Archive for agosto, 2009

Crescimento sem Capital

sexta-feira, agosto 28th, 2009

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É possível as empresas crescerem sem necessitar de capitar recursos externos? Esta pergunta é latente no mundo dos negócios, principalmente nos dias atuais, quando o custo do capital está cada vez mais alto. E a resposta é sim, é possível. Mas isto requer mudança de foco na gestão.  Enquanto o foco na gestão com capital é na produtividade da operação, quanto se faz a gestão sem capital o foco tem que ser além da produtividade na operação, em produtividade do capital. Mas o que é produtividade do capital? A produtividade do capital está relacionada em como se emprega o capital disponível na empresa e no tempo para recuperação do capital empregado. Para que isto seja realizado com precisão é necessário a sincronia do ciclo do econômico que envolve a sincronia dos 07 planejamentos, principalmente das áreas de vendas, produção e finanças, que permitem uma avaliação apurada do que fazer com o capital. A sincronia dos 07 planejamentos: 

(1)   Dados e equipe

Programação de vendas

Ferramenta Balanço do Ciclo EconômicoBalanço de MassasFerramenta Equipe BCE (7) Dados e equipeProgramação logística
(2) Dados e equipeProgramação de produção
(3)   Dados e equipeProgramação suprimentos
(4)   Dados e equipeProgramação estoque
(5)   Dados e equipeProgramação financeira
(6)   Dados e equipeIntrodução novos produtos

  O resultado desta sincronia é a percepção de um “estado de domínio da empresa” que é extremamente desejável para a alta direção, redução do “custo oculto” que costuma representar 35% do custo fixo, além de permitir um maior controle do ciclo econômico, redução de imprevistos (os cenários são apurados com maior precisão). Isto permite um crescimento consistente, onde a filosofia é a de que se lucra para crescer, não necessitando de capital externo, gerando assim um crescimento sem capital.

Conselhos de Administração: Uma boa opção para a gestão de empresas familiares?

segunda-feira, agosto 24th, 2009

A curva de maturidade das empresas apresenta 04 níveis básicos: intuição, eficiência, eficácia e competitividade. As empresas familiares em sua maioria estão concentradas no primeiro nível. Este nível, o da Intuição, a percepção estratégica é alta, a empresa está voltada para o mercado, para o desenvolvimento de produtos e tecnologia. A quantidade de profissionais é pequeno e permite uma alta interação, a comunicação é espontânea.Os esforços estão concentrados no mercado e clientes. A visão e capacidade de execução do negócio estão em alta e concentram grandes esforços da organização. Com o passar do tempo e com a evolução do negócio, as empresas familiares crescem, o patriarca da família e fundador da empresa, que antes concentrava o poder, definia os objetivos e impunha os seus princípios,  agora tem que buscar um sucessor. É um momento crítico, a transição. Antes que a empresa perca o foco e corra o risco de falência, uma boa opção é a constituição dos Conselhos de Administração. Estes conselhos funcionam quando bem constituídos, com regras claras e ocupados por profissionais externos que visam o bem do negócio, e não apenas da família. O foco principal é administrar conflitos, garantir o foco no negócio, manter os objetivos da organização e antecipar cenários, garantindo assim a boa gestão da organização. Por estas razões, a constituição do conselho de administração em empresas familiares são uma boa opção para a preservação e prospecção dos negócios.