverá grupos opostos, também altamente qualificados, que a julgarão errada. Não havendo a possibilidade de um acordo total quanto às diretrizes políticas, não há razão para que prevaleça a opinião de um ou de outro grupo, devendo preponderar a vontade do povo. Mas o povo é uma unidade heterogênea, sendo necessário atender a certos requisitos para que se obtenha sua vontade autêntica. Em primeiro lugar, essa vontade deve ser livremente formada, assegurando-se a mais ampla divulgação de todas as idéias e o debate sem qualquer restrição, para que os membros do povo escolham entre múltiplas opções. Em segundo lugar, a vontade do povo deve ser livremente externada, a salvo de coação ou vício de qualquer espécie. É indispensável que o Estado assegure a livre expressão e que os mecanismos de aferição da vontade popular não dêem margem à influência de fatores criados artificialmente, fazendo-se esta aferição com a maior freqüência possível. Todo homem é um ser racional, dotado de inteligência e de vontade, sendo todos igualmente capazes de proferir julgamentos sobre os fatos que presenciam e que afetam seus interesses. E como esses julgamentos sempre deverão variar,em função dos pontos de vista de quem os profira, verifica-se que é inerente à convivência humana o direito de divergir, e que a todos os indivíduos deve ser assegurado esse direito. E este, aliás, é fundamento do predomínio da vontade da maioria, que tem por pressuposto que a vontade de todos os indivíduos é substancialmente igual em valor.

A igualdade, como um valor fundamental da pessoa humana, ligado à igualdade substancial de todos os homens,o individualismo exacerbado afirmou a liberdade como um valor, mas limitou-se a considerá-la um direito, sem se preocupar em convertê-la numa possibilidade. Em conseqüência, também a igualdade foi apenas formal, pois os desníveis sociais profundos, mantidos em nome da liberdade, e a impossibilidade prática de acesso aos bens produzidos pela sociedade tornavam impossível, para muitos, o próprio exercício dos direitos formalmente assegurados. A reação a essa desigualdade foi também desastrosa, pois partiu de uma concepção mecânica e estratificada da igualdade, impondo, praticamente, o cerceamento da liberdade para que fosse mantida. A concepção da igualdade como igualdade de possibilidades corrige essas distorções, pois admite a existência de relativas desigualdades, decorrentes da diferença de mérito individual, aferindo-se este através da contribuição de cada um à sociedade. O que não se admite é a desigualdade no ponto de partida, que assegura tudo a alguns,desde a melhor condição econômica até o melhor preparo intelectual, negando tudo a outros, mantendo os primeiros em situação de privilégio mesmo que sejam socialmente inúteis ou negativos. A igualdade de possibilidades não se baseia, portanto, num critério artificial, admitindo realisticamente que há desigualdades entre os homens, mas exigindo que também as desigualdades sociais não decorram de fatores artificiais. Aí estão os pressupostos fundamentais do Estado Democrático possível. Dotando-se o Estado de uma organização flexível, que assegure a permanente supremacia da vontade popular, buscando-se a preservação da igualdade de possibilidades, com liberdade, a democracia deixa de ser um ideal utópico para se converter na expressão concreta de uma ordem social justa.

COMO EU QUERO ESTÁ DAQUI A 5 ANOS

8 julho, 2012 por Adm.Barbosa

Em cincos anos estarei realizando negócios que melhorem a qualidade de vida das pessoas e que me traga uma vida financeira estável (já inicie) e estou estudando e aprimorando meu inglês para ajudar na conclusão do meu MBA-Internacional. Espero concluir daqui a cincos o inglês para ajudar no meu mestrado acadêmico e profissional. Estarei também realizando excelentes relacionamentos pessoais e profissionais que vão ajudar na conclusão dos meus sonhos pessoais. Estarei aprimorando meu conhecimento na minha área de atuação, de maneira focada e altamente especializada. Estarei terminando meu mestrado acadêmico em Ciências Sociais e iniciando um segundo Mestrado Profissional em Administração de Empresa pela Getúlio Vargas. Estarei também administrando uns dez condomínios de alto padrão como sindico profissional. Abrirei um negocio próprio na área administrativa, como uma administradora de condomínios, pois conheço toda rotina de uma administradora. Desejo sentir totalmente realizado na área familiar, oferecendo uma melhor qualidade de vida. Estarei adquirindo um imóvel novo daqui a 3 anos. E estarei também com o plano B em mãos, se algo sair da direção, com este plano B poderei assumir a direção de alguma multinacional, como a Natural ou uma empresa que não pense só em dinheiro, mas no mundo e nas pessoas em geral, algo que me faça ter vontade de trabalhar com motivação e mude o planeta.

