Qual o papel do Comitê de Auditoria e Conselho Fiscal na Governança Corporativa?

12 dezembro, 2011 por glauciapassos

Para entenderemos o papel do Comitê de Auditoria e do Conselho Fiscal precisamos identificar o que gerou a necessidade da criação destes elementos.

 A globalização do mercado de capitais aumentou a necessidade de solução dos problemas identificados nas companhias de capital aberto, como a estrutura de propriedade, o conflito de interesses entre acionistas e gerentes, a ausência de transparência e o comportamento nem sempre correto com acionistas minoritários, fortalecendo assim o movimento de Governança Corporativa.

A metodologia de estabelecimento da GC - Governança Corporativa nas corporações se baseia na interação entre proprietários, conselho de administração, direção executiva e os demais stakeholders. Martins e Rodrigues (2005) destacam que a GC pode ser entendida como um sistema, princípios e processos através dos quais as empresas são controladas e administradas, tendo o conselho de administração como sua referência central. Com base nos diversos estudos sobre os conselhos de administração, os autores afirmam que, por um lado, podem ser destacados três papéis-chaves:

(i) estratégico – responsabilidade por monitorar e influenciar;

(ii) controle – envolvendo gerentes, diretores e os recursos da empresa;

(iii) institucional – aconselhamento aos gestores e provimento de uma face institucional para a organização junto a sua comunidade.

  

Por outro lado é destacado que a existência de quatro atributos principais, que afetam seus papéis e atuação, contribuem indiretamente para a performance da firma: a composição dos conselhos, suas características, estrutura e processo de atuação. Para cumprir suas funções e responsabilidades, os conselhos de administração constituem comitês chamados de “comitês do conselho de administração”, os quais se reportam a ele e geralmente são presididos por membros do próprio conselho. Dentre os vários comitês que podem ser constituídos, temos o comitê de auditoria. Subordinado ao conselho de administração, os comitês de auditoria foram primeiramente recomendados pela New York Stock Exchange (NYSE), em 1939 (VERA-MUÑOZ, 2005). Em, 1972, a Security Exchange Commission (SEC) publicou uma primeira recomendação às companhias abertas para o estabelecimento do comitê de auditoria. As bolsas de valores rapidamente seguiram essa orientação e recomendaram que as companhias estabelecessem os comitês de auditoria.

Inicialmente, os comitês de auditoria eram os responsáveis pela supervisão do processo do reporte financeiro, seleção dos auditores independentes e pelo recebimento dos resultados das auditorias. Entretanto, as responsabilidades dos comitês de auditoria se intensificaram dramaticamente com a realização de duas reformas que impactaram a GC:

(i) em 1999, o Blue Ribbon Committee (BRC) publicou relatório e recomendações para incrementar a efetividade dos comitês de auditoria (BRC, 1999);

(ii) The Corporate and Criminal Fraud Accountability, ato de 2002, melhor conhecido como SOX (SOX, 2002). O reporte do BRC, de forma pragmática, introduziu mudanças progressivas nas funções e expectativas do funcionamento dos conselhos de administração, comitês de auditoria, diretores financeiros e contábeis, auditores internos e externos.

Completando e dando ênfase a citação acima,  a SOX foi criada em 2002, com o objetivo de recuperar a credibilidade do mercado de capitais norte-americano, a Lei Sarbanes-Oxley (SOX) trouxe a implementação de controles internos confiáveis e a constituição do Comitê de Auditoria. Adaptando a seguinte Definição para os Comitês de Auditoria: “o comitê (ou equivalente função) é estabelecido pelo conselho de administração com o propósito de inspecionar a prestação de contas, o processo de emissão dos relatórios financeiros e a auditoria das demonstrações financeiras”

Pela necessidade de de atendimento da Seção 301, da SOX, por determinação do Conselho Monetário Nacional (CMN), Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP) e orientações da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e IBGC (PwC, 2007) houve no Brasil  a criação dos comitês de auditoria.

