Archive for the ‘Marketing’ Category

bemmisteriosa - campanha viral multimidia?!?!?

segunda-feira, fevereiro 8th, 2010

Que coisa irritante essa campanha “Bem Misteriosa”… E agora, para conseguirmos dormir? Já twittei e me recuso e continuar twittando até descobrir o que é a campanha, vou esperar amanhã, é o jeito né… :)

Já vi em um site que descobriram que o IP relaciona o site com a schincariol, será que tem a ver???

Posts interessantes:

 http://www.falaweb.com.br/?p=1179&utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=ue-faio-bemmisteriosa-de-quem-sera

http://www.falaweb.com.br/?p=1174

Agora vamos dormir porque senão amanhã vai demorar muito pra chegar…

 

Helder Moreira - a força das redes sociais

quarta-feira, janeiro 20th, 2010

Quem me conhece sabe que eu sou fã do uso das redes sociais, e essa semana tive mais uma experiência que mostrou como é importante saber usar esse recurso a nosso favor.

Sabadão, estou eu em casa colocando meu bebê para dormir quando escuto uma voz conhecida na televisão. Era o Helder Moreira, cover do Elvis (em tempo: uso a palavra “cover” porque não existe outra, mas ele é muito mais do que isso, quem conhece sabe), fazendo um show no BBB. Animado como sempre, ele estava se apresentando e começando uma festa que com certeza foi inesquecível para os participantes da casa.

Fiquei super feliz pelo Helder, afinal, nos conhecemos de longa data. Ele e a empresária, Angélica, foram nossos alunos no Wall Street Institute, em um contrato-permuta, que criava créditos para shows do artista em nossas unidades. Com isso, o Helder fez várias apresentações em nossas escolas e até mesmo em empresas com as quais tivemos contratos corporativos. Quem trabalha na Vila Olimpia deve lembrar das ocasições em que ele se apresentou no deck da escola, praticamente na  rua, chamando a atenção de pedestres e carros, sempre causando reações inéditas na “platéia”!

Uma das apresentações mais legais foi a entrega de certificados que fizemos no WSI Berrini, se vc não conhece o trabalho dele, veja só:

Enfim, voltando às redes sociais: eis que na segunda-feira eu começo a receber e-mails e comentários pelas minhas redes sociais, de amigos e alunos, sobre a apresentação do Helder. E monitorando meus filmes do youtube, vejo que a quantidade de cliques desse filme do Helder, na unidade Berrini, cresceu vertiginosamente… Imaginem só, que midia espontânea, sem custo e “do bem”… Quem ainda não acredita nas redes sociais realmente precisa se mexer!  

Marketing de Guerrilha - Genial!!!

quarta-feira, janeiro 6th, 2010

Tudo bem que precisa de muita cara de pau, mas imagine a força de uma ação dessas em uma praça de alimentaçao de um shopping?…

Starbucks - Nossa contribuição!

segunda-feira, dezembro 7th, 2009

Aproveitando a campanha da Starbucks, fizemos questão de participar mandando nosso vídeo com a canção “All you need is love”. A iniciativa da empresa foi super interessante, tanto em termos de contribuição com o mundo como, obviamente, em marketing institucional.

Nosso vídeo:

Para conhecer mais sobre a campanha:

http://www.starbucksloveproject.com/ 

Encontre seu sósia

sábado, dezembro 5th, 2009

Muito legal a idéia da Coca Cola!

Para reforçar que a idéia de que o gosto da Coca Cola Zero tem gosto igual à Cola Cola normal,  eles criaram um site que procura matches, ou sósias dos internautas. Quer dizer, se a coca-cola zero é igual à normal, você também pode ser igual a outra pessoa do mundo.

Entrando no site da coca-cola zero vc encontra o software, faz o upload da sua foto e encontra seu sósia. Mto legal a idéia e a estrutura do site!

www.cocacolazero.com

Entra lá, vale a pena!

Marketing de Guerrilha

domingo, novembro 22nd, 2009

Exemplo muito legal de uma ação de marketing de guerrilha, feito por uma agência de Curitiba. Nota 10!

Saga Crepúsculo

domingo, novembro 22nd, 2009

Quando o primeiro livro do que depois virou uma saga de 4 volumes saiu, comprei. Não conseguia parar de ler, e acabei o primeiro volume em menos de uma semana. Quando acabei, entrei na internet, alucinada para comprar o próximo volume, que por não ter sido traduzido ainda para o português, não estava à venda nas livrarias brasileira. A solução foi importar o segundo  livro pela internet. Confesso que não conseguia pensar em outra coisa até o momento em que o livro chegou.

Esse eu terminei em tempo record, 1 dia, para um livro de mais de 400 páginas. Fiquei incomunicável. Quando terminei o segundo volume, importei direto os outros 2, sendo que o quarto livro ainda não tinha sido lançado, e pela primeira vez na minha vida comprei um livro pelo qual esperei mais de 1 mês.

Terminados os 4 livros, começou a febre. Todos os livros saíram em português, viraram um sucesso e só se falava nisso, principalmente entre as adolescentes. Então comecei a pesquisar como o mercado estava se organizando para tirar maior proveito do best-seller. Pesquisando sites encontei todo o tipo de produto inspirado no tema: camisetas com mensagens e fotos dos atores, canetas, pins, enfim, o que pudesse ser colocado  em um catálogo de brindes customizados já estava disponível com logos da marca.