PRESIDENTE DA CMDH RECEBERÁ HOMENAGEM DAS NAÇÕES UNIDAS E O PRÊMIO NOBEL.(HOMENAGEM DAQUI A 20 ANOS)

7 julho, 2012 por Adm.Barbosa

O prêmio é dado às pessoas que fizeram pesquisas importantes, criaram técnicas pioneiras ou deram contribuições destacadas à sociedade.

O cientista político, pesquisador, escritor e presidente da Central Mundial do Desenvolvimento Humano (CMDH) e do Simpus (Sistema Mundial dos países Unidos), Dr e Phd em ciências humanas Junior Barbosa, receberá homenagem das Nações Unidas (ONU) em Nova Iorque (Estados Unidos) e o Prêmio Nobel. O recebimento do Prêmio Nobel é devido as suas importantes pesquisas na área humanas e pelo reconhecimento à luta pelos direitos dos homens e dedicação que o Dr. Junior Barbosa destina ao movimento dos direitos humanos e sua capacidade de diálogos em questões de disputas internacionais entre nações há mais de 30 anos.

O prêmio Nobel e a homenagem, que será entregue em evento solene às 22h do dia 09 de Agosto de 2030 na sede da ONU na cidade de Nova Iorque, é a principal homenagem que a ONU presta a quem se destaca na sociedade internacional pelas grandes realizações e contribuições para o mundo. A solenidade contará com a presença de todos os presidentes dos países do mundo, além de celebridades em destaques internacional. Esta data foi escolhida para homenagear o dia do nascimento do ilustre cientista social brasileiro, Dr. Junior Barbosa.

As pesquisas do Dr. Junior Barbosa influenciam várias áreas cientificas, tais como Filosofia, Geografia, História, Direito, Sociologia, Literatura, Pedagogia, Ciência Política, Antropologia, Biologia, Psicologia, Economia, Teologia, Comunicação, Administração, Design, Arquitetura, entre outras. Em uma pesquisa realizada pela BBC de Londres, em 2027, foi eleito o maior pesquisador e filosofo de todos os tempos. O seu famoso ensaio sobre o estudo de outra forma de governo e sociedade, lhe deu projeção internacional e notoriedade. À frente da CMDH, o presidente Dr. Junior Barbosa participa ativamente das decisões políticas do Brasil e do mundo, sempre priorizando a defesa e a ampliação dos direitos do homem e dos excluídos das sociedades capitalistas. Em sua pátria lutou bravamente por uma sociedade igualitária, justa e humana através dos seus estudos e trabalhos científicos. O Dr. Junior é conhecido pelas pessoas mais próximas por ser um grande ser humano, homem fiel, justo e de bom coração.

Descobrindo Sua Autêntica Liderança

5 julho, 2012 por Adm.Barbosa

Um paralelo que pode ser feito com o texto “Descobrindo Sua Autêntica Liderança” (Bill George, Peter Sims, Andrew N. McLeann, e Diana Mayer), é a estória do general Maximus (Filme Gladiador), comandante do exercito Romano do norte e general fiel a Marcus Aurelius. Este filme nos revela que ter sucesso, ser reconhecido, ter fama ou glória é importante, mas não se constrói da noite para o dia estes status, pois para ser alcançar essas coisas e ter sucesso na vida, é preciso ir além, é preciso também trabalhar muito, ainda que haja tropeços e quedas na vida, mesmo que os obstáculos na vida sejam maiores do que você, é preciso supera-los, ter motivação e insistir, pois a vida não é fácil. Mas aquele que gosta do que faz e sente orgulho em fazer, a cada dia vai mais longe, isto tem tudo haver com o texto “Descobrindo Sua Autêntica Liderança” (Bill George, Peter Sims, Andrew N. McLeann, e Diana Mayer). Esta capacidade de fazer o que gosta e senti-se orgulhoso é meio caminho andado para vencer os novos desafios que a vida nos empoe, pois será o modo como encaramos as dificuldades é que fará toda diferencia. A sua capacidade de promover alianças positivas em situações diferentes das quais estava acostumado e a forma que encarou as situações adversas em contextos diferentes, apoiando em sua estória de vida, encontrando a motivação em momentos tão difíceis é que caracteriza mais uma qualidade do texto “Descobrindo Sua Autêntica Liderança” (Bill George, Peter Sims, Andrew N. McLeann, e Diana Mayer). Já o seu espírito de liderança e a consciência que tinha da força que reside no trabalho em equipe, mostra a autoconsciência que tinha de sua capacidade de liderar e entender o contexto em sua volta com equilíbrio entra a razão e a emoção sendo fundamentais para o seu sucesso, tendo apoio dos amigos, portanto, mais umas das perolas do texto “Descobrindo Sua Autêntica Liderança” (Bill George, Peter Sims, Andrew N. McLeann, e Diana Mayer). E finalmente não abriu mão dos seus valores fundamentais, ou seja, praticou os seus valores e princípios sem nunca o perderem de vista. Este filme mostra o final do Reinado de Marcus Aurelius (Cezar). Este já no fim da vida e quase no seu último suspiro solicita a Maximus (comandante do exército romano), que proteja Roma dos inimigos internos, entregue o poder político ao povo e elimine a corrupção do império. Mas quando Commodus (filho de Cezar) recebe a noticia pelo seu próprio pai dos seus desejos, fica revoltado e o sufoca até a morte. Após a morte do pai assume a coroa e ordena a morte de Maximus e de toda a sua família, mas ele consegue escapar das mãos do Imperador. Logo após a morte de sua mulher e filho, ele não encontra força ou motivação para viver e quando estava quase morrendo é capturado e escravizado por um ex-gladiador (que adorava Cezar por ter concedido a sua liberdade no tempo que era escravo gladiador), obrigando lhe a lutar como gladiador num grande festival promovido por Commodus (Imperador) no Coliseu. Gladiadores eram homens que entravam na arena para morrer e dar espetáculo ao público e quando eles se apresentavam na arena diante do Imperador e de todo o povo, diziam: “Aqueles que vão morrer os saúdam”.