Além das determinações contidas na SOX, cujas principais atribuições envolvem: a prévia aprovação para a contratação dos serviços de auditoria e de não auditoria prestados pelo auditor independente; disclosure (revelação de informações confidenciais, podendo constituir uma Quebra de Confidencialidade) dos serviços prestados pelos auditores independentes aos investidores, por meio de relatórios periódicos; supervisão do processo de apresentação dos relatórios financeiros e contábeis; independência dos membros; criação de canal de recepção e tratamento de denúncias; emissão de reporte publicado em conjunto com as demonstrações financeiras; e designação de um membro especialista financeiro - os comitês de auditoria possuem atribuições adicionais de monitorar a efetividade dos processos operacionais e a aderência às normas locais.

A regulamentação da CVM permite às companhias abertas a adoção do comitê de auditoria e, ou, constituir e, ou, utilizar o chamado conselho fiscal “turbinado”, o qual tem por responsabilidade, além das atribuições normais previstas na legislação específica, desempenhar as funções típicas do comitê de auditoria. Muito se discute as vantagens e desvantagem em se permitir a adoção do conselho fiscal “turbinado”, principalmente porque a legislação define que uma das principais funções do conselho fiscal é fiscalizar a companhia para defender os interesses dos acionistas, enquanto que a função do comitê de auditoria é atuar próximo dos administradores. Entretanto, para as instituições financeiras, o BACEN exige a constituição dos comitês de auditoria, sendo que, dependendo do porte, existe a possibilidade de indicação de membros da diretoria executiva, portanto, sem independência plena para exercer a função.

Segue abaixo ilustração de como o Comitê de Auditoria pode agregar valor nas instituições e não ser apenas uma formalidade dentro da realidade brasileira.

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Compete também aos Comitês de Auditoria:

(i) revisão prévia antecedendo a publicação das demonstrações financeiras e demais peças contábeis;

(ii) a elaboração do relatório semestral do comitê de auditoria;

(iii) o estabelecimento de procedimentos para recepção e tratamento de comunicações recebidas sobre erros e fraudes relevantes ou descumprimentos de dispositivos legais, devendo ser assegurado o anonimato do denunciante e a confidencialidade da informação;e

(iv) a comunicação tempestiva ao BACEN - Banco Central do Brasil e a SUSEP – Superintendência de Seguros Privados, sobre a existência ou a evidência de inobservância das normas legais e regulamentares que coloquem em risco a continuidade de quaisquer das sociedades do conglomerado;

(v) fraudes de quaisquer valores perpetrados pela administração, funcionários ou terceiros; e erros que resultem em incorreções relevantes nas demonstrações financeiras.

 Conselho Fiscal: fator de governança corporativa

Os Conselhos Fiscais, à medida que as gestões das companhias foram ficando cada vez mais complexas, começaram a serem utilizados como instrumento de gestão dos acionistas. Estes Conselhos passaram por uma forte renovação decorrente do desenvolvimento do mercado de capitais, da vigorosa atuação da Comissão de Valores Mobiliários e da criação dos níveis diferenciados de governança corporativa para as ações listadas na Bovespa. Hoje, os Conselhos Fiscais se constituem em importante órgão fiscalizador independente, fator de  aprimoramento das melhores práticas de governança corporativa, buscando contribuir para o melhor desempenho das organizações.

Enquanto a Diretoria Executiva é nomeada pelo Conselho de Administração, este, junto com o Conselho Fiscal, é eleito pela Assembléia Geral de Acionistas como seus representantes na gestão da companhia. No que se refere à subordinação, ambos os órgãos, Conselho de Administração e Conselho Fiscal, se reportam aos acionistas com uma diferença favorável ao Conselho Fiscal em termos de importância, uma vez que os conselheiros de administração, além de prestar contas de seus atos à Assembléia Geral de Acionistas, também o fazem ao Conselho Fiscal.

