Criativos sustentáveis e multidisciplinares

6 março, 2011 por alinetalavera

 

Sustentabilidade + considerações sociais = futuro da criatividade 

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O futuro da sociedade criativa está sendo feito agora, no presente, em duas bases que apresentarei a seguir.

As ideias, os projetos e os insights estarão voltados cada vez mais à sustentabilidade. O planeta Terra não comportará mais atividades e produtos que sobrecarreguem ainda mais seus recursos naturais limitados. Esta já é uma verdade científica e que os inovadores devem considerar! Se não for assim, será muito difícil que sobreviveremos como espécie neste planeta…

É essencial pensar e promover inovações que no mínimo não impactem mais o meio ambiente e quem sabe possam melhorar a qualidade de vida das outras espécies, minerais, vegetais e animais. Ou seja: um indivíduo criativo deverá entender de cadeias de produção, de matérias-primas , do tempo de uso-fruto do item e o seu descarte. 

Já o segundo ponto que proponho se refere à multidisciplinaridade. Os criativos (denominação bem usada nas agências de publicidade) deverão possuir uma formação abrangente, com conhecimento técnico específico e de cultura geral. Pessoas com o perfil de viajantes do mundo, usuários frequentes de mídias sociais, com alta capacidade de relacionamento social e de profundidade individual serão os mais bem capacitados e concorridos no mercado. 

Portanto, o futuro da sociedade criativa virá de seus projetos sustentáveis e globais, que farão revoluções no modo como se respeita os recursos limitados naturais e como se modifica o status quo considerando a universalidade das experiências humanas. [:))]

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Desafio: abarcar o conhecimento cada vez mais globalizado

A ilusão da evolução

6 março, 2011 por alinetalavera

 

Cleópatra e suas parcerias amorosas: tentativas para manter o império egípcio no topo 

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Ao pensar na proposta da evolução da humanidade e na sua capacidade de evolução, encontrei argumentos antropológicos à minha opinião no texto “War and the Progresso of Society” do Professor I. W. Howrth da Universidade Popular da Califórnia.

Primeiramente minhas reflexões: acredito que quaisquer conceitos e teorias embasam uma visão específica sobre o mundo e o quanto o ser humano afeta a natureza e outros povos. Ou seja, a perspectiva de crescimento eurocêntrico e atualmente anglo-saxão serve, de uma certa maneira, para justificar a colonização, a classificação geopolítica de países emergentes e desenvolvidos e até uma certa crueldade com os pares da espécie homo sapiens sapiens.

O texto supracitado comenta que a evolução não é contínua e bem distribuída.  Ao contrário: ela é concentrada, não homogênea e muito menos democrática. Isto nos leva a refletir sobre as verdades da grande mídia: será que existe realmente uma revolução digital em nível global? O conteúdo divulgado na rede de internet afeta os brasileiros que ainda vivem de forma sub-humana nos rincões do país, sem água, sem luz, sem o mínimo de subsistência?O que encontrei de interessante no texto foi a afirmação que a decadência da nação é muito mais comum do que a ascensão da mesma e como um dos exemplos o Egito. De certa maneira, o pressuposto é contraditório, pois para haver queda, deve ter havido anteriormente uma elevação.

A importância da guerra para este contexto de promoção nacional casou com um tema que foi apresentado na aula de Sistemas de Produção: a indústria armamentista. A fim de ser eficiente (a bala atingir o alvo com perfeição), existirá uma incongruência entre a vida do colaborador que a produz e a morte do “inimigo” na fronteira. [:))]

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Se a paz precisa ser alcançada pela força, qual o preço a ser pago?

A criatividade ulterior

31 janeiro, 2011 por alinetalavera

Quando me foi proposta a atividade de pensar um lugar onde eu seria mais inovadora, passaram pela minha cabeça cenas hollywoodianas: praias épicas, rios grandiosos, baladas homéricas… Alguns espaços vividos efetivamente, outros de imagens cinematográficas.

Pensando mais a respeito, os sentimentos vieram. E a emoção mais forte que senti hoje, ou melhor dizendo, as emoções no plural, vieram de um lugar especialíssimo: moi, para usar um pouco de French - hahaha!

Portanto, algo que representasse o meu mundo onírico seria o ideal… Assim, o meu livreto de sonhos materializa as modificações internas que se refletem em atos externos. O que demanda inovar, agir, pensar, sentir, e ser corajosa.

