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	<title>Bárbara Virgínia</title>
	<link>http://www.biinternational.com.br/aluno/barbara</link>
	<description>Blog acad&#234;mico - B.I. International</description>
	<pubDate>Thu, 02 Sep 2010 18:09:09 +0000</pubDate>
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	<language>en</language>
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		<title>Gestão da Inovação  - PINTEC</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Sep 2010 18:09:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>barbara</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[

Introdução:A PINTEC tenta medir no Brasil o mesmo jeito da OCDE. Assim sendo, traz as primeiras evidências estatísticas sobre a inovação tecnológica nos serviços de telecomuniicação informática e pesquisa e desenvolvimento. tecnológicas  





    Objetivos





 
A pesquisa levanta informações sobre distintos aspectos do  processo de inovação tecnológica nas empresas brasileiras, que permitem a elaboração de indicadores nacionais e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<table cellPadding="0" border="0" width="550">
<tr>
<td><strong><strong>Introdução:</strong></strong><font size="3">A PINTEC tenta medir no Brasil o mesmo jeito da OCDE. Assim sendo, traz as primeiras evidências estatísticas sobre a inovação tecnológica nos serviços de telecomuniicação informática e pesquisa e desenvolvimento. tecnológicas  </font></td>
</tr>
<tr>
<td>
<table cellPadding="0" border="0" width="95%">
<tr>
<td><font size="3">    Objetivos</font></td>
</tr>
<tr>
<td>
<table cellPadding="0" border="0">
<tr>
<td><font size="3"> </font></td>
<td><font size="3">A pesquisa levanta informações sobre distintos aspectos do  processo de inovação tecnológica nas empresas brasileiras, que permitem a elaboração de indicadores nacionais e regionais, com comparabilidade internacional. Com efeito, a análise dos esforços inovativos e dos resultados obtidos, como também das fontes de informação utilizadas, dos arranjos cooperativos estabelecidos, dos obstáculos encontrados para o desenvolvimento das atividades inovativas, etc., constituem importantes ferramentas para as empresas definirem suas estratégias e para o desenho e instrumentação de políticas públicas.</font></td>
</tr>
</table>
</td>
</tr>
</table>
<table cellPadding="0" border="0" width="100%">
<tr>
<td width="4%"></td>
<td><font size="3">Referências Conceituais</font></td>
</tr>
<tr>
<td></td>
<td>
<table cellPadding="0" border="0">
<tr>
<td></td>
<td><font size="3">A pesquisa segue as diretrizes metodológicas definidas no Manual de Oslo 3ª edição, da OCDE, de 2005. Mais especificamente, ela se inspirou na experiência do modelo harmonizado proposto pelo EUROSTAT, as terceira e quarta versões da Community Innovation Survey. Sua primeira realização no Brasil focou o período 1998-2000; a segunda e a terceira PINTEC cobriram os anos de 2001-2003 e 2003-2005, respectivamente; e a quarta irá a campo em 2009, para pesquisar o triênio 2006-2008.</font></td>
</tr>
</table>
</td>
</tr>
</table>
<table cellPadding="0" border="0" width="100%">
<tr>
<td width="4%"></td>
<td><font size="3">Conteúdo da Investigação</font></td>
</tr>
<tr>
<td></td>
<td>
<table cellPadding="0" border="0">
<tr>
<td></td>
<td><font size="3">As informações solicitadas se referem às características da empresa; às inovações de produto e/ou processo implementadas, incompletas ou abandonadas; às atividades inovativas desenvolvidas; aos gastos com estas atividades; ao financiamento destes gastos; ao caráter das atividades internas de P&amp;D e número, nível de qualificação e tempo de dedicação das pessoas envolvidas com esta atividade; aos impactos da inovação no valor das vendas e exportações; às fontes de informação utilizadas; aos arranjos cooperativos estabelecidos com outra(s) organização(ões); ao apoio do governo; às patentes e outros métodos de proteção; aos problemas encontrados; e às mudanças estratégicas e organizacionais empreendidas no período da pesquisa.</font></td>
</tr>
</table>
</td>
</tr>
</table>
<table cellPadding="0" border="0" width="100%">
<tr>
<td width="4%"><font size="3"> </font><font size="3"> </font></td>
<td><font size="3">Âmbito da Pesquisa</font></td>
</tr>
<tr>
<td></td>
<td>
<table cellPadding="0" border="0">
<tr>
<td></td>
<td><font size="3">O âmbito da PINTEC 2008 engloba todas as empresas com dez ou mais pessoas ocupadas, registradas no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ) do Ministério da Fazenda, e que no cadastro do IBGE constam ter atividade principal compreendida nas seções C e D (indústrias extrativas e indústrias de transformação, respectivamente), no grupo 64.2 (telecomunicações) e nas divisões 72 e 73 (atividades de informática e serviços relacionados e pesquisa e desenvolvimento, respectivamente).</font><font size="3">Em 2005, este universo correspondia a uma população de cerca de 91 mil empresas industriais e 4,2 mil de serviços, localizadas em todo o território nacional.</font></td>
</tr>
</table>
</td>
</tr>
</table>
<table cellPadding="0" border="0" width="100%">
<tr>
<td width="2%"></td>
<td width="96%"><font size="3">Período de Referência das Informações</font></td>
</tr>
<tr>
<td width="2%"></td>
<td width="96%">
<table cellPadding="0" border="0">
<tr>
<td></td>
