Gráfica Abril discute sustentabilidade com álbum de figurinhas
16 outubro, 2009 por hhirano
Fonte: http://planetasustentavel.abril.com.br/
INOVAÇÃO
Gráfica discute sustentabilidade com álbum de figurinhas
Despertar o interesse dos funcionários da Gráfica Abril por atitudes sustentáveis é o objetivo deste lançamento: o álbum “Nossa Gráfica, Nosso Mundo”, com 24 páginas e 120 figurinhas, indicando atitudes diárias em prol da conservação do planeta
Gerência de Comunicação
16/10/2009
“Nossa Gráfica, Nosso Mundo” é o álbum de figurinhas lançado pela Gráfica do Grupo Abril e distribuído a todos os seus funcionários. A ideia é despertar seu interesse por atitudes sustentáveis, através de 24 páginas e 120 figurinhas que enfocam o tema, revelando o processo de produção da área e indicando atitudes que podem ser colocadas em prática - dentro e fora do ambiente do trabalho – pela conservação do planeta.
“A ideia é que nossos funcionários e colaboradores discutam a sustentabilidade entre eles e também levem o álbum para suas casas para ler e entender o assunto ao lado de sua família”, explica a coordenadora do projeto Heidi Hirano, consultora de RH.
Como não poderia ser diferente, o próprio álbum já dá o exemplo. As figurinhas não são autoadesivas, pois a cola de bastão é menos nociva ao meio ambiente, assim como os envelopes dos cromos que, ao invés de serem de plástico, como é mais comum em publicações desse tipo, parecem pequenos saquinhos de pipoca.
A fonte escolhida para os textos da edição - a Ecofont, criada pela agência de comunicações Sprang e que pode ser usada gratuitamente - também é sustentável e economiza 20% da tinta.
O álbum, lançado em agosto deste ano, faz parte de uma série de ações que vêm sendo desenvolvidas pelo Grupo PLAR - Produção Limpa, Atitude Responsável -, composto por voluntários que se reúnem periodicamente com a missão de discutir o tema.
CONCURSO DIFERENTE
Durante quatro meses, os cromos serão entregues gratuitamente em quantidades iguais para todos os abrilianos da Gráfica. Para completar o álbum, eles devem trocar as figurinhas repetidas com os colegas. Porém, o prêmio - ainda surpresa - não será para quem conseguir completar o álbum, mas, sim, para as três melhores redações sobre o que aprenderam com a iniciativa.
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A competência da atualidade
2 outubro, 2009 por hhiranoFalamos muito de CHA em todos os cursos, pós-graduações, textos e vídeos a respeito de carreira. Nesta semana, assisti à palestra do Eugênio Mussak que falava de um novo conceito que a meu ver, faz todo o sentido para a nossa atualidade.
Citei sobre este conceito em aula, mas parece ainda haver uma certa resistência para enxergar as competências de uma forma ampla, de fácil entendimento e mais importante, flexível, aderente ao momento em que estamos.
Abaixo,a matéria que, na minha opinião, será a visão de competências em um futuro bem próximo, principalmente neste momento em que as empresas estão falando tanto em ética, valores e sustentabilidade.
Fonte:http://vocesa.abril.com.br/desenvolva-sua-carreira/materia/nova-competencia-497465.shtml
A nova competência
Ética profissional é condição de empregabilidade
Eugenio Mussak (eugenio@ssdi.com.br)WriteAutor(’Eugenio Mussak’); 10/09/2009
Crédito: Luciana Ruivo

Competência, que tanto buscamos, pode ser defi nida como a capacidade de entregar os resultados desejados com a menor utilização de recursos, incluindo, entre esses, o tempo. Possuir competência é a condição para competir, para manter-se no jogo dos negócios, vivo no mercado de trabalho.
