The Hub

24 julho, 2010 por hhirano

Nesta fase em que as redes são as principais fontes de informação e troca, e o poder de escolha é o fator principal para todas as nossa ações, refleti muito sobre o a Educação. Todas estas compras de Sistemas de Ensino, ingleses entrando tão fortemente no mercado brasileiro é de se atentar para o que está ocorrendo neste momento. Não só por ter trabalhado na área de Comunicação e depois, mais especificamente com Educação, meu interesse e indagação sobre esta área aumenta cada vez mais. Estamos passando por um momento de muito investimento e mudanças no ensino privado e público. Ainda bem!!!Hub Escola de InvernoBusquei entender os benefícios do sistema de ensino para o ensino infantil, fundamental e médio no Brasil.  Gostei muito dos serviços que acompanham o material didático e todo o contato entre alunos, professores e sistema.Agora, experienciei um curso aberto, para adultos, completamente diferente, em que você tem o total poder de escolha da grade e que a troca entre os participantes é fundamental para o bom aproveitamento do curso. Gostei muito e indico! O Hub Escola de Inverno ocorreu aqui em São Paulo e o Hub Summer School ocorreu em Amsterdam. Experiência única, e muito positiva de curso extra-classe, para ampliar as discussões e reflexões. http://www.hubescoladeinverno.com.br/Além disto, o Hub é um local de conexões entre várias organizações inovadoras que querem ver e ser a mudança no mundo, portanto, vale a pena ver o site deles também!  http://www.saopaulo.the-hub.net/public/Hub-DSC05725-3-espacos.pngÉ importante estar atento à todas as mudanças que estão por vir, pois ela tende a ser muito rápida e voraz.

Etanol

9 junho, 2010 por hhirano

A produção de álcool a partir do bagaço, utiliza como matéria-prima, substâncias de origem vegetal. No Brasil, é utilizado, dentre diversos outros recursos, o bagaço de cana de açúcar, o qual enfatizarei neste post.

processo cana

HISTORICAMENTE, UMA INDEFINIÇÃO:

Em 1970, o governo brasileiro criou o programa Pró-Álcool, por causa da crise mundial do petróleo, como uma alternativa combustível, promovendo estudos tecnológicos para a produção em grande escala e, por outro lado no setor privado,  as indústrias automobilísticas adaptaram os seus motores para receber o álcool combustível.

Creio que alguns podem lembrar da popularidade dos carros movidos a álcool nos anos 80, onde demoravam horas para ligar nas manhãs mais frias. Isto foi realmente um problema de desempenho das tecnologias desenvolvidas na época. Em 1991, houve uma alta dos preços do açúcar e o governo brasileiro desestimulou a fabricação de álcool.

No início do século XXI, na certeza de escassez e de crescente elevação no preço dos combustíveis fósseis, priorizam-se novamente os investimentos na produção de etanol por um lado e, por outro, um amplo investimento na pesquisa e criação de novos biocombustiveis. Diante de uma situação nacional antiga e inconstante, justamente causada pelas altas e baixas do petróleo, as grandes montadoras brasileiras aprofundaram-se em pesquisas e, dessa forma, lançaram uma tecnologia revolucionária: os carros dotados de motor bicombustível, fabricados tanto para o uso de gasolina quanto de álcool.

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Esta instabilidade, que fica atrelada ao preço do barril do petróleo e a falta de posicionamento e planejamento do governo brasileiro, faz com que nós, consumidores, fiquemos sucetíveis às decisões mal tomadas. José Goldemberg, físico, ex-secretário do Meio Ambiente de São Paulo e um dos responsáveis pela criação do Proálcool na década de 1970, diz:

“Ao utilizarmos fontes de energia produzidas aqui, não dependemos de importação nem ficamos suscetíveis a crises mundiais. Também estamos adiante na discussão ambiental, já que a hidroeletricidade e o etanol são renováveis e poluem pouco”, diz (leia o artigo na página 47). No entanto, ele alerta, a falta de investimentos em tecnologia e pesquisa está mudando o conjunto das fontes utilizadas e pode “sujar” a matriz energética gradativamente.”