<td><font size="3">As informações da pesquisa têm duas referências temporais. O período de referência principal é o ano imediatamente anterior ao de sua execução, ou seja 2000 na primeira pesquisa, 2003 na segunda PINTEC e 2005 na terceira PINTEC e 2008 na presente versão. Entretanto, a maioria das variáveis qualitativas, refere-se aos três anos anteriores ao de execução da pesquisa, para facilitar a comparabilidade internacional. </font><font size="3">Na PINTEC 2008 as duas referências temporais são: </font><strong><font size="3">2006 a 2008</font></strong><font size="3"> - para a maioria das variáveis qualitativas. Exemplo, as inovações de produtos e processos; e<br />
<strong>2008</strong> - para as variáveis quantitativas e as variáveis qualitativas relativas às patentes em vigor e existência de projetos incompletos.</font></td>
</tr>
</table>
</td>
</tr>
</table>
<table cellPadding="0" border="0" width="100%">
<tr>
<td width="4%"></td>
<td><font size="3">Periodicidade da Pesquisa</font></td>
</tr>
<tr>
<td></td>
<td>
<table cellPadding="0" border="0">
<tr>
<td></td>
<td><font size="3">As duas primeiras pesquisas (PINTEC 2000 e PINTEC 2003) foram feitas a cada três anos. A terceira pesquisa (PINTEC 2005) apresentou periodicidade bienal. A presente versão da pesquisa PINTEC 2008 retorna ao formato de periodicidade trienal.</font></td>
</tr>
</table>
</td>
</tr>
</table>
<table cellPadding="0" border="0" width="100%">
<tr>
<td width="4%"></td>
<td><font size="3">Unidade Estatística e de Análise</font></td>
</tr>
<tr>
<td></td>
<td>
<table cellPadding="0" border="0">
<tr>
<td></td>
<td><font size="3">A unidade de estatística e de análise a qual a pesquisa se refere é a empresa. </font><font size="3">Em empresas com mais de uma unidade local (endereço de atuação), são identificadas as atividades inovativas realizadas em todas as suas unidades locais e mensurado o seu impacto na empresa como um todo.</font><font size="3">No caso dos grupos econômicos, nos quais a relação da empresa controladora com as controladas e coligadas se assemelha à situação anterior, são aplicados questionários distintos para cada uma das empresas, buscando-se cotejar, com a ajuda da controladora, os dados de todas estas empresas envolvidas para a obtenção do resultado o mais consistente possível.</font></td>
</tr>
</table>
</td>
</tr>
</table>
<table cellPadding="0" border="0" width="100%">
<tr>
<td width="4%"></td>
<td><font size="3">Classificação de Atividades</font></td>
</tr>
<tr>
<td></td>
<td>
<table cellPadding="0" border="0">
<tr>
<td></td>
<td><font size="3">A classificação de atividades utilizada para a obtenção das estimativas e para a divulgação dos resultados da pesquisa é a Classificação Nacional de Atividade Econômicas - CNAE 1.0, ao nível de 2 dígitos, com algumas aberturas nos 3 dígitos, conforme proposto no Manual de Oslo 3ª edição, 2005.</font></td>
</tr>
</table>
</td>
</tr>
</table>
<table cellPadding="0" border="0" width="100%">
<tr>
<td width="4%"></td>
<td><font size="3">Amostra</font></td>
</tr>
<tr>
<td></td>
<td>
<table cellPadding="0" border="0">
<tr>
<td></td>
<td><font size="3">O cadastro básico de seleção da amostra é o Cadastro Central de Empresas - CEMPRE, do IBGE, delimitado pelo âmbito da pesquisa. </font><font size="3">Na PINTEC 2005, o tamanho da amostra nas indústrias extrativas e de transformação foi fixado em 12 mil empresas e nos serviços de telecomunicações e informática, em 700 empresas. Já na divisão 73 da CNAE - pesquisa e desenvolvimento - o levantamento foi censitário, cobrindo 42 empresas.</font><font size="3">Como a inovação é um fenômeno que não se verifica em todas as unidades selecionadas, se realiza uma amostra estratificada desproporcional através dos seguintes procedimentos: </font><font size="3">Identifica-se, previamente, no cadastro de seleção, as empresas que possuem maior probabilidade de serem inovadoras, para aumentar a fração amostral para este subconjunto. Diante da impossibilidade de uma operação de <em>screening</em>, são utilizadas informações oriundas de diversas fontes para gerar indicadores capazes de identificar este subconjunto (banco de dados de patentes e de contratos de transferência de tecnologia, relação de empresas que se beneficiaram de incentivos fiscais para P&amp;D, empresas inovadoras na PINTEC, etc.).</font><font size="3">A população é então dividida em três estratos:</font><font size="3">1)<strong> estrato certo</strong>, formado pelas empresas com 500 ou mais empregados e por aquelas com forte indicação de serem inovadoras, que são incluídas com probabilidade um na amostra;</font><font size="3">2)<strong> estrato amostrado elegível</strong>, onde constam as empresas com indicadores de probabilidade secundária de serem inovadoras;</font><font size="3">3)<strong> estrato amostrado não elegível</strong>, formado pelas empresas que não possuem nenhum indicador.</font><font size="3">A distribuição da amostra é feita de modo que 80% das empresas da amostra são originárias dos estratos elegíveis e 20% dos estratos não elegíveis. </font><font size="3">Para assegurar a obtenção de informações em 12.700 empresas e minimizar problemas de coleta que implicam em perdas, estimou-se em 12% a taxa de perda na indústria, enquanto nas atividades de serviços de telecomunicações e informática, a taxa de perda estimada foi de 15%. Assim, o tamanho das amostras originais da PINTEC 2005 foi aumentado nesta proporção e a distribuição destas 1.545 empresas foi feita proporcionalmente ao tamanho das amostras dos estratos não elegível e elegível. </font><font size="3">Com vistas a fornecer estimativas para as atividades econômicas no nível Brasil e, no caso da indústria, também para as Unidades da Federação com 1% ou mais do Valor de Transformação Industrial (VTI) da indústria nacional, em um segundo nível de estratificação da população, foram consideradas explicitamente a localização geográfica e as atividades econômicas. Nos estratos finais, foram considerados também os indicadores de inovação.