Perguntas de Opinião Própria não há errado e sim uma OPINIÃO PRÓPRIA

16 julho, 2010 por barbara

Fiz a prova da disciplina de Ética e Sustentabilidade. Nela, me deparei com 5 perguntas sendo que 3 delas eram para serem dadas a opinião do aluno.

 Na mesma hora pensei: ” A professora não está interessada somente sobre notas e sim saber se conseguimos entender o conceito!”

Nisso, muito feliz, dei minhas respostas, ou seja, minha opinião, e me retirei da classe com a certeza que tinha ido bem na prova (sim, no meu mundo eu tinha ido bem).

 Para minha surpresa, quando fui fazer a revisão de prova me deparei com uma nota muito inferior ao que eu tinha em mente, pois na minha concepção, havia acertado as perguntas de opinião própria. Um pouco indignada e pensando que a professora tinha se enganado, pedi a revisão de prova.

 Eis que me deparo com esta resposta:

” A sua prova estava muito inferior a sua postagem no blog sobre o assunto, faço um favor de abaixar mais ainda sua nota, por esse motivo você continua com a mesma avaliação”

 Neste momento, em que li isso pensei: em que mundo estamos??? Ou ainda pior: Que experiência esta professora tem para não saber o conceito de “OPINIÃO PRÓPRIA”??!?!?!

 Escrevo este post para refletirmos o perfil de professores que há no mercado e para que se um dia alguma pessoa que ler este post quando for “avaliar” uma questão de OPINIÃO PRÓPRIA por favor entenda que significa a opinião pessoal da pessoa.

Sustentabilidade e Ética: Estudo de caso sobre a produção de etanol de cana de açúcar.

8 junho, 2010 por barbara

 Introdução 

A colheita da cana-de-açúcar pode ser dividida em três tipos (1) manual; (2) mecanizada e (3) com equipamentos de auxílio a colheita, sendo a primeira mais comum no Brasil. A seguir uma descrição desses três tipos de colheita.

Colheita Manual

Na colheita manual, cerca de 24 a 48 horas antes, é realizada a queimada do canavial, para reduzir a folhagem e diminuir o risco de acidente com animais peçonhentos. A partir daí, os trabalhadores cortam a cana com facões e vão fazendo feixes para a medição da produtividade.(SIT, 2002)
A queima da palhada (o resíduo do processo de colheita, que inclui a palha e a ponteira da cana) é realizada para permitir uma maior acesso à cultura, pois possibilita um maior rendimento na colheita, estima-se que dobra a quantidade média de cana cortada por um trabalhador, que é de seis toneladas por dia.(Ciência Hoje, 2002), além de diminuir os custos na colheita.

Na colheita da cana-de-açúcar, até a produção do açúcar e ao álcool, estão incluídas aa atividades do corte manual da cana-de-açúcar, que tem uma rotina operacional permeada por agentes penosos, como, por exemplo, o turno de trabalho de 8 horas diárias realizados sob irradiação solar, poeira e fuligem. O pagamento é por produção, ou seja, se interromper o trabalho para tomar água, descansar, ou ir ao banheiro, o cortador deixa de produzir e não recebe. Um cortador de cana que colha 10 ton/dia desfere algo em torno de 10.000 golpes de facão (Laborcana, 2005). A operação do corte é dividida nas seguintes etapas: corte da base da cana, desponte da ponteira e amontoamento ou enleiramento.

Colheita Mecanizada

O uso da mecanização, mais intenso nas fases de plantio e tratos culturais, é ainda pequeno no corte da cana, mas vem sendo implementado de modo irreversível, especialmente na região Centro-Sul. Em São Paulo, a área colhida com máquinas foi de 47% em 2007 e deve ser a maior parte na safra 2008/2009. A mecanização da colheita da cana-de-açúcar não só aumenta o rendimento operacional do procedimento como também reduz seu impacto ambiental, por dispensar a queima de resíduos.

Realiza-se a colheita em 3 etapas: o corte, o carregamento e o transporte até a usina. A mecanização vem sendo introduzida por partes, tendo começado pelo transporte, vindo em seguida o carregamento. Na fase de corte, a introdução da máquina teve como fator determinante mais a instabilidade da mão-de-obra (greves, super-posição de épocas de colheitas de diferentes culturas) do que sua viabilidade econômica em relação ao corte manual.

A colheita mecanizada é não só economicamente mais interessante, como permite padronização, pré-processamento da matéria-prima e, principalmente, maior segurança para o processo produtivo, com melhor controle das atividades de corte e sua compatibilização com o ritmo da industria. Além disso, contribui para a redução da migração de trabalhadores na época da safra, que causa problemas sociais graves nas cidades próximas aos canaviais. Assim, a mecanização é especialmente recomendável do ponto de vista de modernização e redução de custos de produção do setor.