ATUALMENTE, UM POSICIONAMENTO

Hoje no Brasil, utilizamos a 1ª geração da tecnologia de produção de álcool (ou seja, produzimos álcool a partir do “melaço” de cana), na tecnologia de 2ª geração, a produção pode ser feita também com a celulose (ou seja, uma enzima “quebra” a molécula de celulose e assim essa é utilizada no produção de álcool). A segunda geração de produção, permite utilizarmos o bagaço da cana, além do “melaço”, isso aumenta muito a produtividade sem termos que expandir a área de plantação, evitando a “invasão” de áreas de cultivo alimentar e/ou áreas de mata nativa. Fala-se também em uma terceira geração, mas não há muitos dados a respeito. Outro ponto a ser considerado é a substituição do uso de combustível fóssil pelo renovável (álcool), essa pode ser uma das vantagens desse “sistema” no entanto, não acredito que seja a solução para a substituição da matriz energética mundial.

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As vantagens: tem preço baixo, emite poucos gases poluentes e é uma alternativa ao petróleo no setor de transportes, e ainda, com potencial para exportação. Hoje, ele representa 15% do total de combustíveis utilizados em motores à combustão.

Pontos de atenção: No entanto, para atender esta demanda, será necessário aumentar a produção com sustentabilidade. Teme-se que o aumento de áreas destinadas à cana afete a produção de alimentos (e o abastecimento) e ainda empurre a soja e a pecuária para a floresta Amazônica.

FUTURAMENTE, UM DESAFIO

A matriz poderia ser mais limpa: Até 2030, estima-se o aumento de 143% no total de energia consumida no país. Em 2005, as fontes não renováveis produziam 53% dessa força, o que é considerado um bom número em comparação com os países desenvolvidos. Com mais investimento em tecnologias alternativas, como a biomassa, o biodiesel e a energia eólica, a matriz poderia, nos próximos 20 anos, ficar ainda mais limpa. Mas as previsões não são animadoras Em 2005: 165 milhões de tep*; Outros (biodiesel, biomassa, carvão vegetal e carvão mineral) - 23%; Gás natural - 6%; Energia elétrica - 19%; Derivados de cana - 12%; Derivados de petróleo - 41%.

Além disto, existem os problemas da condição social e trabalhista da mão-de-obra empregada, pelo primitivo processo de colheita (que obriga à queima da cana), entre outros. A queima da palha do canavial visa facilitar e baratear o corte manual.  No Brasil as queimadas são uma prática proibida por lei e, em ambientalmente criminosas, pois libera gás carbônico, ozônio, gases de nitrogênio e de enxofre e também a indesejada fuligem da palha queimada, que contém substâncias cancerígenas. Há também uma perda dos nutrientes para as plantas. As internações por problemas respiratórios, intoxicações e asfixias aumentam consideravelmente durante a época da fuligem.

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Os custos do carregamento e transporte também são reduzidos, e aumenta a eficiência das moendas, que não precisam interromper seu funcionamento para limpeza da palha. Por outro lado, essa prática, empregada em aproximadamente 3,5 milhões de hectares, tem conseqüências desastrosas para o ambiente.

Ainda enxergamos a questão do Etanol como um desafio econômico, e pouco é feito, discutido e pesquiado em âmbito social e ambiental. Em termos de ética, estas são os buracos negros que ainda não são debatidos o suficiente. E é o desafio na nossa geração, ainda cega nestes aspectos.

Escravos dos emails

5 junho, 2010 por hhirano

Passo horas do meu dia lendo emails e resolvendo emails. Isto é comum a muitas pessoas nesta Era da Informação e reconheço de que está longe de ser o meio mais alegre de se passar o tempo que tenho.