</font><font size="3">Por fim, a seleção da amostra em cada estrato final foi feita de forma independente, com probabilidade de seleção proporcional à raiz quadrada do número de pessoas ocupadas.</font><font size="3">Para a indústria, o tamanho final da amostra foi de aproximadamente 13,5 mil empresas com uma fração de 13,5% do universo. No grupo 64.2 (telecomunicações) e na divisão 72 (atividades de informática e serviços relacionados), a amostra foi de 759 empresas, representando uma fração de 16% da população de empresas do cadastro.</font></td>
</tr>
</table>
</td>
</tr>
</table>
<table cellPadding="0" border="0" width="100%">
<tr>
<td width="4%"></td>
<td><font size="3">Método de Captura das Informações</font></td>
</tr>
<tr>
<td></td>
<td>
<table cellPadding="0" border="0">
<tr>
<td></td>
<td><font size="3">A primeira etapa consiste na identificação do informante, profissional da área de pesquisa e desenvolvimento ou produção industrial da empresa, capaz de apreender os conceitos da pesquisa e fornecer as informações requeridas.</font><font size="3">- Uma vez identificado este profissional, as entrevistas assistidas são:</font><font size="3">presenciais para as empresas de grande porte (com 500 ou mais pessoas ocupadas)</font><font size="3">por telefone para as demais empresas</font><font size="3">Nos dois tipos de entrevistas, presenciais e por telefone, são utilizados sistemas de entrada de dados inteligentes, desenvolvidos especificamente para a pesquisa, que garantem a consistência mínima das informações solicitadas. As entrevistas presenciais utilizam o notebook, que incorpora um sistema de entrada de dados; e as entrevistas por telefone utilizam um sistema de entrevistas telefônicas assistidas por computador (Computer Assisted Telephone Interview -CATI).</font><font size="3">Na PINTEC 2000, os dados foram coletados durante o período de novembro de 2001 até setembro de 2002. Na PINTEC 2003, os dados foram coletados entre os meses de março e dezembro de 2004. Na terceira PINTEC a coleta foi realizada no período de julho de 2006 à fevereiro de 2007. Já na PINTEC 2008 a previsão é que a coleta seja realizada de agosto a dezembro de 2009.</font></td>
</tr>
</table>
</td>
</tr>
</table>
<table cellPadding="0" border="0" width="100%">
<tr>
<td width="4%"></td>
<td><font size="3">Tratamento das Informações:(Captura das informações)</font></td>
</tr>
<tr>
<td></td>
<td>
<table cellPadding="0" border="0" width="538">
<tr>
<td></td>
<td width="529"><font size="3">Para as entrevistas da PINTEC, são utilizados sistemas de entrada de dados inteligentes, que adaptam o questionário eletrônico à realidade de cada empresa. Dessa forma, evita-se a apresentação de questões que não se aplicam àquela empresa em particular. Esse sistema possibilita entrevistas com tempo variável, de acordo com o tipo de inovação implementada. O tempo para responder à pesquisa pode variar de 34 a 77 minutos de acordo com as características da empresa.</font><font size="3">Com o objetivo de garantir qualidade das informações coletadas, efetuam-se três etapas de crítica aos dados coletados:</font><font size="3"><strong>Primeira etapa:</strong> consiste na crítica dos dados inseridos durante o preenchimento do questionário, a qual aponta informações discordantes ou inconsistentes e possibilita que o entrevistador corrija possíveis enganos ou justifique as respostas;</font><font size="3"><strong>Segunda Etapa:</strong> Depois de concluídos, alguns questionários são selecionados para sofrer uma nova fase de críticas, na qual passam por uma revisão e, caso necessário, empresas são re-entrevistadas a fim de esclarecer dúvidas ou corrigir erros;</font><font size="3"><strong>Terceira etapa:</strong> Por fim, faz-se a crítica dos dados agregados.</font></td>
</tr>
</table>
</td>
</tr>
</table>
</td>
</tr>
</table>
<p>  <strong>Inovação Tecnológica</strong> </p>
<p>Consegue-se verificar na indústria as taxas de inovação, primcipalmente nas áreas de telecomunicações e informática. Sobre os aspectos tecnológicos uma caaracterística distintiva é a inovação. Isto faz a estratégia de inovar em produto e processo prevalecer. A indústria de P&amp;D em razão de suas características, possui umaparticularidade no comnecimeno onde se manifesta no nível das taxas de inovação de produto e processo novo para o mercado nacional, bem superior comparado aos alcançados pelas empresas industrias, de telecomunicações e de informática.  </p>
<p> <strong>Atividades Inovativas</strong> </p>
<p>Cada setor sinalizou uma um tipo de atividade diferente para as Atividades Inovativas. As que mais constaram foram:P&amp;D e Treinamento.  Com relação a PINTEC as empresas sinalisaram que a importância seria de média ou alta para quase todas as atividades. A inovação sempre envolve riscos, expectativas mais favoráveis sobre o crescimento da economia doméstica e internacional que influenciam  positivamente estratégias inovativas, assim  sendo os investimentos em atividades desenvolvidas para inovar. </p>