Já diziam, enfáticos, nossos avós: “Quem não tem competência não se estabelece!”. Esse assunto ganhou status de método a partir dos estudos de David McClelland nos anos 70, e nas organizações adotou-se universalmente a fórmula do CHA (Conhecimento, Habilidade e Atitude), ou, como preferem alguns, Saber, Poder e Querer. Considerando que essa equação é um produto, se um dos três for nulo, o resultado fi nal será competência zero. Mas o tempo passa e os conceitos vão sendo aprimorados. Na competência 2.0 deste século, o CHA vira CHAVE. E a chave da competência ampliada é o acréscimo de duas letras, dois conceitos e duas preocupações.
O “V” representa Valores. Em uma sociedade que se diz digna, preocupada com o social e responsável com o futuro, não temos como não incluir uma lista de valores na análise da qualidade dos resultados alcançados. De que adianta produzir sem sustentabilidade, competir sem ética e conquistar sem moral? Assim como atualmente dizemos que só será líder aquele que liderar para o bem e só será competente aquele que produzir sem ferir a ética, o interesse de todos. Um profi ssional competente sem valores deixa de ser competente.
E o “E” da CHAVE signifi ca Entorno, o ambiente onde a competência encontra as condições para ser exercida. Esse é o único elemento que está mais fora do que dentro do indivíduo. O cirurgião não opera sem o centro cirúrgico, sem a anestesia e o bisturi. O executivo precisa da estratégia, dos recursos, da equipe.
Eis a grande responsabilidade das organizações: formar pessoas competentes e fornecer-lhes o cenário para que atuem. Essa visão ampliada de competência coloca ordem na casa do mundo moderno e abre espaço para a construção de um futuro em que os resultados não serão obtidos a qualquer custo. Só assim poderemos dizer aos nossos netos: “Quem não tem competência não se enobrece!”.
De que adianta competir sem ética?
Eugenio Mussak é professor do MBA da FIA e consultor da Sapiens Sapiens. eugenio@ssdi.com.br
O que faz um péssimo chefe
2 outubro, 2009 por hhiranoMiranda Priestly é sempre uma ótima referência quando tratamos de MAUS hábitos dos chefes. “O Diabo Veste Prada” ou “The Devil Wears Prada”foi um bestseller em 2003, escrito por Lauren Weisberger e adaptado aos cinemas em 2006.
Este drama/comédia conta a história de Miranda Priestly, divinamente atuada por Merryl Streep, uma poderosa e insuportável editora da revista Runway (revista de moda) e seu relacionamento com Andrea Sachs, a sua nova secretária, que nada entende de moda.
Vale a pena para assistir em um domingo de descanso, para relaxar, e se divertir com algumas atitudes que encontramos facilmente por aí.
O que faz um bom chefe
2 outubro, 2009 por hhiranoApós a aula de hoje, cheguei em casa e li justamente este artigo na Exame deste mês. Muito interessante, só não pude colocá-la na íntegra.
Para ver toda a matéria, veja na revista EXAME, edição 953 ano 43.”
“As características que apontam o profissional certo para comandar uma equipe se relacionam mais a seu caráter — e menos à competência técnica
Por Jack Welch
01/10/2009
Não é fácil contratar bons profissionais. E não há nada mais importante para atingir um bom resultado do que conseguir a pessoa certa em campo. Nem todas as teses mais brilhantes de negócios e as tecnologias mais avançadas do mundo fazem tanta diferença quanto ter bons profissionais capazes de pô-las em funcionamento. Isso é verdade sobretudo quando se fala no caso de alguém responsável por administrar uma grande divisão ou a empresa toda. Quando você estiver avaliando candidatos a um
emprego, há quatro características de enorme importância que devem ser
levadas em consideração.
Obrigado Pela Informação Que Você NÃO Me Deu
30 agosto, 2009 por hhiranoEste é um livro que eu li no ano passado, e gostei muito. Ele fala sobre apresentações eficazes. O autor Normann Kestenbaum fala como uma apresentação concisa pode ser muito mais eficiente, quando bem elaborada. Ele também faz workshops para empresas, sobre este assunto.