Dificilmente isto será excluído do nosso dia a dia. No entanto, as redes de relacionamento tem diminuido a necessidade de abrir os emails pessoais todos os dias.

Profissionalmente, algumas empresas estão trabalhando para facilitar a vida de quem depende dos e-tudo. Achei este video bem interessante e compartilho com quem também é escravo dos emails.

SCRUM

18 abril, 2010 por hhirano

Os profissionais de TI têm utilizado muito  o SCRUM, um framework utilizado para trabalhar com projetos complexos. Ele pode ser utilizado em outras áreas, além de TI, por esta razão, resolvi compartilhar estes conhecimentos para organizar o trabalho em equipe na gestão de projetos.

Existem 3 papéis fundamentais: o Product Owner, Scrum Team e o Scrum Master.

Existe um Scrum Calendar onde no início do mês a equipe se reune para discutir o Product Backlog, ou seja, todas as tarefas que devem ser feitas. Após 1 mês, a equipe se reune novamente para verificar o que foi feito. O Product Owner é o responsável pelo Product Backlog.

A Scrum Team se concentra na execução das tarefas e alimenta o quadro do Scrum que poderá ser dividido em: “To do”, “To verify” e “Done”. Como não vivemos em um mundo ideal, há também os itens “Unplanned items”, “Impediment Backlog” e “To discuss”.

O Scrum Master tem a responsabilidade de garantir o progresso do projeto e das ferramentas necessárias para a execução da equipe. É este o organização das reuniões (que duram diariamente 10 minutos), monitora o trabalho da Scrum Team e facilita o desenvolvimento do release.

Não sou especialista neste assunto, mas achei interessante, e possível de ser aplicado em diversos projetos. Para quem tiver interesse, basta pesquisar. Abaixo, um vídeo para ilustração do Scrum.

Comentários do artigo “A obrigação de inovar”, de Gary Hammel

17 dezembro, 2009 por hhirano

O artigo “A obrigação de inovar” descreve de forma bem clara a evolução do mercado e as consequentes exigências de aperfeiçoamento para se obter sucesso. O artigo foi escrito em 2002, hoje confirmamos as expectativas existentes nesta época, e mais, fazemos parte desta busca alucinante por desenvolvimento de novas tecnologias, capacitação e inserção no mercado agressivo de trabalho. Segundo Gary Hammel, a inovação deve passar a ser o valor máximo das empresas, substituindo a qualidade que deve ser algo dado como certo.

A globalização acentuada e o surgimento de profissionais cada vez mais capacitados caracterizam a vantagem competitiva econômica. Em tempos remotos, caracterizávamos a vantagem competitiva com a evolução comparada à uma grande potência mundial, hoje estes parâmetros estão equivocados pois as empresas buscam superar os seus concorrentes de mercado, diversificar e abranger cada vez mais o espaço de atuação, seja em diferentes ramos ou produtos.

O potencial da empresa e do profissional se dá de acordo com sua capacidade de reinventar e de possuir capitais diferenciados, como ressalta Gary Hamel. As companhias brasileiras sofrem por conta da falta de ferramentas simples que municiem investimentos em Pesquisa e Desenvolvimento (P&D), bases de uma política de inovação. Hamel brilhantemente caracteriza os focos e importâncias que empresas necessitam para obter o sucesso. O capital da imaginação responsável pelo poder inovativo capaz de criar riquezas diferenciadas com novos conceitos e crenças mudam os vetores de atenção para o impensado. O capital de risco foca em novos investimentos ainda com a incerteza do resultado posterior mas sim a expectativa de potencializar um novo investimento. E por fim o capital de relacionamentos, a proximidade entre diferentes empresas de diversos ramos podem resultar na troca de experiências para aperfeiçoamento de processos.Estes conceitos aplicam-se de forma muito atuantes no dia a dia.