<p><strong>Responsáveis pelo Desenvolvimento da Inovação</strong> </p>
<p>Nos setores de telecomunicações, de pesquisa e desenvolvimento, na informática e nas Indústrias, segundo as PINTECs anteriores, as próprias empresas são responsáveis pelas inovações de produto e de processo.  </p>
<p><strong>Fontes de Informação e relações de cooperação</strong> </p>
<p>A PINTEC fornece recursos para extrair fontes de informação e relacões de cooperação. </p>
<p><strong>Impacto da Inovação</strong></p>
<p> As decisões de implementar produtos e processos tecnologicamente novos ou aprimorados são expectativas para ganhos futuros e competitividade, assim gerando lucro, onde pode ser gerado. Os resultados disso podem ser diversos e de intensidades variadas.</p>
<p> <strong>Apoio do Governo</strong> </p>
<p>Com os objetivos de informar sobre a existência dos programas governamentais e, ao mesmo tempo, ampliar o conhecimento sobre o perfil das empresas que usam estes programas de apoio às atividades inovativas, notadamente os oferecidos por instituições federais, a PINTEC faz perguntas referentes à utilização do financiamento, incetivos fiscais, subvenções, bolsas, aporte de capital de risco, etc. Diversos aspectos são analisados pela PINTEC  </p>
<p><strong>Métodos de Proteção</strong></p>
<p> A PINTEC investiga os principais mecanismos formais e estratégicos utilizados pelas empresas para protegerem suas inovações de produto e/ou processo. </p>
<p><strong>Problemas e Obstáculos</strong></p>
<p> Focando, primeiramente, as empresas que impplementaram inovações de produto e/ou processo, as informações da PINTEC 2005 mostram a  proporção das que declararam ter encontrado dificuldades no desenvolvimento de seus projetos foi maior nos serviços. Finalmente, alguns comentários sobre as empresas que não implementaram inovações de produto e processos e não desenvolveram projetos. A principal causa para não haver inovações tecnológicas nas empresas industriais são as condições de mercado.      </p>
<p><strong>Bibliografia:</strong> <a href="http://www.pintec.ibge.gov.br/Metodologia.asp">www.pintec.ibge.gov.br/Metodologia.asp</a> </p>
<p><a href="http://201.48.96.230/bisaopaulo/abreframes.asp"><font color="#800080">http://201.48.96.230/bisaopaulo/abreframes.asp</font></a> </p>
<p>Feito por: Bárbara Virgínia P. Baruffaldi</p>
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		<item>
		<title>Perguntas de Opinião Própria não há errado e sim uma OPINIÃO PRÓPRIA</title>
		<link>http://www.biinternational.com.br/aluno/barbara/2010/07/16/perguntas-de-opiniao-propria-nao-ha-errado-e-sim-uma-opiniao-propria/</link>
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		<pubDate>Fri, 16 Jul 2010 19:32:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>barbara</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Fiz a prova da disciplina de Ética e Sustentabilidade. Nela, me deparei com 5 perguntas sendo que 3 delas eram para serem dadas a opinião do aluno.
 Na mesma hora pensei: &#8221; A professora não está interessada somente sobre notas e sim saber se conseguimos entender o conceito!&#8221;
Nisso, muito feliz, dei minhas respostas, ou seja, minha [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Fiz a prova da disciplina de Ética e Sustentabilidade. Nela, me deparei com 5 perguntas sendo que 3 delas eram para serem dadas a opinião do aluno.</p>
<p> Na mesma hora pensei: &#8221; A professora não está interessada somente sobre notas e sim saber se conseguimos entender o conceito!&#8221;</p>
<p>Nisso, muito feliz, dei minhas respostas, ou seja, minha opinião, e me retirei da classe com a certeza que tinha ido bem na prova (sim, no meu mundo eu tinha ido bem).</p>
<p> Para minha surpresa, quando fui fazer a revisão de prova me deparei com uma nota muito inferior ao que eu tinha em mente, pois na minha concepção, havia acertado as perguntas de opinião própria. Um pouco indignada e pensando que a professora tinha se enganado, pedi a revisão de prova.</p>
<p> Eis que me deparo com esta resposta:</p>
<p>&#8221; A sua prova estava muito inferior a sua postagem no blog sobre o assunto, faço um favor de abaixar mais ainda sua nota, por esse motivo você continua com a mesma avaliação&#8221;</p>
<p> Neste momento, em que li isso pensei: em que mundo estamos??? Ou ainda pior: Que experiência esta professora tem para não saber o conceito de &#8220;OPINIÃO PRÓPRIA&#8221;??!?!?!</p>
<p> Escrevo este post para refletirmos o perfil de professores que há no mercado e para que se um dia alguma pessoa que ler este post quando for &#8220;avaliar&#8221; uma questão de OPINIÃO PRÓPRIA por favor entenda que significa a opinião pessoal da pessoa.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Sustentabilidade e Ética: Estudo de caso sobre a produção de etanol de cana de açúcar.</title>
		<link>http://www.biinternational.com.br/aluno/barbara/2010/06/08/sustentabilidade-e-etica-estudo-de-caso-sobre-a-producao-de-etanol-de-cana-de-acucar/</link>
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		<pubDate>Wed, 09 Jun 2010 00:41:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>barbara</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Ética e Sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[ Introdução 
A colheita da cana-de-açúcar pode ser dividida em três tipos (1) manual; (2) mecanizada e (3) com equipamentos de auxílio a colheita, sendo a primeira mais comum no Brasil. A seguir uma descrição desses três tipos de colheita.