Para a compra do livro: http://www.submarino.com.br/produto/1/21194423
Para visualizar o vídeo de apresentação: http://www.vimeo.com/1338248
“Com vasta experiência no assunto, Normann Kestenbaum nos ensina aqui o quanto uma boa gestão deve estar atenta aos problemas que acometem todos os executivos na atualidade: o excesso de informação, a falta de tempo e a dispersão típica da atual geração multitarefa.
Abrindo mão do palavreado redundante e sem sentido, muito comum no meio empresarial, Normann vai direto ao ponto ao nos ensinar do que é feita uma apresentação que possa ser compreendida por todos, sem exceção e, sobretudo, que atinja os seus objetivos iniciais.
Para tanto, o autor coloca o PowerPoint em seu devido lugar, como um simples veículo para transportar um conteúdo de qualidade e de idéias frutos de raciocínio.
Especialista em Expressão de Idéias, em Obrigado pela informação que você não me deu!, Normann Kestenbaum dá todas as dicas, com exemplos práticos, aponta os erros mais freqüentes na apresentação de uma idéia, e ainda responde a questões como: O que não se deve fazer nunca? (…)
Mostra-nos ainda como praticar e adotar, sem temor, concisão e simplicidade, princípios indispensáveis em comunicação. Reforça a importância do exercício da reflexão e uso do conhecimento como fatores-chave na geração de conteúdo de qualidade.”
Fonte: http://www.vimeo.com/1338248
Negociação com bom humor
30 agosto, 2009 por hhiranoEste vídeo é uma forma bem humorada de negociação simples, inteligente e bem planejada.
Esta é uma propaganda da VISA, que também exemplifica uma negociação divertida de ganha-ganha (Negociação Integrativa).
Cenas comuns em negociações
30 agosto, 2009 por hhiranoNos dias de hoje, impor suas ideias em uma negociação já não são é bem visto e tende a desvalorizar um profissional que ainda se utiliza de meios indevidos para colocar as suas opiniões em prática.
As cenas das charges a seguir parecem exageradas, mas na vida real, elas ocorrem exatamente desta forma, exceto pelo fato de que as palavras são as mesmas, apenas a postura não é tão explícita.
Infelizmente, as negociações ainda são compreendidas como uma competição, e não uma colaboração. Em termos técnicos, falamos aqui de uma negociação DISTRIBUTIVA, onde um ganha e outro perde, ou a INTEGRATIVA, onde o objetivo é o criar o máximo de valor para si mesmo e para o outro lado — ganha-ganha.
Veja o quadro 1: “Sorry, Mr. and Mrs. Binney. As your accountant, I wasn’t prepared for this kind of negociation.”
“I wasn’t prepared for this kind of negociation” é algo comum em reuniões deste tipo, mas poderia ser ináceitável. É necessário conhecer os interesses da outra parte e estruturar os argumentos que deverão ser utilizados. A preparação e o planejamento é o fundamental para um bom negócio. Deve-se estabelecer uma Zona Possível de Acordo (ZOPA), com um preço de reserva e dentro de suas possibilidades, e também uma Melhor Alternativa Sem Acordo (MASA) caso não seja possível o fechamento ideal, criando alternativas e fortalecendo a proposta.
No quadro 2: “Your time is almost up. If you don’t agree to our terms, I’m gonna heed back to the corral.”, vemos mais um item importante para discussão: Agressividade ou Assertividade?
Dominar e intimidar a outra parte a fim de atingir os seus objetivos é, ao contrário do que parece, um jeito covarde de negociar.
Um bom negociador descreve o fato, expressa o que deseja, especifica as suas condições com dados e argumentos fortes e conclui a sua proposta, com o comprometimento de ambas as partes.
Negociar é preciso! Mas para isso, é essencial o PLANEJAMENTO, ARGUMENTAÇÃO, DISCUSSÃO e CONCLUSÃO.