A Lei Sarbanes-Oxley indiretamente enriqueceu o papel do Conselho Fiscal quando as autoridades americanas (Securities and Exchange Commission – SEC) aceitaram que esse fórum substituísse os Comitês de Auditoria nas companhias brasileiras listadas na Bolsa de Nova York (NYSE), reconhecendo que no Brasil existem órgãos internos independentes do Conselho de Administração e da Diretoria Executiva.  São os Conselhos Fiscais “Turbinados”, batizados assim pelo mercado, adaptados de maneira a garantir o atendimento de todas as exigências da SEC e da NYSE e, ao fazê-lo, as empresas se utilizam de uma exceção autorizada pelas regras NYSE 303A.06 e 10A-3 da SEC.

Embora o Conselho Fiscal “Turbinado” não equivalha nem seja totalmente comparável ao Comitê de Auditoria como definido na legislação americana, os poderes conferidos a esse Conselho Fiscal, dentro dos limites da lei brasileira, levam a concluir que o sistema de governança corporativa, no seu conjunto, é plenamente compatível e equivalente com as atividades de um Comitê de Auditoria.

1812011122156.jpgConstitui-se em relevante constatação a prática de instalar Conselhos Fiscais “Turbinados” nas sociedades anônimas listadas na Bovespa, principalmente nas situadas no Nível 1 e Nível 2 de governança corporativa, independentemente se essas empresas são listadas ou não na Bolsa de Nova York, fazendo as vezes dos Comitês de Auditorias.

O Audit Committee Institute (ACI), da KPMG no Brasil, realizou recentemente, por ocasião de sua 18ª Mesa de Debates, uma pesquisa em que constava a questão de se o Conselho Fiscal e o Comitê de Auditoria devem co-existir. Dentre os participantes, 52% responderam que sim, se o porte/complexidade da companhia exigir a existência dos dois; 29% dos participantes responderam que sim, independentemente do porte/complexidade da companhia. Apenas 13% responderam que não, afirmando que o Comitê de Auditoria é suficiente e eficiente, em linha com as práticas de governança de outros países. A adoção simultânea do Conselho Fiscal e do Comitê de Auditoria ainda não é uma efetiva tendência, porém vem aumentando o número de empresas que optam por esse modelo, localizadas principalmente nas instituições financeiras e em alguns segmentos industriais e de serviços.

O Código das Melhores Práticas de Governança Corporativa, editado pelo Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC), reserva um capítulo exclusivamente dedicado ao Conselho Fiscal, no qual afirma que esse fórum é parte integrante do sistema de governança corporativa das organizações brasileiras. O IBGC, fazendo jus a essa afirmação, vem buscando o aprimoramento dos conselheiros fiscais e editou em 2009 a segunda edição de seu Guia de Orientação para o Conselho Fiscal, afirmando em seu parágrafo inicial que o Conselho Fiscal busca, por meio dos princípios da transparência, equidade e prestação de contas, contribuir para o melhor desempenho da organização.

Foi-se o tempo em que os Conselhos Fiscais das sociedades anônimas existiam apenas para atender à legislação vigente. Eram constituídos por amigos dos acionistas controladores e/ou da Diretoria Executiva, com reuniões simbólicas e pareceres recomendando aos acionistas a aprovação dos demonstrativos financeiros assinados em reuniões sociais ou, geralmente, levados por portador para coleta de assinaturas.

Dessa forma, o Conselho Fiscal pode servir como instrumento legal para uma política ativa de boas práticas de governança corporativa, focando preferencialmente na transparência e no controle dos atos internos da empresa. Os seus membros devem atender a requisitos e regras de funcionamento que assegurem a efetividade de sua atuação..