Colheita Manual
Na colheita manual, cerca de 24 a 48 horas antes, é realizada a queimada do canavial, para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong> Introdução</strong> </p>
<p>A colheita da cana-de-açúcar pode ser dividida em três tipos (1) manual; (2) mecanizada e (3) com equipamentos de auxílio a colheita, sendo a primeira mais comum no Brasil. A seguir uma descrição desses três tipos de colheita.</p>
<p><strong>Colheita Manual</strong></p>
<p>Na colheita manual, cerca de 24 a 48 horas antes, é realizada a queimada do canavial, para reduzir a folhagem e diminuir o risco de acidente com animais peçonhentos. A partir daí, os trabalhadores cortam a cana com facões e vão fazendo feixes para a medição da produtividade.(SIT, 2002)<br />
A queima da palhada (o resíduo do processo de colheita, que inclui a palha e a ponteira da cana) é realizada para permitir uma maior acesso à cultura, pois possibilita um maior rendimento na colheita, estima-se que dobra a quantidade média de cana cortada por um trabalhador, que é de seis toneladas por dia.(Ciência Hoje, 2002), além de diminuir os custos na colheita.</p>
<p>Na colheita da cana-de-açúcar, até a produção do açúcar e ao álcool, estão incluídas aa atividades do corte manual da cana-de-açúcar, que tem uma rotina operacional permeada por agentes penosos, como, por exemplo, o turno de trabalho de 8 horas diárias realizados sob irradiação solar, poeira e fuligem. O pagamento é por produção, ou seja, se interromper o trabalho para tomar água, descansar, ou ir ao banheiro, o cortador deixa de produzir e não recebe. Um cortador de cana que colha 10 ton/dia desfere algo em torno de 10.000 golpes de facão (Laborcana, 2005). A operação do corte é dividida nas seguintes etapas: corte da base da cana, desponte da ponteira e amontoamento ou enleiramento.</p>
<p><strong>Colheita Mecanizada</strong></p>
<p>O uso da mecanização, mais intenso nas fases de plantio e tratos culturais, é ainda pequeno no corte da cana, mas vem sendo implementado de modo irreversível, especialmente na região Centro-Sul. Em São Paulo, a área colhida com máquinas foi de 47% em 2007 e deve ser a maior parte na safra 2008/2009. A mecanização da colheita da cana-de-açúcar não só aumenta o rendimento operacional do procedimento como também reduz seu impacto ambiental, por dispensar a queima de resíduos.</p>
<p>Realiza-se a colheita em 3 etapas: o corte, o carregamento e o transporte até a usina. A mecanização vem sendo introduzida por partes, tendo começado pelo transporte, vindo em seguida o carregamento. Na fase de corte, a introdução da máquina teve como fator determinante mais a instabilidade da mão-de-obra (greves, super-posição de épocas de colheitas de diferentes culturas) do que sua viabilidade econômica em relação ao corte manual.</p>
<p>A colheita mecanizada é não só economicamente mais interessante, como permite padronização, pré-processamento da matéria-prima e, principalmente, maior segurança para o processo produtivo, com melhor controle das atividades de corte e sua compatibilização com o ritmo da industria. Além disso, contribui para a redução da migração de trabalhadores na época da safra, que causa problemas sociais graves nas cidades próximas aos canaviais. Assim, a mecanização é especialmente recomendável do ponto de vista de modernização e redução de custos de produção do setor.</p>
<p>A colheita da cana-de-açúcar mecanizada, no entanto, exige algumas condições específicas para apresentar os resultados desejáveis: solo plano, sem falhas, redimensionamento das áreas de plantio, inclusive com espaçamento adequado entre as fileiras, plantio mais raso e um crescimento ereto da cana, sem tombamentos.</p>
<p>Além do mais, esse tipo de colheita apresenta algumas desvantagens, como a compactação do solo, rebrota menos uni-forme da soqueira, necessidade de alto investimento na aquisição de maquinário, e um menor comprimento da cana em relação ao que é obtido manualmente (devido ao corte realizado pelas lâminas da colhedora) e também a questão do desemprego, agravado pela total desqualificação da mão-de-obra.<br />
A mecanização não é imediata nem irrestrita, ela será lenta e gradual, e para isto seriam necessários de 7 a 15 anos para a implantação total da mecanização, mas temos a certeza de ser um processo irreversível.<br />
<strong> </strong></p>
<p><strong>Colheita com Equipamentos de Auxílio à Colheita</strong></p>
<p>A colheita com equipamentos de auxílio à colheita está em fase de implementação no Brasil, através de projeto financiado pela FAPESP.</p>
<p><strong> Análise do Avanços no Avanço do Uso do Etanol como combustível</strong></p>
<p>Houve uma rápida expansão na produção de cana-de-açúcar, em conseqüência principalmente do aumento da demanda por etanol para atender ao mercado de veículos flex no país. De 2003 a 2009, a área total do cultivo da cana disponível para a colheita no Estado saltou de 2,57 milhões para 4,89 milhões de hectares, segundo dados do mais recente relatório feito pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), em São José dos Campos (SP). </p>
<p>O dado mais expressivo - do ponto de vista ambiental - é que pela primeira vez mais da metade da colheita foi realizada sem queima. O relatório referente à safra de 2009/2010 mostra que cerca de 56% da colheita foi realizada sem queima, contra 44% em que se utilizou o recurso. Na safra de 2006/2007, a colheita sem queima beirou os 34%. Caso o ritmo for mantido, a meta estabelecida pelo Protocolo Agroambiental do Setor Sucroalcooleiro, assinado em 2007 entre o Governo do Estado de São Paulo e a União da Indústria de Cana de Açúcar (Unica) - que prevê a eliminação gradativa da queima da cana-de-açúcar até 2017 -, será cumprida, mesmo com a expansão da produção.</p>