A busca por profissionais pró – ativos, dinâmicos, inovadores e de bom relacionamento além da grande exigência de capacitação no que se refere à formação e especialização enquadra-se neste perfil citado por Gary nos tornando mascotes da globalização e evolução corporativa.Flexibilidade, rapidez e inovação serão qualidades essenciais para qualquer empresa até 2010. Pelo menos, é o que revela o estudo realizado pela consultoria inglesa Economist Intelligence Unit (EIU). Os produtos e serviços estão se padronizando.

Os processos de criação, entrega e manutenção é que farão diferença na competição empresarial. “Por isso, os modelos de negócio devem ser rápidos e flexíveis para se adequarem ao gosto do consumidor”, ensina Denis McCauley, um dos organizadores do estudo. A inovação, portanto, deve ser regra constante no dia-a-dia das companhias. Mas porque uma regra? Porque inovar significa ver o que ninguém enxerga, é renovar-se, recriar-se para vencer. É também buscar constantemente ser diferente mas sempre com um propósito, um objetivo. Podemos com certeza entender que inovar (e isto ficou claro no texto) é vencer com criatividade o jogo do mercado, é conquistar não somente o “coração do cliente” e sim a “mente “, é ser referência. É distinguir-se dos concorrentes de maneira que o cliente valoriza ( Mr. Porter gostaria dessa frase !).Um exemplo que podemos citar complementando o contexto do texto, é o caso da Aplle que primeiramente mudou a si mesma para depois mudar o mercado, o fruto dessa ação ? Ipod. Não precisamos falar mais nada .Ainda  tomando como base o texto de Gary, o mesmo foi escrito em  2002 mas vamos voltar um pouquinho mais no tempo ? Gary Hamel em 1966 já afirmava: “Admitamos. As empresas ao redor do mundo estão atingindo os limites do incrementalismo. Enxugando um tostão ou outro dos custos, lançando produtos no mercado uma semana antes do planejado, respondendo às consultas dos clientes um pouquinho mais rápido, melhorando a qualidade num tiquinho aqui outro acolá, capturando mais um decimal na participação de mercado. Essas são as obsessões dos executivos os dias de hoje. Mas perseguir melhorias incrementais enquanto que seus rivais reinventam a indústria é como tocar violino enquanto Roma se incendeia.” (Strategy as Revolution - Harvard Business Review, julho-agosto de 1996).Pois é chegamos à conclusão que a Inovação torna-se importante por sua própria definição. Ou definições se preferirem. Simples assim!

GRUPO: Adriana, Fernanda Gabrielle, Heidi

INTERBRANDS 2009

8 dezembro, 2009 por hhirano

Segue o link para o Best Global Brands (Relatório das Melhores Marcas Globais) e um vídeo da vencedora de 2009

http://www.interbrand.com/best_global_brands.aspx

2009-best-global-brands.jpg

ETAPAS DE PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO

8 dezembro, 2009 por hhirano

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Esta disciplina, além de muito importante para o dia a dia de todas as empresas, ampliou meus conhecimentos e aprofundou em conceitos bastante conhecidos no mercado. Creio que a forma apresentada foi tão esclarecedora, que gostaria de reforçar alguns pontos e etapas de um Planejamento Estratégico.

ETAPA 1: ANÁLISE DO AMBIENTE INTERNO

1)      Definição de negócio: O negócio não é simplesmente um produto. É a necessidade fundamental que a empresa supre. O negócio pode ter um âmbito de atuação:

a)      Restrito

b)      Amplo

Exemplos de Organizações

Âmbito Restrito

Amplo

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Carros
Motos

Transportes

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Computadores

Informações
Soluções

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Petróleo

Energia

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Filmes

Cultura e Diversão

2)     

Valores: ideais e ética da empresa. São as regras de conduta que ela tem perante a sociedade

Visão: o que a empresa deseja ser no futuro

Missão: a razão de ser da empresa

3)      Análise de contexto ou Diagnóstico empresarial: Estágio de desenvolvimento da empresa (Segundo pesquisas do Sebrae e Endeavor, 95% das empresas fecham suas portas antes de 5 anos. 73% delas em menos de 3 anos).