Abaixo, segue um quadro comparativo entre o Conselho Fiscal e o Comitê de Auditoria, o que ajuda a ilustrar o que se deve considerar para criação de um Comitê ou a adaptação dessas funções a um Conselho:

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Referências:

www.ambev.com.br
www.deloitte.com
http://redalyc.uaemex.com
http://www.kpmg.com.br/aci/publicacoes/2009/18_Mesa_Debates.pdf.
Artigo:
Valor Econômico de 18/01/10 sob o título Acionista redescobre relevância do conselho fiscal.
Artigo: Comitês de Auditoria no Brasil - PricewaterhouseCoopers   

Equipe:
Alexandre Kazuo Yasui Matsuyama
Fabiana Carvalho de Oliveira
Glaucia Breve S. dos Passos
Maiara de Souza Dias
Regina Silva

O Futuro da Sociedade Criativa

1 março, 2011 por glauciapassos

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Acima eu preparei uma montagem que para mim resume uma sociedade criativa em um futuro próximo. Alguns elementos são fundamentais para que isto aconteça na minha opinião.

O empenho intelectual e a dedicação da sociedade em prol da criatividade a fim de facilitar o cotidiano de toda nação, além da tecnologia visando o conforto e a praticidade.

As interelações de mercado, a troca de conhecimentos entre culturas e povos diferentes, a globalização permitem que novos horizontes sejam explorados, nos ajudam a enxergar novas formas de fazer coisas antigas.  A simplicidade alinhada a inovação encurtam caminhos entre o pensar e o agir.

A ansiedade da evolução e curiosidade de uma criança em descobrir algo novo, deve estimular a todos, pois a cada dia desvendamos algo, percebemos que não sabemos nada da vida.  A persistência de “tirar água da pedra” contribui para o achado do novo. A nova era se resume em surpreender utilizando cada vez menos recursos e abusando da tecnologia.

Até mais,

Glaucia Passos

Guerra e o Progresso da Sociedade

1 março, 2011 por glauciapassos

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Ao avaliar o artigo do Howerth I. W. percebo que o  assunto “progresso social tão discutido  atualmente pela política e a sociedade como um todo  é algo ainda novo se avaliarmos sua essência. Este progresso em sua parte mais significativa se dá por um estado natural da sociedade, por uma necessidade que civilizações cada vez maiores, ao longo dos anos, acharam para se organizar.

As guerras não justificam os poucos progressos obtidos se compararmos as devastações geradas. Na tentativa de evoluir, conquistar poder, território, impor crenças  os homens acenderam batalhas.

Para conquistar a melhoria social devemos contar com a vontade de mudar, crescer, realizar algo novo e grandioso que traga benefícios e facilidade para todos, além do intelecto principalmente dos lideres, políticos e formadores de opinião em criar ferramentas que auxiliem nesta evolução. Na minha opinião a guerra é um meio covarde onde o mais rico/ forte “engole” o mais fraco, impondo seus hábitos.

Conquistar algo abusando da violência  não faz da guerra uma obra inteligente de uma nação, vai contra o processo de evolução humana, onde esperamos que a sociedade com o passar nos anos se torne cada vez mais digna, incorruptível, livre de preconceitos e solidária ao próximo.

Até mais,

Glaucia Passos

Onde você é criativa?

1 março, 2011 por glauciapassos

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Para mim um dos principais estímulos para a criatividade é a imaginação. E para eu arquitetar idéias abstratas fica mais fácil quando tenho liberdade de ser quem eu sou, fazer minhas piadas, dar risadas com familiares e amigos, em um ambiente descontraído, boteco ou restaurante, e ainda no conforto do meu lar, sozinha.

Criatividade requer uma mente receptiva e disposta a examinar novas idéias e fatos. Imaginar e criticar ao mesmo tempo, é como dirigir com o pé no freio. Freqüentemente, a solução criativa nasce de combinações inusitadas, estabelecendo analogias e conexões entre idéias e objetos que não pareciam ter qualquer relação entre si.