<p> Para as áreas com declive inferior a 12%, que permite a mecanização da colheita, uma prática alternativa, o prazo termina em 2014. A expansão da mecanização da colheita envolve questões complexas que impõem alguns limites, como condições favoráveis de mercado e investimento em maquinário, mas a pressão do protocolo Agroambiental do Setor Sucroalcooleiro, assinado em 2007 entre o Governo do Estado de São Paulo e a União da Indústria de Cana de Açúcar (Unica), está produzindo um resultado muito positivo no Estado e mostra que o objetivo de eliminar totalmente o procedimento de queima pode ser atingido até a data limite. São Paulo perdeu muita área que tradicionalmente era de pastagem para a cana-de-açúcar, mas, no entanto, o gado não diminuiu.</p>
<p>Isso se deve à otimização do uso do espaço e ao investimento do setor pecuário em tecnologia. Segundo os pesquisadores, o método utilizado consiste em monitorar o modo de colheita a partir da interpretação visual e do processamento digital das imagens. Mas, ressaltam, a metodologia tem uma limitação. Para resultados satisfatórios é preciso contar com diversas imagens livres de nuvens durante o período de colheita. Por isso, é necessário utilizar imagens de sensores com características diferentes.</p>
<p>O mais importante é obter imagens em períodos específicos em que a cana seja mais fácil de ser identificada. O mapeamento do cultivo da cana requer que sejam adquiridas imagens em janeiro, fevereiro e março da safra corrente e setembro e outubro do ano anterior.</p>
<p>O plantio da cana-de-açúcar é geralmente feito nos meses de março e abril e em outubro elas já começam a aparecer em imagens de satélite. De janeiro a março do ano seguinte é o período em que a cana está mais vigorosa e fácil de ser identificada.</p>
<p>Já para a colheita as imagens são adquiridas de abril a dezembro, período tradicional de colheita no Estado de São Paulo. Mas em dezembro, quando começam a aparecer mais nuvens, o trabalho se torna mais complicado.</p>
<p>A técnica de sensoriamento remoto pode ser utilizada para monitorar vários aspectos do cultivo da cana e tem tido um efeito positivo fora do país. Em discussões ambientais, o Brasil é lembrado por monitorar o cultivo.</p>
<p>O estudo feito no Inpe destaca que as metas do Protocolo Agroambiental do Setor Sucroalcooleiro não são para os municípios, mas para o setor como um todo. O produtor que atingir as metas receberá um selo agroambiental. Essa prática pode ajudar na questão de sutentabilidade da cadeia produtiva. A ideia é que esse selo possa servir como um ingresso para o mercado externo.  </p>
<p><strong>Outra alternativa: Agronegócio familiar</strong></p>
<p>Além das indústrias, o agronegócio familiar é responsável por grande parte do plantio dos alimentos consumidos, evidenciando que um dos passos para a construção do modelo de desenvolvimento rural sustentável no Brasil será dado por meio da ampliação, da viabilização, do fortalecimento da agricultura familiar e também da promoção de uma tecnologia agrícola que conserve os recursos naturais. Para que isso seja feito há alguns modos e programas a serem discutidos.</p>
<p>Há programas realizados por parte do Governo, mas que se mostram insuficientes frente às dificuldades de concorrência com grandes empresas. Nunca é demais lembrar que as condições de trabalho, remuneração e qualidade de vida dos trabalhadores da cana-de-açúcar, de uma forma geral, são precárias, como o exemplo dos trabalhadores de canaviais que não possuem carteira assinada e muitas vezes trabalham por comida e moradia.</p>
<p> Com a preocupação ambiental e a modernização, para um processo sustentável é necessário substituir a queima durante o processo de colheita da cana-de-açúcar por outros métodos (já citados acima). A questão está que na substituição do método haverá o desemprego em massa dos trabalhadores desta área. Para que isso não ocorra deve haver um melhoraento do estudo e de  cursos técnicos para que esses trabalhadores consigam uma nova forma de renda podendo ser, inclusive, como um agronegócio familiar.  </p>
<p>Esse processo deve ser gradual e precedida de medidas que garantam qualificação, realocação dos trabalhadores em outras atividades, seguro desemprego e prioridade nos programas de reforma agrária e créditos fundiário e agrícola. Para resolver esse problema, deve-se levar em conta que, de um lado, há previsão de dinamização da economia e o país tem carência de mão-de-obra. De outro, ainda há latifúndio esperando ações do Incra para desapropriar terras e aumentar onúmero de agricultores familiares.</p>
<p><strong>Outra solução </strong>  </p>
<p>Outra solução seria regularizar a profissão e junto do Ministério do Trabalho submeter estes trabalhadores as mesmas leis que outros trabalhos que tem níveis de periculosidade se submetem, o que pode ser difícil é a fiscalização do empregadores para realmente checar se estão sendo cumpridas as leis.</p>
<p><strong> Conclusão</strong></p>
<p>Como vimos em nossa disciplina sobre Ética e Sustentabilidade, a sociedade está caminhando para soluções que procurem o bem-estar dos seres em todas as cadeias. O plantio, a colheita e a transformação em etanol são peças que influenciam no meio ambiente e, em decorrência, na vida dos seres do planeta, portanto deve-se levar em consideração a aplicação de práticas sustentáveis em todos os métodos abordados neste texto.</p>
<p>Assim, os mesmos devem auxiliar na construção e manutenção de uma sociedade sustentável. A criação de técnicas menos prejudiciais ao meio ambiente é fundamental para o contexto que estamos inseridos. Além da perpetuação da exploração econômica, está em cheque também a manutenção da qualidade de vida da sociedade.</p>
<p><strong> Bibliografia:</strong></p>
<p><a href="http://www.assessoriadopt.org/AlimentoCana.pdf"></a><a href="http://www.feagri.unicamp.br/unimac/produtos_canadeacucar.htm"><font color="#0000ff">http://www.feagri.unicamp.br/unimac/produtos_canadeacucar.htm</font></a></p>
<p><u><font color="#0000ff">midiaemeioambiente.blogspot.com/2010_04_01_archive.html</font></u></p>
<p><a href="http://cienciahoje.uol.com.br/controlPanel/materia/view/1382"><font color="#0000ff">http://cienciahoje.uol.com.br/controlPanel/materia/view/1382</font></a></p>