ETAPA 2: ANÁLISE DO AMBIENTE EXTERNO

1)      Uma ferramenta que auxilia para esta análise é a Matriz CTI

Aspectos Características Tendências Impactos
Demográficos
Econômicos
Naturais
Tecnológicos
Legais
Institucionais
Políticos
Internacionais
     

2)      Fontes úteis para consulta:

Dados Primários: Pesquisas de Mercado
Dados Secundários: Fontes governamentais, associações, federações, Institutos de Pesquisa…

ETAPA 3: IDENTIFICAÇÃO DE OPORTUNIDADES

1)      Análise SWOT (ou FOFA, em português)

“Concentre-se nos pontos fortes, reconheça as fraquezas, agarre as oportunidades e proteja-se contra as ameaças ” (SUN TZU, 500 a.C.)

  Opportunities (Oportunidades) Threats (ameaças)
Strenths (Forças) Potencialidades ofensivas Capacidade defensiva
Weakenesses (Fraquezas) Debilidade Vulnerabilidade

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2)      Matriz de Porter (Michael Porter) das 5 forças competitivas (fonte: Wikipedia):

O modelo das Cinco Forças de Porter foi concebido por Michael Porter em 1979 e destina-se à análise da competição entre empresas. Considera cinco factores, as “forças” competitivas, que devem ser estudados para que se possa desenvolver uma estratégia empresarial eficiente. Porter refere-se a essas forças como microambiente, em contraste com o termo mais geral macroambiente. Utilizam dessas forças em uma empresa que afeta a sua capacidade para servir os seus clientes e obter lucros. Uma mudança em qualquer uma das forças normalmente requer uma nova pesquisa (análise) para re-avaliar o mercado.

Porter avalia que a estratégia competitiva de uma empresa deve aparecer a partir da abrangência das regras da concorrência que definem a atratividade de uma indústria.[1]

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ETAPA 4: ARQUITETURA ESTRATÉGICA

1)      Os objetivos e metas devem ser:

S – Specific

M – Measurable

A – Ambitious

R – Realistic

T – Timed

2)      Estratégias Competitivas

a)      Liderança no custo total

b)      Diferenciação

c)       Foco

3)      Cadeia de Valor ou Value Chain: Conjunto de atividades desempenhadas por uma organização desde as relações com os fornecedores e ciclos de produção e de venda até à fase da distribuição final. O conceito foi introduzido por Michael Porter em 1985 no livro Competitive Advantage: Creating and Sustaining Superior Performance.

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4)      Escolas de formulação estratégica (Minzberg)

Escola de Aprendizado

i)        Peter Senge

ii)       Prahalad e Hamel

Escola Empreendedora

i)        Estratégia do Oceano Azul

Discutimos em sala sobre o conceito da Organização que Aprende. Li este livro do Peter Senge, e mesmo assim, creio que há ainda muito a pesquisar e aprender sobre o assunto. A Quinta Disciplina é um livro que sugere uma visão sistêmica de vida, do mundo, e de todos os aspectos da vivência humana. Trata-se de um livro de larga utilização nos meios organizacionais e administrativos, pois sugere uma visão mais ampla para administração, começando pela maneira de ver e encarar a vida pelo próprio administrador. Os tópicos abordados no livro são cinco disciplinas, sendo cada uma delas crucial para o sucesso das outras. Dando mais ênfase para a quinta disciplina-raciocínio sistêmico como “o alicerce de organização que aprende”. (Fonte - Wikipedia: http://pt.wikipedia.org/wiki/A_Quinta_Disciplina)

As cinco disciplinas são: Domínio pessoal; Modelos mentais; Objetivo comum; Visão compartilhada; Aprendizado em grupo; Raciocínio sistêmico

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Ainda iniciarei a leitura do livro A Estratégia do Oceano Azul:

“Blue Ocean Strategy is a business strategy book written by W. Chan Kim and Renée Mauborgne of INSEAD, an international business school, that promotes creating new market space or “Blue Ocean” rather than competing in an existing industry.[1] It contains retrospective case studies of business success stories the authors claim were Blue Ocean Strategies. The book has sold more than a million copies in its first year of publication and is being published in 41 languages.[2]” (Fonte: Wikipedia)

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ETAPA 5: ELABORAÇÃO DOS PLANOS DE AÇÃO

5Ws + 1H + 1B

* Who? Who was involved?