A montagem acima retrata os ambientes que me inspiram ao criar uma idéia. Relaxando na praia, comendo algo saboroso, discutindo com colegas de grupo, ou em minhas reflexões. 

Até mais,

Glaucia Passos

O Jogo do Avião

11 janeiro, 2011 por glauciapassos

Definição: o jogo do avião é uma dinâmica que permite uma experiência prática, consiste em exemplificar como a produção e a qualidade dos bens e serviços podem ser melhorados até 100% através das ferramentas que o sistema produtivo disponibiliza.

Metodologia: através da divisão da sala em dois grupos, onde cada grupo possuía as mesmas ferramentas e o mesmo número de colaboradores o que permitiu certa competitividade. 6 membros participavam do processo de produção direta, haviam também os líderes que acompanhavam o processo, os clientes que faziam papel de auditores, e outras pessoas que ajudavam acompanhando o tempo de cada posto de produção.

Sistema de Produção A
Nesta etapa Inicial foi utilizado o método de Produção Convencional em grandes lotes, que no caso o produto se movia a cada 4 lotes. O trabalho foi individualizado, cada posto trabalhava centrado em seu processo, ignorando as outras estações de trabalho. Ocorreu muito desperdício de  produção, o tempo foi mal utilizado e além disso, a qualidade ficou comprometida.

 O líder desta etapa era um verdadeiro “chefe tradicional”, não apoiava a equipe, não sabia direito o trabalho que estava sendo desenvolvido, gritava, cobrava, ameaçava e humilhava seus funcionários, estes por sua vez trabalharam com muita pressão e revolta, o que resultou na pior rodada do Jogo do Avião para ambas as equipes.

Sistema de Produção B
Nesta Fase 2 o método utilizado foi Produção por Demanda através do uso do espaço Kanban, este espaço mantinha apenas 1 unidade, as estações de trabalho se comunicavam através dele. Nesta etapa o trabalho foi melhor aproveitado, não existia tanta pressão como na primeira Fase e além disso, os líderes estavam mais participativos, começavam a entender melhor o trabalho. A equipe também já estava mais treinada, sabia com exatidão o que devia ser feito. O número de aviões certificados e o tempo de produtividade melhoraram significadamente, o tempo de processamento também caiu muito, porém o resultado alcançado na Fase 2 ainda não era suficiente e nem satisfatório para o cliente.

Sistema de Produção C
Na última fase foi dado um tempo maior para geração de idéias e implementamos a Produção Puxada. Foi simplesmente fantástico, as equipes tiveram um bom tempo para discutir tudo que não estava fluindo,  ocorreu um questionamento da forma de trabalho, como melhorar a qualidade do “produto fabricado”,  como melhorar ainda mais a produtividade. Os líderes participaram de todos os processos, os outros membros da equipe conheceram cada estação de trabalho, tivemos a liberdade para implantar idéias. O resultado não poderia ser outro, ambas as equipes melhoraram radicalmente, não tivemos nenhum avião não certificado, conseguimos produzir com o prazo melhor e uma qualidade superior, ou seja, tudo que uma empresa busca. Havia interação, comprometimento, foco de toda equipe.

Consideração Final
O Jogo do Avião ilustrou de forma brilhante o propósito da matéria “Sistema Produtivo’, os conceitos explicados durante as aulas ficaram mais claros quando pudemos aplicar boa parte deles nos jogos. Fica comprovada a importância do mapeamento de processos nas empresas e o questionamento destes, a fim de, ganhar em qualidade, aumentando a produtividade.

Atenciosamente,

Glaucia Passos

A Obrigação de Inovar

7 dezembro, 2010 por glauciapassos

 “A inovação sempre significa um risco. Mas ir ao supermercado de carro para comprar pão também é arriscado. Qualquer atividade econômica é de alto risco e não inovar – isto é, preservar o passado – é muito mais arriscado do que construir o futuro”. Peter Drucker

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 Avaliando o artigo e pegando como gancho a frase de Ducker , para mim fica claro o momento que nós estamos vivendo no mundo empresarial. Nunca se falou tanto de inovação, existe uma carência imensa no mercado por produtos e serviços novos que utilizem tecnologia, e serviços que facilitem e/ou  diminuam processos, a fim de buscar a comodidade tão valorizada nos dias de hoje.