Ele percebe uma chance de vingar a morte da sua esposa e filho se aceitasse lutar como Gladiador. Antes de ir para o festival, lutou numa espécie de arena pequena para populares e isso já lhe rendeu a acunha de espanhol pela multidão que o adoravam. Em seguida lutou no Coliseu com outros escravos recriando nesta batalha a queda da segunda Cartago. Mas eles tinham que ser derrotados como conta à história desta batalha, mas não aconteceu. Isso fez com que o Imperador Commodus quisesse conhecer o Gladiador conhecido por “Espanhol” e perguntou o seu nome. Mas o espanhol nada dizia, diante da resistência do escravo em revelar seu nome, o Imperador ordenou lhe que tirasse a armadura do seu rosto e revelasse seu nome. Então o gladiador obedece e responde: Meu nome é “Máximus Décimus Meridius, Comandante dos exércitos do norte, general da legião fênix, servo do verdadeiro Imperador Marcus Aurelius. Pai de um filho assassinado e marido de uma esposa assassinada e terei a minha vingança nesta vida ou na próxima”. A vontade de Imperador neste momento era matá-lo, mas o Gladiador é salvo pela multidão que grita em coro no Coliseu inteiro “vivo” “vivo” “vivo” “vivo”. A irmã de Commudus, Lucila com quem ele teve um romance anteriormente visita-o na prisão e oferece ajuda, mas o mesmo rejeita, acusando-a de não ter evitado o assassinato de seu filho e sua mulher. Então ela vai embora aborrecida, mas continua disposta a ajudá-lo. Logo em seguida ele conta para um amigo que foi preso junto com ele, o quanto sente saudade de sua família e o mesmo responde: “Maximus, você tem um grande nome, ele precisa (Commodus) matar seu nome antes de matar você”. Eles lutam juntos e a cada batalha que o Gladiador vence torna-se mais importante que o Imperador de Roma. Isto faz receber o apoio de um senador e acaba aceitando a ajuda de Lucila, a qual o Imperador tem um amor incestuoso, fazendo-a viver sobre pressão e medo principalmente quando este insinua fazer alguma maldade com o filho dela (Lucius). O Imperador Commodus desafia Maximus para luta final na arena, mas antes o apunha-la pelas costas e manda um dos seus soldados esconder o ferimento. Ele começa perdendo devido ao ferimento, mas recupera-se e com uma força e coragem que não se sabe de onde vem, começa a vencer Commudus empunhando o punhal no pescoço do Imperador e o mata. Antes de se despedir (está morrendo por causa do ferimento) ele pede a Quintos (general do exercito Romano) que liberte seus homens, reintegre o senador Gracco ao poder e entregue o poder ao povo, pois era o desejo de um amigo e em seguida, morre nos braços de Lucila dizendo; “Lucius está salvo”. E ela lhe diz: “vai se encontrar com a sua família no outro lado da vida”. Uma cena impressionante e comovente e assim termina o filme.

Lula, o líder nato.