* What? What happened (what’s the story)?

* When? When did it take place?

* Where? Where did it take place?

* Why? Why did it happen?

* How? How did it happen?

*Budget

ETAPA 6: IMPLANTAÇÃO, AVALIAÇÃO E CONTROLE

“Eu não tenho tempo para ler” –> SERÁ?

20 novembro, 2009 por hhirano
por Kátia Ricardi de Abreu
Publicada em 26/5/2008

 

Certo dia um empresário me disse: “eu não gosto de ler!” No entanto, ele passava a maior parte do seu tempo na frente do computador, lendo e-mails, recebendo informações de sites especializados, fazendo buscas no Google sobre assuntos de seu interesse, com o maior entusiasmo. Então eu disse para ele: “você gosta de ler, sim! O que você não gosta, é de textos muito longos e com conteúdo que não são atraentes para você”.

O empresário não havia se dado conta disso. Tal como ele, muitas pessoas procuram textos curtos, notícias enxutas. Muitas vezes, as pessoas ficam apenas nas leituras das manchetes e nas fotos ou gravuras. Porém, um texto agradável, cujo conteúdo vai de encontro com a curiosidade e necessidade do leitor, poderá quebrar este paradigma.

Outro paradigma é: “não tenho tempo para ler”! Enquanto dirigimos, passeamos pelas ruas, lemos os letreiros nos outdoors, enquanto na fila da loja de conveniência, lemos as fofocas que estão nas manchetes das revistas de circulação nacional, colocadas na posição estratégica para os consumidores estenderem a mão e incluírem na compra, uma delas! Então, da mesma forma, se as letrinhas compõem frases que despertam nosso interesse, encontramos tempo para ler.

A leitura pode ser confundida com estudo e isso espanta algumas pessoas avessas à escola. Talvez porque na escola, temos que fazer muita coisa que não é interessante para tirar notas e passar de ano. Do emparelhamento de estímulos negativos resulta essa conduta tão prejudicial à carreira de qualquer pessoa.

Não importa qual o assunto, ler é essencial para a fluência verbal, para um vocabulário rico que poderá levar à construção de relacionamentos. Sem contar que, através da leitura, aprendemos a escrever corretamente. Sobre isso, tenho uma história interessante para contar: havia um funcionário que estava preparado tecnicamente para uma promoção, um cargo de gerência. Ocorre que ele não se preparou nesta área; falava errado, daquele jeito que dói nos ouvidos, como se costuma dizer. Seu vocabulário era fora dos padrões para a função, que o levaria a falar direta e constantemente com clientes e a se comunicar pelo Messenger com pessoas que não aceitariam erros crassos, comprometendo a imagem da empresa. Diante disso, ele me procurou para que eu pudesse ajudá-lo. Um pouco tarde? Não, nunca é tarde para quem quer mudar! Tínhamos pouco tempo, mas ele foi brilhante, seguiu à risca minhas recomendações. Seu vocabulário melhorou e ele não perdeu a grande chance da sua vida.

A professora Carmen Soler, estimulava a leitura de forma muito bem humorada, dizendo para nós, alunas: “o que vocês vão conversar com seus namorados depois de falarem que está frio ou calor”?

Veja, você chegou até o final deste texto! Parabéns!