As empresas estão lutando para criação e adequação de seus produtos e serviços , e nós consumidores a cada dia que passa nos deparamos com novas opções no mercado, produtos que mudam de embalagem, com novos sabores, serviços online, carros, computadores cada dia mais modernos, enfim novas tecnologias, o ciclo de vida dos produtos esta cada vez menor, o mercado anseia por mais e mais. Muitas empresas ainda não acompanham este ritmo de mudança, e insistem em ignorar a inovação de seu setor, além disso, toda transformação exige um investimento que às vezes pode ser bem significativo, deste modo, “é mais fácil” manter a cultura antiga e cômoda , do que inovar.

Outro fator importante é o perfil dos colaboradores das empresas, muitas pessoas tem resistência ao novo, acham difícil se adaptar, colocam empecilhos, e nunca se buscou tanto no mercado executivos com a visão mais aberta que tenham a capacidade de enxergar além do óbvio e implantar novas sugestões na forma de trabalho.

O modo de pensar das empresas aos poucos está mudando, elas estão tendo provas reais da dificuldade de evolução financeira com a forma de trabalho ultrapassada. O artigo da o exemplo dos três tipos de capitais que geram maiores riquezas, cada um deles estimula um conceito que há alguns anos eram pouco usados. Imaginação, realizar algo de forma diferente e impensado, risco, investir em coisas novas, correr riscos a fim de buscar o crescimento maior, e relacionamentos, usufruir do networking em busca de novas oportunidades, são fatores que precisam ser trabalhados mais do que nunca nos dias de hoje.

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Empreender e inovar são as duas faces da moeda com a qual se obtêm realização pessoal, prosperidade empresarial e bem estar social.

 Até a próxima.

Glaucia Passos
Consultora de Marketing

Ética e Sustentabilidade

9 outubro, 2010 por glauciapassos

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Faça uma análise sobre as consequências do aquecimento global relacionando-as com o possível agravamento da exclusão social e da degradação ambiental, ora existentes. Ainda na mesma questão, analise se o enfrentamento do aquecimento global pode conduzir a uma transformação profunda no modelo de desenvolvimento da sociedade global.

A população vive um momento onde a ausência de cuidado com o meio em que vivemos acaba gerando transtornos como a poluição do ar e da água, a devastação de florestas principalmente quando feita para a criação de gado, são fatores que somados com a freqüente queima de combustíveis fósseis a qual libera uma grande taxa de gases responsáveis pelo aquecimento da Terra, acabam constituindo as principais causas para o aquecimento global acontecer.

O aquecimento global ocasiona o aumento da temperatura que faz com que ocorra maior evaporação das águas dos oceanos, potencializando ainda mais aumento o do risco de catástrofes climáticas. Este ano o nosso país viveu um grande caos em Angra dos Reis e em outras regiões periféricas de São Paulo, onde a população mais carente abrigada em morros sem nenhuma estrutura e segurança sofreram grandes consequências por causa das chuvas fortes e inesperadas. Lamentavelmente dezenas de pessoas morreram devido aos deslizamentos que devastaram casas que já estavam estabelecidas em situação de risco.

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Cenas como as que tivemos o desgosto de ver no Brasil, USA e em outros  países  serão cada vez mais comuns se não zelarmos pelo meio ambiente e por uma reestruturação no nosso modo de vida e da habitação de pessoas carentes.