<p><a href="http://www.assessoriadopt.org/AlimentoCana.pdf"><font color="#0000ff">www.assessoriadopt.org/AlimentoCana.pdf</font></a></p>
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		<title>Idéias sobre artigo &#8220;A Obrigação de Inovar&#8221;</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Dec 2009 00:50:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>barbara</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[O artigo fala sobre vantagem competitiva, inovação e desafios atuais provenientes destes assuntos. Acredito que é verdade, pois a internet é uma ferramenta que transporta facilmente a informação. Não há competitividade somente entre empresas de um mesmo país, mas sim entre empresas do mundo.
 Atualmente, a inovação tem grande importância no processo de concorrência. As pessoas partem da premissa que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O artigo fala sobre vantagem competitiva, inovação e desafios atuais provenientes destes assuntos. Acredito que é verdade, pois a internet é uma ferramenta que transporta facilmente a informação. Não há competitividade somente entre empresas de um mesmo país, mas sim entre empresas do mundo.</p>
<p> Atualmente, a inovação tem grande importância no processo de concorrência. As pessoas partem da premissa que o que estão comprando tem qualidade. Não é isso mais o que atrai ao primeiro olhar. O que atrai é o design, a funcionalidade, ou seja, o que esse aparelho tem de inovação.</p>
<p> O artigo também cita os três capitais que geram riqueza. O capital da imaginação, que desafia as verdades do mercado; o capital de risco, que o nome explica; e o capital de relacionamentos, que significa ver pessoas e empresas como donas de habilidades que podem ser usadas em seu negócio.</p>
<p>Podemos concluir com o artigo que é necessário verificar a identidades das empresas atuais e, com isso, traçar um perfil para a sobrevivência das mesmas.  </p>
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		<title>O que você aprendeu ou reaprendeu no curso de &#8220;Gestão de Pessoas e de Carreiras&#8221;?</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Oct 2009 00:41:21 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[No curso de Gestão de Pessoas e Carreiras aprendi técnicas e dicas úteis para ser assertiva tanto na vida pessoal como na profissional.
Além disso, foram passados conceitos importantes como o de habilidade e competência. Fizemos também trabalhos práticos, o que ajudou a ter noção de como agir no cotidiano.
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			<content:encoded><![CDATA[<p>No curso de Gestão de Pessoas e Carreiras aprendi técnicas e dicas úteis para ser assertiva tanto na vida pessoal como na profissional.</p>
<p>Além disso, foram passados conceitos importantes como o de habilidade e competência. Fizemos também trabalhos práticos, o que ajudou a ter noção de como agir no cotidiano.</p>
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		<title>Competências:Conhecimento, Habilidade, Atitude e Valores</title>
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		<pubDate>Sun, 11 Oct 2009 21:30:45 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Para ser um bom líder deve-se ter quatro competências essenciais tais como: conhecimentos, habilidades, atitudes e valores. Com o conhecimento o importante é saber. É o que adquirimos, com estudos e experiência de vida.  Já as habilidades se refere a saber fazer.  Quer dizer conseguir realizar uma determinada ação. É o grau de competência de  um sujeito frente a um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para ser um bom líder deve-se ter quatro competências essenciais tais como: conhecimentos, habilidades, atitudes e valores. Com o <strong>conhecimento</strong> o importante é saber. É o que adquirimos, com estudos e experiência de vida.  Já as <strong>habilidades </strong>se refere a saber fazer.  Quer dizer conseguir realizar uma determinada ação. É o grau de competência de  um sujeito frente a um determinado objetivo. Por exemplo, um pintor  de quadros famoso tem uma grande habilidade com pintura. Dentro de habilidades<strong> </strong>há cinco que um líder deve ter. Elas são<font face="Calibri">: t</font>écnicas, humanas, gerenciais e conceituais.  A <em>técnica</em> é quando você sabe o que está fazendo teoricamente, tendo experiência e conhecimento total do assunto específico, e tem conhecimentos do dia-a-dia.A <em>humana</em> consiste na capacidade e discernimento para trabalhar com pessoas, compreender suas atitudes e motivações e aplicar uma liderança eficaz.A <em>gerencial</em> é sobre compreender a complexidade da organização global e o ajustamento do comportamento das pessoas dentro da organização. Ou seja, o gestor tem que ser acessível aos seus subordinados, estar pronto a escutar a sua equipe e saber delegar tarefas. A última é a <em>conceitual </em>que é a capacidade de ter uma visão do todo, uma visão macro do negócio.  Outra competência é a <strong>atitude</strong>, que é ser.  Envolve uma atitude mental, uma crença. Por exemplo, entrar no carro e, sem pensar, colocar o cinto de segurança.  Por fim, os <strong>valores</strong> dão o suporte para a pessoa, são a base do seu comportamento. Alguns exemplos de valores são valores familiares e espiritualidade.  Essas são as competências essenciais para a formação de um líder.</p>
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		<title>Empreendedorismo Primeiro Passo: Plano de Negócios</title>
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		<pubDate>Sat, 12 Sep 2009 23:32:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>barbara</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Como este blog é voltado para o empreendedorismo , irei utilizar as explicações do site do SEBRAE (aliás, um ótimo site para ser consultado por quem quer começar um negócio) para detalhar os procedimentos para fazer o plano de negócios.