A colheita da cana-de-açúcar mecanizada, no entanto, exige algumas condições específicas para apresentar os resultados desejáveis: solo plano, sem falhas, redimensionamento das áreas de plantio, inclusive com espaçamento adequado entre as fileiras, plantio mais raso e um crescimento ereto da cana, sem tombamentos.

Além do mais, esse tipo de colheita apresenta algumas desvantagens, como a compactação do solo, rebrota menos uni-forme da soqueira, necessidade de alto investimento na aquisição de maquinário, e um menor comprimento da cana em relação ao que é obtido manualmente (devido ao corte realizado pelas lâminas da colhedora) e também a questão do desemprego, agravado pela total desqualificação da mão-de-obra.
A mecanização não é imediata nem irrestrita, ela será lenta e gradual, e para isto seriam necessários de 7 a 15 anos para a implantação total da mecanização, mas temos a certeza de ser um processo irreversível.
 

Colheita com Equipamentos de Auxílio à Colheita

A colheita com equipamentos de auxílio à colheita está em fase de implementação no Brasil, através de projeto financiado pela FAPESP.

 Análise do Avanços no Avanço do Uso do Etanol como combustível

Houve uma rápida expansão na produção de cana-de-açúcar, em conseqüência principalmente do aumento da demanda por etanol para atender ao mercado de veículos flex no país. De 2003 a 2009, a área total do cultivo da cana disponível para a colheita no Estado saltou de 2,57 milhões para 4,89 milhões de hectares, segundo dados do mais recente relatório feito pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), em São José dos Campos (SP). 

O dado mais expressivo - do ponto de vista ambiental - é que pela primeira vez mais da metade da colheita foi realizada sem queima. O relatório referente à safra de 2009/2010 mostra que cerca de 56% da colheita foi realizada sem queima, contra 44% em que se utilizou o recurso. Na safra de 2006/2007, a colheita sem queima beirou os 34%. Caso o ritmo for mantido, a meta estabelecida pelo Protocolo Agroambiental do Setor Sucroalcooleiro, assinado em 2007 entre o Governo do Estado de São Paulo e a União da Indústria de Cana de Açúcar (Unica) - que prevê a eliminação gradativa da queima da cana-de-açúcar até 2017 -, será cumprida, mesmo com a expansão da produção.

 Para as áreas com declive inferior a 12%, que permite a mecanização da colheita, uma prática alternativa, o prazo termina em 2014. A expansão da mecanização da colheita envolve questões complexas que impõem alguns limites, como condições favoráveis de mercado e investimento em maquinário, mas a pressão do protocolo Agroambiental do Setor Sucroalcooleiro, assinado em 2007 entre o Governo do Estado de São Paulo e a União da Indústria de Cana de Açúcar (Unica), está produzindo um resultado muito positivo no Estado e mostra que o objetivo de eliminar totalmente o procedimento de queima pode ser atingido até a data limite. São Paulo perdeu muita área que tradicionalmente era de pastagem para a cana-de-açúcar, mas, no entanto, o gado não diminuiu.

Isso se deve à otimização do uso do espaço e ao investimento do setor pecuário em tecnologia. Segundo os pesquisadores, o método utilizado consiste em monitorar o modo de colheita a partir da interpretação visual e do processamento digital das imagens. Mas, ressaltam, a metodologia tem uma limitação. Para resultados satisfatórios é preciso contar com diversas imagens livres de nuvens durante o período de colheita. Por isso, é necessário utilizar imagens de sensores com características diferentes.

O mais importante é obter imagens em períodos específicos em que a cana seja mais fácil de ser identificada. O mapeamento do cultivo da cana requer que sejam adquiridas imagens em janeiro, fevereiro e março da safra corrente e setembro e outubro do ano anterior.

O plantio da cana-de-açúcar é geralmente feito nos meses de março e abril e em outubro elas já começam a aparecer em imagens de satélite. De janeiro a março do ano seguinte é o período em que a cana está mais vigorosa e fácil de ser identificada.

Já para a colheita as imagens são adquiridas de abril a dezembro, período tradicional de colheita no Estado de São Paulo. Mas em dezembro, quando começam a aparecer mais nuvens, o trabalho se torna mais complicado.

A técnica de sensoriamento remoto pode ser utilizada para monitorar vários aspectos do cultivo da cana e tem tido um efeito positivo fora do país. Em discussões ambientais, o Brasil é lembrado por monitorar o cultivo.

O estudo feito no Inpe destaca que as metas do Protocolo Agroambiental do Setor Sucroalcooleiro não são para os municípios, mas para o setor como um todo. O produtor que atingir as metas receberá um selo agroambiental. Essa prática pode ajudar na questão de sutentabilidade da cadeia produtiva. A ideia é que esse selo possa servir como um ingresso para o mercado externo.  