As autoridades juntamente com a população precisam achar meios de conciliar o desenvolvimento sócio-econômico com a conservação e proteção dos ecossistemas da Terra. Sem dúvida não é algo tão simples, pois exige dedicação e disciplina, além de pesquisas e estudos para tentar reverter os danos já causados ao meio ambiente. Da nossa parte podemos controlar os efeitos do aquecimento  com algumas atitudes no nosso cotidiano. Indústrias e Empresas que liberam gases poluentes ao meio ambiente deveriam repensar a forma que estão fazendo “negócio”. O transporte público é uma opção para a população, além de onibus fretado, utilização do carro para mais pessoas aproveitarem as “viagens” e etc. Acredito que desta forma já é um bom começo.

Atenciosamente,

Glaucia Passos

Técnicas de Negociação e Apresentação - Prof Adriana Ventura

24 maio, 2010 por glauciapassos

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Charge 1 - Negociação Distribuitiva

Avaliando desenho  e a frase fica claro que existe apenas um objetivo em jogo e os interesses são opostos. Esta negociação não usa da assertividade e sim da agressividade e ignorância, podemos notar que existe uma grande desvantagem e a cena está fora do contexto de uma negociação profissional  que  o casal e seu contador imagivam encontrar. Desta forma, podemos deduzir que eles não foram preparados para a negociação e provavelmente não obterão o resultado que esperavam.

Charge 2 - Negociação Integrativa

 Avaliando este segundo case podemos notar que há mais de um objetivo em jogo, e os interesses são opostos. O rapaz que esta por cima do outro, mais uma vez usa da agressividade, mostra que seu poder é maior intimidando o que está embaixo. A MASA neste caso seria conversar de forma mais assertiva e rever os pontos da negociação para que ninguém seja de fato prejudicado.

UMA AULA DE NEGOCIAÇÃO

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Pai -
Filho, eu quero que você se case com uma moça que eu escolhi.
Filho - Mas pai, eu quero escolher a minha mulher.
Pai - Meu filho, ela é filha do Bill Gates.
Filho - Bem neste caso eu aceito. Então o negociador vai encontrar o Bill Gates.
Pai - Bill, eu tenho o marido para sua filha.
Bill Gates - Mas a minha filha é muito jovem para casar.
Pai - Mas esse jovem é vice-presidente do Banco Mundial.
Bill Gates - Neste caso tudo bem. Finalmente o negociador vai ao Presidente do Banco Mundial.
Pai - Sr. presidente, eu tenho um jovem que é recomendado para ser vice-presidente do Banco Mundial.
Pres. Banco Mundial - Mas eu já tenho muitos vice-presidentes, inclusive mais do que o necessário.
Pai - Mas Sr, este jovem é genro do Bill Gates.
Pres Banco Mundial - Neste caso ele está contratado.
Moral da estória: Não existe negociação perdida. Tudo depende da estratégia.
Fonte Desconhecida

Quem Sou Eu

26 abril, 2010 por glauciapassos

Meu nome é Glaucia Passos, 24 anos, técnica em Publicidade, formada em Propaganda e Marketing com Educação Continuada em Marketing para o Setor Saúde na FGV.

Há 7 anos sou consultora de marketing na Tomaz Gestão e Marketing, empresa de pequeno porte com atuação nacional focada em consultoria para a área da saúde.

 Moro com minha família em Guarulhos, trabalho na Av. Paulista. Sou noiva e não tenho filhos.

Gosto de sair com meus amigos para barzinhos e locais onde eu possa curtir um bom samba de raíz, como por exemplo: Bar Mangueira, Vila do Samba entre outros. Porém não dispenso uma boa balada como a Bubu de vez em quando.

Organizo anualmente uma viagem para uma Estância Climática no mês de Outubro onde as pessoas que dela participam podem curtir um final de semana agradável cheio de aventura e diversão.

Estou muito feliz por começar meu MBA na BI, espero obter o aprimoramento técnico que estou buscando.

Fico por aqui.

Um abraço,

Glaucia PassosGlaucia Passos