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Como voar em grupo

17 janeiro, 2011 por alinetalavera

O jogo do avião foi excelente para colocar em prática os conceitos de diferentes tipos de produção. A aula de Qualidade me surpreendeu, pois mesmo não tendo expectativa nenhuma referente à aula, consegui apreender um conteúdo amplo e super necessário para atuar nas organizações. A minha ressalva é quanto à área de serviços: como aplicar os itens de melhoria contínua em um processo que agrega valor intelectual ao produto ao invés de material?

As duas equipes da sala estavam bem equilibradas, os líderes surgiram naturalmente e os pilotos eram energéticos. Os alunos na área de controle eram minunciosos. Contudo, talvez devêssemos ter mudado alguns operadores. Por uma questão de tempo e treinamento nas fases A e B esta opção não foi considerada.

Já a equipe em que eu estava inserida permitiu usar os marcadores visuais para melhorar a produção, a cooperação dos membros da fábrica de aviões e a reparação de algum erro nos passos seguidos. O resultado foi um empate muito válido!

Inovação - a nova fronteira das organizações

10 dezembro, 2010 por alinetalavera

O texto me surpreendeu. Verdadeiramente. Como era de se esperar de um autor norte-americano de ponta, Gary Hamel, ao descrever os desafios das multinacionais no ambiente ultra-competitivo pós-moderno.

Por meio de diversos exemplos ele demonstra a instabilidade com que uma verdadeira estratégia deve conviver: Sun Microsystems no desafio do ambiente de internet, a mudança de negócios da Bombardier, o fracasso da Daimler - Chrysler, o sucesso estrondoso da Swatch, a volta da Kodak, etc.

Hamel também expôs sobre os 3 principais capitais na atualidade: o imaginativo, o de risco e o de relacionamento. São uma evolução dos capitais financeiro, estrutural e intelectual . 

Dois cases chamaram minha atenção. O primeiro foi o da General Mills, cujo site serve como plataforma para os clientes pedirem a quantidade de aveia e uvas passas que irão querer em cada pacote (!!!). E o segundo foi o upgrade dos celulares Nokia de canais de comunicação para objetos de desejo, como as roupas de moda. 

A retomada da consciência

18 outubro, 2010 por alinetalavera

Faça uma análise sobre as consequências do aquecimento global
relacionando-as com o possível agravamento da exclusão social e da
degradação ambiental, ora existentes. Ainda na mesma questão, analise se o
enfrentamento do aquecimento global pode conduzir a uma transformação
profunda no modelo de desenvolvimento da sociedade global.

 
 

No mundo pós-moderno em que vivemos, segundo os filósofos desta época, há um reforço das atitudes individuais, em relação às coletivas. A liberdade é ampliada, assim como o isolamento em relação ao mundo, como quer André Comte Sponville. Em um mundo de rede internética, a vida se dá por meio de uma tela virtual e a realidade é deixada à própria sorte. Este movimento iniciou-se na era Industrial, com o reforço do Capitalismo. Este modelo econômico substituiu o Feudalismo. No novo, há uma predominância do lucro, em prol do bem estar coletivo dos feudos.

Dado este contexto histórico, o aquecimento global é a conseqüência massacrante do uso e abuso dos recursos naturais em prol do lucro. A Mãe Terra, como quer a ONU, é desapropriada de sua própria vida passa a atender a demandas impossíveis de produção, de acordo com nossa estrutura planetária presente. A degradação ambiental é evidente, com uma série de espécies animais e vegetais sendo extintas. Por extensão, os seres humanos participam da lógica de produção capitalista, vendendo sua força de trabalho por um salário. O excedente, é o lucro, como bem define Carl Marx. Ocorre uma concentração de renda na mão dos donos dos bens de produção, aumentando gravemente a exclusão social, que se inicia pela falta de verba e chega à ausência de dignidade.

Uma retomada de consciência de um mundo mais integrado e sustentável, por meio da diminuição do aquecimento global, colocaria o desejo pelo lucro no seu devido lugar: como parte do processo da vida e não mais como seu fim, no qual todos os custos podem ser aceitos. A sociedade global estaria, sob esta nova ótica, em um ponto de mutação: da Terra depende as nossas vidas e dos outros seres viventes a nossa paz espiritual.