Outra alternativa: Agronegócio familiar

Além das indústrias, o agronegócio familiar é responsável por grande parte do plantio dos alimentos consumidos, evidenciando que um dos passos para a construção do modelo de desenvolvimento rural sustentável no Brasil será dado por meio da ampliação, da viabilização, do fortalecimento da agricultura familiar e também da promoção de uma tecnologia agrícola que conserve os recursos naturais. Para que isso seja feito há alguns modos e programas a serem discutidos.

Há programas realizados por parte do Governo, mas que se mostram insuficientes frente às dificuldades de concorrência com grandes empresas. Nunca é demais lembrar que as condições de trabalho, remuneração e qualidade de vida dos trabalhadores da cana-de-açúcar, de uma forma geral, são precárias, como o exemplo dos trabalhadores de canaviais que não possuem carteira assinada e muitas vezes trabalham por comida e moradia.

 Com a preocupação ambiental e a modernização, para um processo sustentável é necessário substituir a queima durante o processo de colheita da cana-de-açúcar por outros métodos (já citados acima). A questão está que na substituição do método haverá o desemprego em massa dos trabalhadores desta área. Para que isso não ocorra deve haver um melhoraento do estudo e de  cursos técnicos para que esses trabalhadores consigam uma nova forma de renda podendo ser, inclusive, como um agronegócio familiar.  

Esse processo deve ser gradual e precedida de medidas que garantam qualificação, realocação dos trabalhadores em outras atividades, seguro desemprego e prioridade nos programas de reforma agrária e créditos fundiário e agrícola. Para resolver esse problema, deve-se levar em conta que, de um lado, há previsão de dinamização da economia e o país tem carência de mão-de-obra. De outro, ainda há latifúndio esperando ações do Incra para desapropriar terras e aumentar onúmero de agricultores familiares.

Outra solução   

Outra solução seria regularizar a profissão e junto do Ministério do Trabalho submeter estes trabalhadores as mesmas leis que outros trabalhos que tem níveis de periculosidade se submetem, o que pode ser difícil é a fiscalização do empregadores para realmente checar se estão sendo cumpridas as leis.

 Conclusão

Como vimos em nossa disciplina sobre Ética e Sustentabilidade, a sociedade está caminhando para soluções que procurem o bem-estar dos seres em todas as cadeias. O plantio, a colheita e a transformação em etanol são peças que influenciam no meio ambiente e, em decorrência, na vida dos seres do planeta, portanto deve-se levar em consideração a aplicação de práticas sustentáveis em todos os métodos abordados neste texto.

Assim, os mesmos devem auxiliar na construção e manutenção de uma sociedade sustentável. A criação de técnicas menos prejudiciais ao meio ambiente é fundamental para o contexto que estamos inseridos. Além da perpetuação da exploração econômica, está em cheque também a manutenção da qualidade de vida da sociedade.

 Bibliografia:

http://www.feagri.unicamp.br/unimac/produtos_canadeacucar.htm

midiaemeioambiente.blogspot.com/2010_04_01_archive.html

http://cienciahoje.uol.com.br/controlPanel/materia/view/1382

www.assessoriadopt.org/AlimentoCana.pdf

Idéias sobre artigo “A Obrigação de Inovar”

15 dezembro, 2009 por barbara

O artigo fala sobre vantagem competitiva, inovação e desafios atuais provenientes destes assuntos. Acredito que é verdade, pois a internet é uma ferramenta que transporta facilmente a informação. Não há competitividade somente entre empresas de um mesmo país, mas sim entre empresas do mundo.

 Atualmente, a inovação tem grande importância no processo de concorrência. As pessoas partem da premissa que o que estão comprando tem qualidade. Não é isso mais o que atrai ao primeiro olhar. O que atrai é o design, a funcionalidade, ou seja, o que esse aparelho tem de inovação.

 O artigo também cita os três capitais que geram riqueza. O capital da imaginação, que desafia as verdades do mercado; o capital de risco, que o nome explica; e o capital de relacionamentos, que significa ver pessoas e empresas como donas de habilidades que podem ser usadas em seu negócio.

Podemos concluir com o artigo que é necessário verificar a identidades das empresas atuais e, com isso, traçar um perfil para a sobrevivência das mesmas.  

O que você aprendeu ou reaprendeu no curso de “Gestão de Pessoas e de Carreiras”?

29 outubro, 2009 por barbara

No curso de Gestão de Pessoas e Carreiras aprendi técnicas e dicas úteis para ser assertiva tanto na vida pessoal como na profissional.

Além disso, foram passados conceitos importantes como o de habilidade e competência. Fizemos também trabalhos práticos, o que ajudou a ter noção de como agir no cotidiano.