Segue abaixo a explicação do que é o plano e de como elaborar:
Como elaborar um plano de negócio
Um roteiro precioso para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Como este blog é voltado para o empreendedorismo , irei utilizar as explicações do site do SEBRAE (aliás, um ótimo site para ser consultado por quem quer começar um negócio) para detalhar os procedimentos para fazer o plano de negócios.</p>
<p>Segue abaixo a explicação do que é o plano e de como elaborar:</p>
<p>Como elaborar um plano de negócio</p>
<p><em><font size="2" color="#004882">Um roteiro precioso para você planejar a sua empresa e criar documento vivo que descreve os objetivos de um negócio</font></em></p>
<p>O plano de negócio é o melhor instrumento para traçar um retrato fiel do mercado, do produto e das atitudes do empreendedor. Desenvolver o seu é um sinal de maturidade e planejamento - através de seu plano de negócio quem quer iniciar uma empresa tem mais segurança para alcançar o êxito e também ampliar ou promover inovações.<br />
Assim como para construir uma casa, organizar uma festa, viajar para o campo ou para o litoral é necessário fazer um cuidadoso planejamento.</p>
<p>Ou seja, a casa, a festa e a viagem não vão se realizar apenas porque você assim deseja, mesmo que seja um desejo ardoroso. Idéias assim nascem em nossos corações, porém, para que elas se tornem realidade, é preciso construí-las passo a passo.</p>
<p>Para que uma viagem aconteça, é necessário escolher o local a ser visitado, decidir o tempo da viagem, quanto dinheiro levar, comprar passagens, reservar hotel, arrumar as malas, entre tantas outras coisas. Se, para uma simples viagem, precisamos fazer tudo isso, imagine quando queremos abrir um negócio. E empreender, muitas vezes, é uma viagem para um lugar desconhecido.</p>
<p>Para você organizar suas idéias é que foi criado o plano de negócio. Nesta viagem ao mundo dos empreendedores, ele será o seu mapa de percurso.</p>
<p>O plano irá orientá-lo na busca de informações detalhadas sobre o seu ramo, os produtos e serviços que irá oferecer, seus clientes, concorrentes, fornecedores e, principalmente, sobre os pontos fortes e fracos do seu negócio, contribuindo para a identificação da viabilidade de sua idéia e na gestão da empresa.</p>
<p>Ao final, seu plano irá ajudá-lo a responder a seguinte pergunta: “Vale a pena abrir, manter ou ampliar o meu negócio?”.</p>
<p>Lembre-se de que a preparação de um plano de negócio é um grande desafio, pois exige persistência, comprometimento, pesquisa, trabalho duro e muita criatividade.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.sebrae.com.br/momento/quero-abrir-um-negocio/defina-negocio/ramos-de-atividade/integra_bia?ident_unico=1440">http://www.sebrae.com.br/momento/quero-abrir-um-negocio/defina-negocio/ramos-de-atividade/integra_bia?ident_unico=1440</a></p>
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		<pubDate>Thu, 20 Aug 2009 20:00:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>barbara</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[
http://www.youtube.com/watch?v=zCzCMaUyerc

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			<content:encoded><![CDATA[<div id="vvq4c89d41501a89" class="vvqbox vvqyoutube" style="width:425px;height:355px;">
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=zCzCMaUyerc">http://www.youtube.com/watch?v=zCzCMaUyerc</a></p>
</div>
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		<title>Biblioteca</title>
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		<pubDate>Thu, 20 Aug 2009 19:48:02 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Biblioteca


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			<content:encoded><![CDATA[<p>Biblioteca</p>
<p><a href="http://www.biinternational.com.br/aluno/barbara/files/2009/08/biblioteca.jpg" title="biblioteca.jpg"><img src="http://www.biinternational.com.br/aluno/barbara/files/2009/08/biblioteca.thumbnail.jpg" alt="biblioteca.jpg" /></a></p>
<p><a href="http://www.biinternational.com.br/aluno/barbara/files/2009/08/valentino.jpg" title="Cachorro"></a></p>
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		<title>Bárbara Baruffaldi</title>
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		<pubDate>Thu, 20 Aug 2009 19:40:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>barbara</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Formada em Administração - Comércio Exterior
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Formada em Administração - Comércio Exterior</p>
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