Planejamento de carreira

25 junho, 2010 por alinetalavera

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http://www.youtube.com/watch?v=D8_NICu4mq0&feature=channel 

De acordo com minha vida escolar, sempre tive mais proximidade com as matérias de Humanas (Português, Geografia, História e Inglês). Ao escolher a faculdade que iria cursar, não foi diferente: tirei da escolha os cursos que eu não faria, tanto nas áreas de Exatas quanto de Saúde. Comecei a estudar inglês fora da grade regular da escola a partir dos 15 anos. Aos 17, já iniciava meu curso de espanhol.

Considerando os cursos de Humanas e por haver dado aula de inglês por 2 anos (e, portanto, gostar de estar com pessoas), eu me propus a prestar Relações Públicas na USP, Ciências Sociais na Unicamp e na Ufscar e finalmente Relações Internacionais na Unesp. Devido à proximidade de minha cidade Natal, optei por ficar em SP, cursando RP na USP. O ano de cursinho no Objetivo foi de grande valia, pois pude reforçar a minha aptidão para Humanas, aumentando imensamente os meus conhecimentos de vestibular.

Eu realmente gostaria de ter passado no vestibular logo após o colegial, mas vendo o quanto o cursinho me proporcionou uma formação humanística (principalmente devido ao professor de literatura Fernando Teixeira, mais conhecido por FT), este foi o caminho que o destino me proporcionou. No ano de 2003, para dedicar-me integralmente ao cursinho, deixei de dar aulas de inglês. Foi um período de muita provação de estudos e de postura. Eu que estava acostumada à independência financeira em relação aos meus pais, tive que me submeter à restrição monetária no período. Eu lembro do ano de 2003 como de muitos estudos, lembro mais das apostilas do Objetivo do que da cara das pessoas.

Tive que deixar a minha vida social de lado, para sustentar o meu sonho e necessidade de entrar em uma faculdade pública. O resultado foi extremamente positivo: passei nas 4 universidades que escolhi e pude optar por uma delas! Em 2004, ao entrar na USP, comecei a fazer um estágio na Agência ECA Junior. Não remunerado, porém, muito valioso para o meu início na área de Comunicação. Seguiram-se diversos estágios em diversas empresas. O meu objetivo aqui era experimentar de tudo: agências, veículos de comunicação, instituições de 3º setor, órgãos públicos e empresas. Consegui os estágios que eu queria na Rádio América, Burson-Marsteller, Instituto 5 Elementos, Conrerp 2ª Região e na Henkel. 

A USP me proporcionou alguns professores mais técnicos e outros mais filósofos. Dois deles me marcaram profundamente: Prof. Ismar de Oliveira Soares de Psicologia da Comunicação (matéria na qual fui introduzida às maravilhas da Psicologia Profunda de Jung, os tipos psicológicos, os mitos e os contos de fada) e Prof. Clóvis de Barros Filho de Ética (que por meio dos filósofos me incitou ao pensamento livre e à busca da felicidade, “a vida que vale a pena ser vivida”). 

Ao entrar na Henkel em 2007, percebi que o meu perfil era corporativo, que eu gosto de interagir com comunicação interna e externa, com diversos stakeholders. A minha carreira pode ser definida antes e depois da Henkel. A empresa fez com que eu me profissionalizasse, entendesse a relação estratégia da Comunicação com os objetivos organizacionais. Entrei como assistente de comunicação corporativa, ainda na faculdade.

Depois de formada fui promovida à analista de comunicação corporativa. Já passei por grandes desafios, tanto de estruturação da área, mudança de gestores, aquisições de empresa, gestão de crises. Para me profissionalizar ainda mais e conseguir uma posição de coordenação na minha carreira, resolvi fazer o MBA em Administração de Empresas na BI International. Esta formação tem me proporcionado uma visão mais estruturada das empresas e espero aproveitar sobretudo os cursos de Direito e Finanças. Portanto, meu desejo é que em 2 anos eu consiga uma posição de coordenação em multinacional (isso irá depender da minha atual empresa ter esta vaga ou não, ou seja, é possível procurar uma oportunidade externa). Além do MBA, estou fazendo cursos gerenciais na universidade corporativa e contratei um estagiário no fim do ano passado, para poder “tirar férias” quando necessário, preparar alguém para ocupar o cargo de assistente no futuro. Eu sou motivada pelo desafio, pela segurança e pela qualidade de vida. Portanto, agora, para dedicar-me mais aos estudos e me trazer mais saúde, estou morando perto do trabalho e da BI International na Paulista. Assim, tenho mais energia para estudar e trabalhar com eficiência e eficácia. 