Kátia Ricardi de Abreu

Psicóloga Clínica e Organizacional

www.katiaricardi.com.br

Educação para Pessoas Com Deficiências

7 novembro, 2009 por hhirano

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Gosto muito de falar de Educação, tanto em empresas, na área de T&D, como também de modo geral, na política, no governo, nas escolas particulares… acredito ser a chave para o desenvolvimento do país.

O site que eu confio e recomendo para leitura e consultas é o da vereadora Mara Gabrilli, http://www.maragabrilli.com.br ou o site da ONG Vez da Voz, www.vezdavoz.com.br. Conheço e trabalho com alguns profissionais desta ONG que luta pela inclusão da pessoa com deficiência. Desde 2004 é formada por profissionais sem e com deficiência (cadeirantes, surdos e cegos) que atuam na produção de materiais educativos, vídeos inclusivos com música e Libras, produção do primeiro telejornal inclusivo da Internet brasileira (Telelibras), promove cursos e treinamentos em empresas.

Hoje escrevo sobre uma matéria muito fora do comum, mas que me afeta diretamente por também escutar os famosos galo João, Virgulino e Cocó, da reportagem da Folha de São Paulo do dia 6 de Novembro de 2009, que mora na escola Érico de Abreu Sodré — uma escola bem cuidada, que em 2008 superou em 20% as metas de desempenho fixadas pela Secretaria da Educação.
Dos seus 380 alunos, 28 são “especiais”, crianças com dificuldades de aprendizado e síndromes diversas. Foi para esses estudantes que a diretora Silvana Vairoletti, 46, e o vice-diretor José Manuel Almeida Braz, 44, idealizaram o galinheiro e a horta em que os alunos aprendem e exercitam a afetividade, o cuidado e a delicadeza. A professora Maria Sueko Arakaki, 54, cuida das aves e dos canteiros de almeirão roxo, cebolinha, alface, pimentão e abobrinha com seus alunos.
“Antes, eles ficavam só sentados, assistindo às aulas. Agora, têm a chance de sentir que podem ser responsáveis pelo bem-estar de um ser vivo, que são importantes”, diz.

Por se tratar de uma metodologia alternativa de desenvolvimento de pessoas com necessidades especiais, acho um tópico muito interessante e que deve se discutido nas escolas e nas empresas. Profissionalmente, trabalho com muitas pessoas com deficiências e tenho um carinho e respeito muito grande por eles. Inclusive, cuido do Programa de LIBRAS (Língua Brasileira de Sinais) para os funcionários ouvintes que procuram comunicar-se com os surdos de nossa empresa. Uma vez por ano, celebramos o Dia do Surdo, quando eles são homenageados pelos alunos de LIBRAS. Creio que este projeto desta escola é muito interessante e apoio a iniciativa. Investir na educação de crianças com deficiências, é investir no futuro.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidian/ff0611200915.htm

“O que você aprendeu / reaprendeu no curso de Gestão de Pessoas e de Carreiras?”

2 novembro, 2009 por hhirano

O conteúdo deste módulo do curso é essencial para a minha área de atuação, que é Recursos Humanos.

O comportamento e a comunicação ASSERTIVA, a auto-avaliação do grau de assertividade , as técnicas de feedback, o reconhecimento das competências das pessoas da equipe foram conhecimentos que preciso lidar no meu dia a dia.

O que foi mais interessante na matéria foram as categorias dos TIPOS DE PERSONALIDADE E MOTIVAÇÃO, através da classificação por 4 “cores” diferentes de personalidades.

Para a gestão de pessoas não há fórmula perfeita e nunca deixará de ser um desafio, pois estamos lidando com PESSOAS, e sempre, haverá diferenças de tratamentos, motivações e competências para mediar.

Foi muito válida pelas discussões e reflexões. Inspirada em algumas aulas, postei diversos vídeos e textos relacionados ao tema  (ver posts abaixo “O que faz um bom chefe”, “O que faz um péssimo chefe”, “Ética profissional é condição de empregabilidade” e “A competência na atualidade”).