A autora, por sua vez, criou um canal super interessante de comunicação com os leitores (em inglês, claro), onde contava sua história, como vinha sua inspiração, deixava fragmentos dos episódios que estavam por vir e trocava idéia com os leitores. O mais interessante: já deixava preparada a chamada para o próximo sucesso, uma nova série, “The Host” (comprei, comecei a ler mas não me empolguei como aconteceu com a história de Bella e Edward).

Como um novo Harry Potter, com um público ligeiramente mais velho, Crepúsculo emplacou de uma forma que eu não lembro de ter visto outra série emplacar. Está virando filme, tem uma legião de fans e provoca tumultos em todos os lugares onde chega.

Ah, e um detalhe interessante, efeito da modernidade… Após o quarto livro a autora teve uma idéia genial: recontar a história do primeiro livro sob a perspectiva de Edward, já que os episódios anteriores foram sempre narrados por Bella. E o improvável aconteceu: alguém liberou o manuscrito da autora na internet, a autora se decepcionou (segundo ela o manuscrito ainda não estava pronto, tinha erros e não era a versão que seria publicada por ela) e decidiu paralisar o projeto, liberando o manuscrito gratuitamente em seu próprio site (não sei se alguém já traduziu para o português).

Enfim, uma aula de possibilidades sobre como explorar um produto. E aposto que ainda tem muito mais para acontecer…

Será que deu certo?

sábado, novembro 21st, 2009

Como arquiteta, com pequenas noções do idioma francês, adorei a propaganda da linha de projetos dos apartamentos MaxHaus, mas fiquei na duvida: será que a propaganda se fez entender por todo o mercado?…

Com certeza o público mais “por dentro” do assunto entendeu, mas e quem está simplesmente procurando um apartamento, e nao entende de design, não “tem bode” dos neo-classicos da vida?…

Me pergunto: será que a construtora fez um estudo de mercado que mostrou que o público desse produto é tão específico que justificava uma propaganda super conceitual, somente com uma letra (interessante) em francês, mostrando apartamentos que são todos iguais? Pior que eles não explicam o conceito MaxHaus, o que quer dizer que o expectador tem que:

1. Saber o que é neoclássico e estar por dentro da irritação do mercado com o ressurgimento do estilo;

2. Entender um pouquinho de frances, para entender o que a cantora está cantando

3. Conhecer o conceito MaxHaus, que é realmente extraordinário, mas não é mencionado no vídeo.

Enfim, como arquiteta, curti muito o video. Já com olhos de marketing, confesso que não entendi.

Marketing de guerrilha pelos 3 porquinhos

sábado, novembro 21st, 2009

Explicação simpática do conceito de marketing de guerrilha pela história dos 3 porquinhos:

Campanha de conteúdo na internet

terça-feira, novembro 10th, 2009

Desde o início desse ano temos gasto muito tempo e algum (pouco) dinheiro testando campanhas de conteúdo na internet. Para quem não tem experiência com o assunto, a campanha de conteúdo é um banner que fica rodando em sites que tenham notícias (conteúdo) relacionado à tópicos que tenham relevância com seu serviço. Quer dizer, esse tipo de campanha atrai visitantes para o seu site (ou landing page), mas esses visitantes entram por impulso, porque não estavam exatamente buscando comprar nenhum serviço, estavam simplesmente lendo uma notícia na internet.

Exemplificando: você está pensando em ir viajar para um país de lingua inglesa. Entra em um site que fala sobre, digamos, a Irlanda. E você vê, ao lado do texto um banner que diz: “Seu inglês está bom o suficiente para uma visita à Irlanda? Clique aqui e ganhe um curso”. Ai você clica, e cai no site ou na landing de uma escola de inglês, entendeu? Mas você não estava procurando cursos, estava procurando somente uma informação sobre a Irlanda. Qual o atrativo desse tipo de campanha? A abrangência, e mais do que tudo, o valor. Só pagamos o clique, e ele é geralmente muito barato.  

Enfim, estivemos trabalhando com várias campanhas de conteúdo, gastando em torno de R$. 300,00 mensais e gerando, pasme, mais de 200 contatos por mês. O problema é que esses contatos realmente não tem intenção de compra, e estamos chegando à conclusão de que o barato sai caro. Porque a campanha é barata, mas o tempo que gastamos e a conta telefônica acaba não compensando o esforço. Compare: gastamos em média 2 mil reais com a compra de palavras no google, e com esse valor estamos gerando um número consistente de vendas pela internet: 10 (um número bom comparado aos números anteriores de venda através do site). Quer dizer, provavelmente com esses R$. 300,00 que gastamos no conteúdo povavelmente conseguiríamos mais uma venda pela internet, se esse valor estivesse investido na compra de palavras e não em campanhas de conteúdo.

De qualquer forma, se você ainda não trabalhou com campanhas de conteúdo, vale a pena tentar. Se não gerar vendas, pelo menos aumenta a quantidade de visitas ao seu site e faz um institucional legal sobre o seu negócio.