27 junho, 2012 por Adm.Barbosa

Umas das personalidades mais importantes dos últimos tempos no Brasil e no mundo, Luiz Inácio Lula da Silva, mas é mais conhecido como Lula, já foi metalúrgico, sindicalista, presidente da República e é político. Foi um líder nato que influenciou e continua influenciando muitas gerações, de origem humilde, teve uma infância muito pobre e sem muitas perspectivas de vida, nasceu no Estado de Pernambuco, ainda criança imigrou para região sudeste, especificamente veio a se alojar na região do ABC que era na época um grande polo industrial do Estado de São Paulo. É nesta região que começa a sua trajetória política e é também quando começa a ficar conhecido nacionalmente por ser o líder que conduzia várias greves nesta região. Em 1968 durante a ditadura militar, filiou-se a o sindicato dos metalúrgicos de São Bernardo do Campo e Diadema e já era apontado como uma pessoa de espírito de liderança e com carisma, isto o fez a chegar ao cargo de diretoria do Sindicato dos Metalúrgicos da região do ABC. Por causa das greves, sofreu perseguição política e foi capturado e preso por ter uma visão política de esquerda, tempos muito difíceis nesta época, onde a ditadura militar estava muito forte no Brasil. Ganhou projeção nacional ao liderar a reivindicação em 1977 da reposição aos salários de índice de inflação de 1973, após o próprio governo reconhecer que aquele índice havia sido bem maior que o inicialmente divulgado e então utilizado para os reajustes salariais. Nesta época junta-se com vários intelectuais e funda o Partido dos Trabalhadores (PT). Foi eleito deputado federal e tentou por varias vezes a presidencia da República, obtendo exato somente em 27 de Outubro de 2002 e 27 de Outubro de 2006 e também conseguiu eleger a primeira mulher presidente do país, feito este histórico. A sua primeira eleição foi um marco historico para o Brasil, no dia da posse a frente do palácio do planalto estava um verdadeiro formigueiro humano, o mesmo acontecendo na sua reeleição. Mas as relações políticas do governo Lula com a oposição e a mídia no seus dois mandato foram sistematicamente conturbadas, digo sistematicamente, por simplesmente tentarem o impeachment dele por várias vezes (mensalão que ainda não foi provado e vai ser julgado só em 02 de Agosto de 2012 e outros factoides que primeiro precisam ser provados), mas não conseguriram, pois o povo o adorava e ainda o adoram, pois foi o unico presidente da república que terminou o  seu dois mandato com indice de popularidade lá em cima (76%), além de ter avançado em várias áreas como a educação, economica, financeira e política externa e etc. Mas independente das crises políticas e acusasões de esquema de corrupção que ocorreram quando administrou o país,  ele foi um homem que acreditou no seu país e liderou seu povo para sucesso e transformou o Brasil em uma grande potência economica mundial e respeitado no mundo.  Recebendo, em outubro de 2011, o título de Doutor Honoris Causa pela prestigiada Fundação Sciences-Po da França. Foi o primeiro latino-americano a receber este título. Sciences Po, foi fundada em 1871 e apenas 16 personalidades no mundo possuiam esta premiação até então.

As culturas organizacionais

22 junho, 2012 por Adm.Barbosa

Está certo se referir às culturas organizacionais ou sociais como certas ou erradas? Sim ou Não? Mas antes veremos algumas definições de cultura segundo alguns autores: Segundo Paschini (2006, p. 43) a palavra cultura “tem origem na antropologia social e de forma geral traduz, num sentido bastante amplo, as vivências de qualquer grupo humano específico que seja transmitida de uma geração a geração”. A cultura é uma programação mental, ou seja, o “software da mente”, produzido no ambiente social em que a pessoa cresce e adquire suas experiências. Ele considera que essa programação coletiva da mente é o que distingue os membros de um grupo ou categoria de pessoas de outros (HOFSTEDE, 1991). Linton (1945, p. 31) afirma que a cultura “é o modo de vida de qualquer sociedade. Este modo de vida inclui inúmeros detalhes de conduta, mas todos eles têm certos fatores em comum. Todos representam a reação normal e antecipada de qualquer dos membros da sociedade a uma situação particular”. A cultura organizacional, conforme Hofstede (1991) é um fenômeno em si mesmo, diferenciando-se em muitos aspectos da cultura nacional. A diferença reside no fato de que as culturas nacionais têm como elemento central os valores, os quais são adquiridos na família, na comunidade e na escola, já as culturas organizacionais diferenciam-se pelas práticas, aprendidas a partir da socialização no ambiente de trabalho. Portanto, conforme definições de culturas acima, não está certo, pois em cultura não tem certo ou errado, mas têm culturas que melhor sustentam a estratégia do negócio, em determinados estágios organizacionais.