Há um lado profissional e pessoal que tende a gostar, estudar e apreciar Psicologia. Trabalho como voluntária no CVV, já fiz terapia e leio bastante sobre o tema. Penso depois de finalizar o MBA em fazer um curso de Psicanálise no IBCP, Instituto Brasileiro de Ciências e Psicanálise. Planejo em ter meu consultório, mesmo que seja com poucos pacientes no início e de que minha renda principal não surja daí. A 2ª profissão me dá uma segurança maior em relação às mudanças organizacionais e principalmente aquece meu coração. Aquele meu desejo de fazer algo voltado à Psicologia no colegial talvez não tenha se concretizado naquele momento, devido à minha maturidade. Mas acredito que depois de 8 anos estou segura para iniciar este outro desafio. [:))]

Exercício da matéria Técnicas de Negociação e Apresentação

24 maio, 2010 por alinetalavera

Mundo cão! <a

Os dois quadrinhos cômicos remetem à 5a Avenida (trocadilho da 5th Wave - “Onda” - com a avenida mais importante de New York). A capital do país propulsor do capitalismo, os EUA, resume como as negociações podem ser competitivas. Nesse contexto, ocorrem mais negociações distributivas do que integrativas, nas quais disputa-se um valor escasso.

Segue a 1a transcrição do diálogo:

“Sorry, Mr. and Mrs. Pinney. As your accountant, I wasn’t prepared for this kind of negotiation.” = 

“Desculpem-me, Sr. e Sra. Pinney. Como seu contator, eu não estava preparado para este tipo de negociação.” (tradução livre) 

No 1o quadrinho, o personagem do contator demonstra a “queda de braço” que ele tem que praticar a favor de seus clientes, provavelmente com algum representante do fisco. A ZOPA (Zona de Possíveis Acordos) nesta negociação (ou briga?) poderia até ser negativa, visto que se um ganha, o outro perde.

Segue a 2a transcrição da legenda:

“Your time is almost up. If you don’t agree to our terms, I’m gonna head back to the corral.”

“Seu tempo está quase acabando. Se você não estiver de acordo com nossos termos, levarei você ao curral.” (tradução livre)

No 2o quadrinho, observa-se uma tendência muito forte das duas partes com interesses conflitantes. Das 6 armas de influência, o homem que monta no outro usa principalmente o melindre da sua autoridade.

Ambas as figuras reforçam o mercado competitivo e avassalador norte-americano. [:))]

Compartilhando experiências

20 abril, 2010 por alinetalavera

Aline Talavera - foto profissional

PoweR Girls - TCC USP

Um novo momento se inicia: a pós graduação. Muitas expectativas, novos colegas de diferentes áreas interagindo e conhecimentos novos: este foi o ambiente dia 12/04/10 da 1a aula ministrada na BI International da Paulista. “Aula” é modo de dizer, afinal, o professor Antônio Brandão nos ofereceu a introdução sobre o curso e o blog [adorei a ideia, afinal!].

As primeiras parcerias são feitas: grupos de estudos e por afinidades. Quais os nomes dos meus colegas, mesmo? Esta é a primeira dúvida que só será respondida no segundo encontro. Portanto, para facilitar as memórias, começarei a falar de mim:

Aline Talavera, 25 anos, paulistana, formada em Relações Públicas pela USP, fluente em inglês e espanhol, atualmente analista de comunicação na Henkel, fã de séries de tv, viagens e leituras de psicologia.

Acredito que possa compartilhar algumas das minhas experiências universitárias com o grupo referente aos meus estudos de Comunicação. Meu tcc (trabalho de conclusão de curso) individual na USP se tratou da auto visão dos profissionais de RP por meio da série norte-americana “PoweR Girls”. Já o projex (projeto experimental) em grupo realizou-se com a Polícia Militar do Estado de S. Paulo: um cliente desafiador devido à sua imagem desgastada na sociedade.

 Espero que possam curtir o upload!

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