Competências:Conhecimento, Habilidade, Atitude e Valores

11 outubro, 2009 por barbara

Para ser um bom líder deve-se ter quatro competências essenciais tais como: conhecimentos, habilidades, atitudes e valores. Com o conhecimento o importante é saber. É o que adquirimos, com estudos e experiência de vida.  Já as habilidades se refere a saber fazer.  Quer dizer conseguir realizar uma determinada ação. É o grau de competência de  um sujeito frente a um determinado objetivo. Por exemplo, um pintor  de quadros famoso tem uma grande habilidade com pintura. Dentro de habilidades há cinco que um líder deve ter. Elas são: técnicas, humanas, gerenciais e conceituais.  A técnica é quando você sabe o que está fazendo teoricamente, tendo experiência e conhecimento total do assunto específico, e tem conhecimentos do dia-a-dia.A humana consiste na capacidade e discernimento para trabalhar com pessoas, compreender suas atitudes e motivações e aplicar uma liderança eficaz.A gerencial é sobre compreender a complexidade da organização global e o ajustamento do comportamento das pessoas dentro da organização. Ou seja, o gestor tem que ser acessível aos seus subordinados, estar pronto a escutar a sua equipe e saber delegar tarefas. A última é a conceitual que é a capacidade de ter uma visão do todo, uma visão macro do negócio.  Outra competência é a atitude, que é ser.  Envolve uma atitude mental, uma crença. Por exemplo, entrar no carro e, sem pensar, colocar o cinto de segurança.  Por fim, os valores dão o suporte para a pessoa, são a base do seu comportamento. Alguns exemplos de valores são valores familiares e espiritualidade.  Essas são as competências essenciais para a formação de um líder.

Empreendedorismo Primeiro Passo: Plano de Negócios

12 setembro, 2009 por barbara

Como este blog é voltado para o empreendedorismo , irei utilizar as explicações do site do SEBRAE (aliás, um ótimo site para ser consultado por quem quer começar um negócio) para detalhar os procedimentos para fazer o plano de negócios.

Segue abaixo a explicação do que é o plano e de como elaborar:

Como elaborar um plano de negócio

Um roteiro precioso para você planejar a sua empresa e criar documento vivo que descreve os objetivos de um negócio

O plano de negócio é o melhor instrumento para traçar um retrato fiel do mercado, do produto e das atitudes do empreendedor. Desenvolver o seu é um sinal de maturidade e planejamento - através de seu plano de negócio quem quer iniciar uma empresa tem mais segurança para alcançar o êxito e também ampliar ou promover inovações.
Assim como para construir uma casa, organizar uma festa, viajar para o campo ou para o litoral é necessário fazer um cuidadoso planejamento.

Ou seja, a casa, a festa e a viagem não vão se realizar apenas porque você assim deseja, mesmo que seja um desejo ardoroso. Idéias assim nascem em nossos corações, porém, para que elas se tornem realidade, é preciso construí-las passo a passo.

Para que uma viagem aconteça, é necessário escolher o local a ser visitado, decidir o tempo da viagem, quanto dinheiro levar, comprar passagens, reservar hotel, arrumar as malas, entre tantas outras coisas. Se, para uma simples viagem, precisamos fazer tudo isso, imagine quando queremos abrir um negócio. E empreender, muitas vezes, é uma viagem para um lugar desconhecido.

Para você organizar suas idéias é que foi criado o plano de negócio. Nesta viagem ao mundo dos empreendedores, ele será o seu mapa de percurso.

O plano irá orientá-lo na busca de informações detalhadas sobre o seu ramo, os produtos e serviços que irá oferecer, seus clientes, concorrentes, fornecedores e, principalmente, sobre os pontos fortes e fracos do seu negócio, contribuindo para a identificação da viabilidade de sua idéia e na gestão da empresa.

Ao final, seu plano irá ajudá-lo a responder a seguinte pergunta: “Vale a pena abrir, manter ou ampliar o meu negócio?”.

Lembre-se de que a preparação de um plano de negócio é um grande desafio, pois exige persistência, comprometimento, pesquisa, trabalho duro e muita criatividade.

Fonte: http://www.sebrae.com.br/momento/quero-abrir-um-negocio/defina-negocio/ramos-de-atividade/integra_bia?ident_unico=1440

20 agosto, 2009 por barbara

Biblioteca

20 agosto, 2009 por barbara

Biblioteca

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Bárbara Baruffaldi

20 agosto, 2009 por barbara

Formada em Administração - Comércio Exterior

Olá, mundo!

20 agosto, 2009 por barbara

Bem vindo ao www.biinternational.com.br/aluno. Este é o post inicial, feito para sua visualização. Delete-o e comece a criar seus próprios posts.